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A minha namorada apanhou o bouquet

Um local de paz e reflexão, mesmo tendo ela apanhado o bouquet.

A minha namorada apanhou o bouquet

22.Fev.18

A insustentável leveza do Ter

P.A
Desde a sua génese que o ser humano sempre desejou ter. E ter mais. E ainda um pouco mais.Até já podia ser dono de meio mundo e ter muito. Mas faltava-lhe sempre qualquer coisa.Esta sensação de desejo do desconhecido, de borboletas na barriga pela posse alheia, da galinha da vizinha ser melhor do que a minha, ou no caso de alguns adúlteros, a vizinha apenas, sempre nos acompanhou e acompanhará até ao fim dos nossos dias.Até mesmo a Eva, tendo todo um paraíso para usufruir, (...)
24.Jan.18

E tu? Onde estavas no ano 2000?

P.A
Eu?Eu andava por Santarém, na pele de um adolescente conquistador, munido de uma face sexy toda ela revestida por uma armadura de pus e pequenas elevações em forma de 53 borbulhas.E era bem mais forte naquela altura já que transportava 23 kilos de livros diariamente às costas.Ainda me lembro que o som que mais gostava era o do segundo toque da escola e os professores não estavam lá. Que maravilha.Tirando isso, Nirvana. De todo o modo, no ano 2000, estaria provavelmente bem mais (...)
12.Jan.18

Assédio sexual ou Sedução?

P.A
Depois de assistir à cerimónia dos Globos de Ouro em que até o vestuário foi dedicado ao escândalo sexual do momento, comecei a pensar: o que é afinal assédio? A partir de que ponto podemos dizer, eh pá se calhar até estou aqui a ser assediado um bocadinho agora?   Em teoria e em bom português, é considerado assédio sexual, todo o conjunto de actos ou ditos com intenções sexuais, geralmente levado a cabo por alguém que se encontra em posição privilegiada.   Em teoria (...)
02.Jan.18

O segundo dia do ano

P.A
O segundo dia do ano costuma seguir um conjunto de regras muito específicas. Existe uma espécie de menu de degustação de experiências típicas da ocasião, em que o cardápio nem muda muito de ano para ano. Acaba por se tornar numa espécie de roupa velha. Com os restos do nosso ano anterior.   Ora vejamos, ao contrário do primeiro dia [do ano] que é feriado para muitos, o segundo não o é para todos. Então é com relativo ódio que somos apresentados ao início oficial das (...)
27.Dez.17

Palavras Cruzadas // A rapariga que adormece sempre

P.A
Hoje vou contar-vos uma história de embalar.Mas não é para adormecerem. Podem ler descansados que não há efeitos secundários. Pelo menos não é esse o objectivo.Trata-se de uma história de embalar de uma jovem rapariga que adormece sempre que estou a ver televisão com ela. Pode ser telejornal. Pode ser novela. Até pode ser debate político, se bem que neste último não tenho bem a certeza, porque também adormeço.O que é certo é que é uma questão de segundos para que a (...)
19.Dez.17

Escrever: Sim ou Não?

P.A
O cliché natural e mais associado ao acto de ter um blog acaba invariavelmente espremido num simples:"Porque gosto de escrever". Quantas vezes já lemos esta frase.Seja ele um diário, um local de desabafo, de análise política, de fotografia, moda ou até mesmo de pura parvoíce como o meu. Mas não é isso que todos [que escrevem] dizem só para ficar bonito? -  Pergunta quem lê estes clichés.Não. Isso é o que perguntam todos os que não descobriram que afinal até eram (...)
24.Nov.17

A Black Friday Familiar

P.A
Até podia ser o nome de uma nova pizza com pepperoni, cogumelos e extra desconto, em que a maior parte dos portugueses acabaria por pedir hoje sem pepperoni porque só lá ia pelos cogumelos com desconto.No fundo é esse o espírito do dia de hoje. O ir pelo desconto.É uma espécie de ida à casa de banho quando nem temos assim tanta vontade ou nem estamos verdadeiramente aflitos, mas vamos agora porque mais tarde pode custar mais.Pelo menos fica já despachado. Se custar menos, melhor. Mas a Black Friday não é igual para todos. Aliás, dentro de uma família podem co-existir diferentes tipos de Black Friday.
21.Nov.17

A Rapariga no Autocarro

P.A
Finalmente a semana passada passou. Finalmente porque foi uma semana longa, cansativa e desgastante. Mas felizmente nem tudo foi mau.A avaliar pelo título, o texto de hoje podia ser uma versão Lisboa Viva do livro < A Rapariga do Comboio > de Paula Hawkins. Ou um claro apelo ao uso da Carris sobre a CP. Mas na realidade só o estou a escrever, não pela referência ao livro, ou para alimentar derbys lisboetas de transportes públicos, mas sim pela rapariga que conheci esta semana.
08.Nov.17

Motivar-me sim, mas como?

P.A
Quem nunca teve aquele acreditar com muita força, aquela energia extra, aquela confiança extrema, ou até mesmo aquele encher de peito, seguido de um "Bora lá, tu és capaz" pleno de adrenalina? Todos nós. Bom, todos excepto um tal senhor de cabelo estranho. Esse twitta sempre lá de cima. Nunca habitou a nossa real e desmotivadora realidade. O pensamento motivador é uma das formas mais eficazes para nos superarmos constantemente. E como faz maravilhas, por vezes.Mas não o (...)