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A minha namorada apanhou o bouquet

Um local de paz e reflexão, mesmo tendo ela apanhado o bouquet.

A minha namorada apanhou o bouquet

Um local de paz e reflexão, mesmo tendo ela apanhado o bouquet.

Um Palácio aqui tão perto - Palácio Estoril

Se vocês fossem por um momento a namorada que apanhou o bouquet deste blog, o que fariam?

 

a) Com esta minha demora toda a dar o próximo passo, deixavam de ser a namorada e mantinham só "o apanhou o bouquet";

b) Chegavam à conclusão que afinal a vida não se move com base na apanha de qualquer tipo de planta ou vegetal;

c) Tentavam encontrar formas românticas para incentivar o rapaz a chegar-se à frente com o pedido;

d) Arrependiam-se por ele ter criado um blog e agora ter ainda menos tempo para estar com ela.

 

Embora eu próprio considere a a) como a atitude mais consciente das quatro, por outro lado discordo totalmente da d). Principalmente  se compararmos com o tempo que uma rapariga consome em média na sua maquilhagem. Se esperamos por vocês todas as semanas, esperem também mais uns dias pelo pedido.

 

Neste caso, a verdadeira namorada que apanhou o bouquet só pode ter escolhido a c). 

 

E sendo sincero, esta última tentativa foi forte. Tenho de admitir. Por momentos temi que fosse ceder. E tudo por culpa da Lux Gourmet. De um passatempo que ela venceu.

 

Mas vejam bem o plano maquiavélico desta rapariga e de quem teve a ideia deste passatempo:

 

Local (que só por si quase me ia derrotando): Hotel Palácio do Estoril.

Tal como o nome indica é um verdadeiro palácio. Temos a tendência natural de viajar para fora do nosso país e a fotografar tudo o que não é nosso, nem faz parte da nossa história, quando na realidade temos cá e neste caso aqui tão perto da capital, um exemplo de um verdadeiro palácio, pleno de personalidade, história e beleza, transformado na perfeição em Hotel.

 

Plano (feito à medida para rebentar comigo): Jantar num salão antigo de realeza - Europe Room.

8 mesas redondas para 8 pessoas preenchiam um salão que me transportou ao tempo dos descobrimentos onde P.A de Cabral já fugia para o Brasil para não pedir a namorada em casamento. 

 

Música ao vivo (como golpe final. E que golpe): Nada mais do que a pianista Pnina Becher e o seu piano no centro do salão a tocar para os presentes, precedendo cada excerto musical de uma breve introdução e contexto histórico da corte portuguesa.

 

Mas ainda não acabou.

Não. Reparem neste detalhe mesmo para me tramar. Cada etapa musical, normalmente composta por 4 composições, era acompanhada de uma prova de vinhos portugueses, cujo sabor acompanhava o estado de espírito de cada set.

 

Por fim o jantar e direito a estadia no Palácio.

 

E só por pirraça não a pedi em casamento.

 

Foi perfeito demais.

IMG_20171121_232532_629.jpg

 

 

IMG_20171121_231930_962.jpg

 

 

 

 

 P.A


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