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A minha namorada apanhou o bouquet

Um local de paz e reflexão, mesmo tendo ela apanhado o bouquet.

A minha namorada apanhou o bouquet

Um local de paz e reflexão, mesmo tendo ela apanhado o bouquet.

O Pior dia do ano

Tristes são os dias em que suspiramos pela chegada de um furacão para nos ajudar.

 

Hoje é um desses dias.

 

Que venha a chuva prometida e a ventania bem hidratada para ajudar a pôr fim à continuidade do que foi ontem proclamado como o pior dia do ano em matéria de incêndios. Ophelia faz lá o que sabes fazer se faz favor. Já te conhecemos o vento, brinda-nos agora com a tua chuva.

 

Mas analisando o que se passou, como se pode acreditar que de Santarém para cima existam centenas de incêndios em simultâneo? Ou que sejam normais 525 ignições num só dia?

Queimadas? Cigarros? Lixo? Foguetes? Pela certa que não. Não todos.

O de Seia, por exemplo, teve início na madrugada de domingo, completamente fora do foco de calor e da ignição, dita natural, de um fogo. 

Esta espécie de terrorismo incendiário teve em 2017 o seu ano de afirmação em Portugal. E infelizmente o seu ano mais lucrativo.

 

E como se pode acreditar que seja possível ter bombeiros suficientes para domar praticamente meio país em chamas?

Claro que não. E muito menos fora de época, em Outubro. Foi um atentado perfeito.

Mas que principalmente tem de parar de ser tratado como excepção. Já começa a não o ser.

 

Se Pedrogão Grande alterou algo, o comportamento das autoridades foi um deles, na primeira ameaça, fecham agora e de imediato os respectivos acessos.

 

Foi o que aconteceu ontem a alguém.

 

Ontem percebi o que é ter alguém fechado numa ilha de acessos vedados, em que a fronteira, ainda ao longe, é uma cortina de fumo negro, denso. Não pôde, por isso, voltar a Lisboa conforme previsto. 

 

Ontem percebi o que é ter alguém que com o passar do tempo percebe que essa ilha é agora substancialmente mais pequena e já não pode praticamente sair de casa.

 

Ontem percebi o que é ter alguém que ao invés de assistir a melhorias com o passar do tempo, de repente fica sem rede telefónica em casa.

 

Ontem percebi o que é ter alguém que a seguir, mal anoitece, olha em volta e me envia imagens de chamas em todo o seu horizonte.

 

Ontem percebi o que é ter alguém a quem tento ligar, preocupado, e descubro que já não tem rede no telemóvel.

 

Ontem percebi o que é ter alguém que consegue ainda ter wi-fi por uma vez e me envia uma mensagem no Hangouts a dizer que a internet está intermitente em casa e que já não tem rede no telemóvel.

 

Ontem percebi o que é ter alguém que fica abruptamente sem qualquer forma de comunicar comigo.

 

Eu estou em Lisboa. Estou bem. Não sofri nada do que outros sofreram

 

Mas ontem percebi o que é não conseguir dormir, por silêncio.

 

P.A


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E porque hoje é Sexta-feira...

Deixo-vos o requinte que é ler a língua de Camões num cruzeiro.

 

A RTP que aprenda comigo. Em bom português.

 

WhatsApp Image 2017-10-13 at 00.39.32.jpeg

 

 

Não resisti a sharialhar.

Peço sorryulpa.

 

Bom fim-de-week pessoal.

 

Que não vos disturbem.

 

P.A

 

P.S. - Marotos! Não resistiram a pensar logo na palavra que rima com "disturbar", não foi?  

São coisas que ficam dos tempos de estudante, não é? Sempre a fazer isso a toda a hora. Dia e noite, dia e noite.

Percebo bem. É como eu. Veio logo o "estudar" à cabeça.

Marrões.

 

Ah, já me ia esquecendo de perguntar...

 

Já te "disturbinaste", Ana Malhoa?

 

 *-este post foi writescrito ao abrigo do novo acordo ortográfico marítimo personalizado, excepto Disturbar, que na realidade até existe e mas é preciso ir a alto mar para o saber.


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Não deixem os Jogos Tradicionais morrer

Acabo de ler que a Toys 'R' US apresentou um pedido de insolvência. Todo aquele fascínio de uma criança em corredores gigantes de brinquedos, aquela felicidade no olhar na perdição de tanto boneco e brinquedo, toda essa fantasia, parece ter, por estes tempos, os dias contados.

A Toys 'R' Us não se adaptou atempadamente ao mercado online e faliu.

 

Bolas e eu que gostava tanto de ver aqueles miúdos que embora não chorem quando levam uma valente chapada dos progenitores, ouvida desde a caixa 1 à 23, se rebolavam no chão em lágrimas a gritar por aquele Action Man que tanto queriam.

Bolas, parece que também vai acabar.

 

Neste regresso às aulas percebi outro efeito destes tempos. As crianças tinham praticamente todas um smartphone e jogavam em rede no intervalo. Coitada da Toys 'R' Us. Nunca teve hipótese.

 

Desde criança que sempre gostei de jogos. Divertem-me. "Além disso estimulam bastante a nossa inteligência!!" Esta última frase já não a digo muito. Afinal de contas já não vivo com os meus pais.

Gosto em particular de jogos em grupo. Dos ditos jogos tradicionais que ainda por cima são fáceis de jogar em qualquer lugar, até na escola. Nem precisam de ter um smartphone para jogar em rede. A sério. Acreditem. Basta estarem rodeados de amigos ao vivo e por incrível que pareça, isso basta para conseguirem jogar todos em conjunto. Estranhamente, alguns, mesmo assim, ainda vão culpar a falta de rede ou sorte quando perderem. É normal. A falta de rede é um problema muito comum em quem perde.

 

Mas quem nunca jogou o jogo da apanhada?

Daquela memória de correr ao vivo desalmadamente atrás de alguém até que, na ânsia de o apanharmos, lhe rasgamos a camisa com as nossas unhas mal cortadas de criança rebelde. Quem nunca lhe aconteceu, só espero que tenha seguido a sua vocação e seja hoje muito feliz na sua clínica de Manicura "Rose Gourmet".

Por algum motivo, o meu X-Men preferido sempre foi o Wolwerine.

 

E o jogar às escondidas?

Em que aproveitava a deixa para me esconder ao vivo ao pé da Carolina, só porque ela cheirava bem. Além disso ela era magra como eu, cabíamos perfeitamente os dois naquele móvel. Mas ela coitada era um bocadinho burrinha e insistia em dizer que não me queria lá, que não cabia, que não gostava de mim. Sempre foi muito má a calcular volumes. Coitada.

O que é certo é que embora a pequena Carolina não soubesse avaliar bem áreas e volumes, a partir de um certo momento, expulsar-me implicava fazer barulho e ser descoberta, pelo que acabava sempre por lá ficar.

Graças a mim, ela aprendeu. Coubemos. E é, hoje em dia, professora de Matemática.

 

Diz o LinkedIn.

 

E o bate o pé? Alguma memória deste?

O bate o pé era uma espécie de chat em grupo, ao vivo, em que rapazes e raparigas se alinhavam frente a frente, separados à distancia de 2 passos. Havia respeito.

Depois, com muito respeito também, era definido um esquema de números, no qual o número 1  era um simples aperto de mão e o número 10 era um valente french kiss! Este já dado com relativo respeito.

Se o rapaz ou a rapariga não quiser, tem de bater o pé. No entanto só podia bater o pé 3 vezes. Depois ou ficava e aceitava tudo, ou abandonava o jogo.

 

Antes era o "Bate o pé". Agora é o "Desliza o dedo", no Tinder. Temo que partes do corpo iremos nós utilizar no futuro para sacar beijinhos.

 

Se calhar as unhas de Wolverine ainda podem vir a dar jeito.

 

De qualquer forma, não deixem os jogos tradicionais morrer. Desliguem-se, para se ligarem.

 

Pensem na pequena Carolina, se não fossem as "aulas às escondidas", provavelmente hoje não seria professora de Matemática.

 

(imagem)

 

P.A


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O verdadeiro primeiro dia de aulas

Com esta temática toda do regresso às aulas pus-me a pensar em todos os meus primeiros dias de aulas.

Cheguei então a uma conclusão:

 

O verdadeiro primeiro dia de aulas é o do primeiro ano da primária. É o primeiro choque. Não temos referência. O colégio da na minha altura, não se comparava, ou pelo menos não me preparou em condições. O primeiro dia na primária, é aquele verdadeiro filtro do miúdo mimado, do que não gosta dos pais e por isso nunca chora, ou daquele que ainda não tem personalidade para tomar qualquer tipo de decisões e limita-se a imitar os restantes.

Eu fui os 3.

Sim, ainda hoje me lembro daquele momento em que os encarregados de educação deixam os seus filhos na sala de aula, naquelas mesas todas ligadas em forma de U, rodeado de outros miúdos que, tal como eu, não sabiam como foram ali aterrar. Uma espécie de reunião de crianças anónimas com problemas de adição, em que se chora igualmente pela ausência da sua "heroína". A mãe.

 

Mas voltando a mim. Sentei-me e vi a minha avó a acenar. Vejo outros pais a fazerem o mesmo. Estava bem com aquilo, pensei que era um jogo, acenei também. Mais tarde soube que dei uma falsa sensação de segurança à minha avó, que foi toda orgulhosa para casa, a pensar que eu já era um homenzinho. Comecei cedo a simular a minha postura de macho alpha. Tretas.

A minha avó sai. Os outros pais saíram.

De repente, aquelas crianças aparentemente normais, tornam-se em pequenos monstros piegas, mimados e irritantes! Iniciam um choro em sintonia gritante sem qualquer pré-aviso. Não percebo o que se passa! Não me passaram o guião? Também sou criança.

Olho para o lado e vejo uma cara de criança de boca aberta, desfigurada de tanto choro, olho para o outro lado, outra ainda mais feia e ranhosa. Imperava a confusão e berro!

Se foi por não ter personalidade, ou por susto com tanta cara feia não sei, a verdade é que desatei a chorar ainda com mais afinco e cara feia do que os restantes. De tal forma que ligaram para a minha avó.

 

Ganhei. Entrei no grupo. Fui aceite. Respeitam-me.

 

Não interessa o motivo, só sei que já vão todos querer brincar comigo. Ganhei o óscar do chorão da primária que até a avó tiveram de chamar. Sou famoso.

 

Quando tiver um filho vai receber a dica do pai. Aproveita bem o primeiro dia da primária. É o único dia da tua vida em que chorar em público te pode tornar no líder da turma. 

Não te preocupes filho, a dignidade é algo que só se adquire depois. No segundo módulo do segundo ano.

 

Se soubesse tinha chorado ainda mais. Até as meninas sabiam quem eu era.

 

Hoje em dia, já choro menos. Perdão, não se diz chorar. Macho Alpha não chora. Diz-se "Entrou-me uma coisa para o olho" que é algo bem mais machão de se dizer. 

Mas por acaso a última vez que chorei, foi quase ao nível da primária. Fiquei igualmente desfigurado, contaram-me. E tudo por causa de uma maldita alergia.

 

Sou alérgico a bouquets.

 

 (imagem)

 

P.A.

 

P.S- Um abraço especial para a malta estudante. Animem-se! Já só faltam 9 meses para as férias grandes.


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O Café dos nossos dias

O café, ou de forma mais correcta, a baga do café, foi descoberta não por humanos curiosos mas sim por pequenas cabritas que, não satisfeitas com o seu cardápio habitual, resolveram esticar um pouco mais a sua língua para recolher aquela baga extra que habitava em seu pasto verde. São cabras, que esperavam? Estão sempre à procura de bagas comprometidas e que não lhes dizem respeito.

A partir desse momento, em que devoravam aquelas pequenas bagas, qual Popeye com o seu espinafre, desataram numa correria e gritaria desenfreada, deixando os seus pastores bastante intrigados e, ao mesmo tempo, frustrados com tal situação. Principalmente por ainda não existir YouTube e não poderem partilhar com os amigos.

 

Sem essa hipótese de partilha global, restou apenas recolher o produto e trabalhá-lo para consumo próprio. Tomando eles próprios o dito café.

Nascia assim o primeiro caso de dança Maria Leal, em humanos.

 

Desde esse tempo até agora, o café foi mudando. Embora exista ainda muita cabra que o tome. 

 

A verdade é que tomar um café é, hoje em dia, muito mais do que uma procura de doping pessoal para exibições de dança fabulosas. É um acto social.

De tal forma complexo e importante na nossa comunidade, onde assume, actualmente, vários papéis sociais de relevo .

 

Por exemplo, queremos convidar aquela pessoa para sair:

"Queres sair comigo para te conhecer melhor e fingir que te oiço, mas depois vou estar apenas a olhar para os teus lábios fantásticos e incrivelmente sedutores?" Não me parece que resulte.

Todos sabemos que sinceridade numa relação amorosa, só depois do casamento.

Felizmente, temos o álibi perfeito. Podemos simplesmente dizer: "Queres ir tomar um café?".

 

E o nosso chefe, quando queremos sair da nossa mesa em pleno horário laboral?

"Não me apetece fazer isto que me mandou fazer agora, vou lá abaixo e já venho!" Não me parece que resulte também.

Todos nós sabemos que sinceridade numa relação laboral, só 5 segundos antes de nos despedirmos.

Felizmente, temos o saco de boxe do costume - o café.

 

E o que pode permitir a um homem pobre, encher o peito, e pagar aos amigos? 

Isso mesmo, o café.

(E apenas isso. Pastel de nata, a tua prima!)

 

Por fim, o que pode a mulher ou homem mais ciumento permitir ao seu par sair de casa sozinho, para ir tomar algo? 

Exacto. Nada.

O café é bom, mas não resolve relações disfuncionais.

 

Além destes factores sociais em que somos salvos pelo café, beber um café assume sempre o próprio "acto de pedir o café":

 

P.A: "Era um café se faz favor"

Empregada gira: "Era? já não é?"

Cria-se logo um momento de humor/tensão entre o receptor e o emissor.

Dependendo se o cliente acha o empregado giro ou não, abre-se logo uma janela, ou para pedir o número de telefone, ou o livro de reclamações.

 

De qualquer forma, em ambos os casos, contamos assinar no fim.

 

E tudo graças ao café.

 

Obrigado cabritas.

 

(imagem)

 

P.A


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Em Banho Maria - A Rentrée

Tenho uma péssima notícia para vos dar.
 
Péssima também não. Pronto, mazinha. Pelo menos para mim.
 
Lembram-se de uma rubrica que eu tinha com uma tal de Maria que era uma bruta, mas bruta, bruta, brutinha mesmo??
Bruta boa pessoa?
 
Essa mesmo, a Maria aqui do SapoBlogs.
 
Pois é, já que estamos num período de rentrée (termo chiquérrimo), achámos bastante apropriado aproveitar a boleia. 
Até porque com este final de Agosto e início de Setembro chuvosos, mais vale ficar em casa a escrever do que a tomar banho na praia. Sem ir à água.
 
Maria, já saiste da casa de banho? Estou aqui a engonhar... Diz olá aos senhores! 
 

Maria: Sim estou pront...erm..Olá a todos!! que saudades que tinha desta espécie de rubrica! Andei durante meses a implorar ao PAzinho para “voltarmos” mas ele diz que eu lhe dei cabo dos neurónios… Não percebo.. 

Mas olha que no entretanto deves ter andado a beber caipirinhas com lima estragada! Desde quando é que fazemos rentrées ou lá o que é isso? Para mim o Verão ainda não acabou oh P.A!

 
P.A: Por acaso não estarás naquela rentrée do mês?
Maria: O_O
 
- tentativa nada descarada de injecção de publicidade no meio do texto, como nas novelas -
 
P.A: Bom, deixa-me pôr as coisas de outra forma então. O que é esta febre das pessoas com as "rentrées"? Não consigo perceber. Eu, por exemplo, odeio as reentres na Primark! Tenho suores frios só de pensar.
  
Maria: Dessas então quero distância. Não gosto de locais com muito povo junto…
 
P.A: Mas no entanto vais na mesma não é?
 
Maria: Sim, tirando o povo todo, aquilo até tem coisa giras e baratas!
 
P.A: Ai sim Maria? Estarás a falar daquele magnífico Top castanho claro, de duas alças finas, que fica a condizer perfeitamente com essas tuas calças de ganga também elas Primark e que possuem, ao contrário do que se possa pensar, uma extraordinária e elevada qualidade? -tudo dito com um sorriso na cara e de forma extremamente descontraída como se não estivesse a fazer descaradamente publicidade a uma marca.
 
MariaComo é que adivinhaste P.A? É isso mesmo!  São artigos fantásticos!! Diz a pequena Maria enquanto dá uns saltitos para ver se aparece no plano da TV, ao meu lado.
 
- fim de tentativa nada descarada de injecção de publicidade no meio do texto como nas novelas -
 
 
Posto isto, sim é verdade. Somos uns vendidos.Todos nós temos o nosso preço. A mim bastou uma sandes mista. A Maria, ganhou um vale de "Apanha tudo o que puderes em 10 minutos" (em loja).
 
Fui mais esperto. Não suei nada e fiquei de barriguinha cheia a vê-la correr!
 
 
P.A: Bom voltando ao texto. Maria, ainda antes da rentrée na vida activa, vamos falar do que se passou antes: as férias. Foram boas?
Maria: Foram muito boas, rumei a sul  e fiz campismo (quase) de luxo!
P.A: Quase luxo? Como assim? Havia caviar mas do Bom Petisco? Ou o Sushi era de Cavala? 
MariaQuase de luxo ao nível da tenda que até sub-cave e sótão tinha. Bons petiscos não faltaram, mas principalmente muita super bock…
P.A: Uma tenda T4 portanto. Por falar em bons petiscos para ti, por acaso viste alguns daqueles tanques de lavar roupa, six-pack, como as meninas chamam, que depois também têm uma cara, às vezes, também têm um cérebro e depois unidas todas as partes, formam, no seu conjunto, um homem?

Maria: Se por acaso estás a falar de six packs besuntados em óleo, com bronzes dignos de um deus grego e de me deixar a arfar… Vi uns quantos sim.

Estranhamente, sempre que os via, aparecia um carro da GNR a mandar-me parar de correr atrás deles… Acho que eles tinham qualquer coisa contagiosa e a GNR estava lá para me proteger…

P.A: O_O

P.A: Agora que penso nisso, acho que vi qualquer coisa na CMTV era mais ou menos isto: "Louca por homens em tronco nu é salva, por GNR's, de doença contagiosa." Claramente CMTV.

Maria: O_O

 

P.A: Estou a ver que foram umas férias muito animadas, sim senhor. E no areal?  Além de estares a ser constantemente salva por GNR's, és rapariga para te pintar toda de protector solar ou gostas mais de arriscar e revelar o teu lado de papoila saltitante, frita?

Maria: Hoje em dia, (não há muito tempo) sou rapariga para me besuntar com protetor. Jeitosa e habilidosa como sou, falta sempre passar nalgum sitio e apanho escaldões em manchas… É lindo de se ver.

P.A: Eu sabia que faltava qualquer coisa! Agora sim tenho a certeza: "Parcialmente queimada e louca por homens em tronco nu é salva, por GNR's, de doença contagiosa." Isto sim é 100% CMTV!

Maria: O_O
 
 
P.A: Bom e de resto? A rotina é ficar colada à toalha e nem sequer chegas a ir à água?
Maria: Sou muito friorenta. Sou capaz de passar um Verão inteiro só na toalha. No Algarve, apanhei a água fantástica e voltei à minha adolescência. (quase) Sempre dentro de água.
 
 
P.A: Devo dizer que se nota. Nas últimas rubricas do "Em banho Maria" , banho, só mesmo no título...
Maria: O_O
Maria: ?!?!? Olha nem precisas de tirar a T-shirt P.A! Mostro-te já a louca parcialmente queimada!!
 
 
P.A: Estou a brincar Maria! Não me lembrei que estavas naquela rentrée do mês!
 
 
 

 (imagem)




P.A e Maria (a parcialmente queimada e louca por homens em tronco nu, que foi salva, por GNR's, de doença contagiosa)

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Fui entrevistado e não tive de pagar

É verdade. E nem foi a minha mãe ou avó. Juro.

Deixo-vos aqui um ligeiro teaser para verem como sou genuinamente estúpido e nem noutras casas me sei comportar:

 

O que te levou a decidir criar um blog?
Infelizmente, sofro de falta de originalidade em escolher nomes. De tal forma que o meu blog se chama “A Minha Namorada Apanhou o Bouquet”. Pelo menos é auto-explicativo.
Um dia, quando tiver um filho, só espero que não se chame “Fiz amor com a tua mãe”.

 

Há quanto tempo tens o teu blog?
Sinceramente não ligo muito a datas, nem fico preso nesses clichés de contagens para aniversários. Nunca foi o meu estilo.
Faz amanhã ao meio dia, 314 dias 19 horas e 23 minutos que escrevi o meu primeiro post.
 
 
O resto podem ler já de seguida, é rápido, prometo e até tenho uma proposta de emprego à vossa espera aqui: Entrevista ao P.A.
 
 
 
Olha que até gostei disto. Se mais alguém me quiser entrevistar, avise. Sem medos.
 
Afinal de contas, como disse, sou uma espécie de Batman dos Blogs, só prefiro usar calças de homem.
 

 

 (imagem)

 

 

P.A.


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O Topless

Existem sentimentos mistos no que trata ao Topless.

Eu sou a favor. Todos nós devemos ser livres de poder tomar essa decisão. Mas por outro lado, existem alguns casos que fazem confusão a alguns rapazes.

Fica-se então pelo seguinte: 

SIM ao Topless

*excepto em homens com mamas.

(Cria confusão desnecessária no cérebro masculino.)

 

 

Para quem não sabe, Topless é a arte divina que uma donzela tem de, ao retirar a parte superior do seu biquíni,  transformar a maioria dos homens em seu redor em homus poucus sapiens et extremamentus atentus.

 

Esta espécie masculina é caracterizada pela sua inabilidade pública de conseguir desviar o olhar de tal ausência de tecido e geralmente padece de torcicolos crónicos. Alguns, mais chico espertos, apresentam sinais de uso e abuso de óculos de sol - ignorando o facto dos seus olhos, mesmo assim, estarem visíveis para todos.

Têm como hábito, numa semelhança à reza islâmica, de se virarem na toalha sempre orientados, não para Meca, mas sim para o Topless. E assim ficam horas. Na sua reza. Religiosamente orientados. 

 

Como eu sou preguiçoso e conheço este comportamento masculino, sempre que chego a uma praia e sinto o chamamento "divino" não perco tempo em busca de "Mecas", sinceramente não me preocupa, afinal de contas basta olhar para os olhos dos machos que já lá estavam e já o fizeram por mim antes.

Nunca me falharam nas suas rezas.

 

No entanto, como normalmente estão acompanhados por conhecidos/família/amigos gostam de se manter publicamente ateus ou então fiéis sim, mas apenas à religião da sua companheira. Pelo que acabam por realizar a sua reza a "Meca" sempre de forma clandestina, como se um acaso do destino se tratasse e nunca fosse essa a sua real vontade, numa espécie de "calhou estar virado para ali", como se os seus movimentos na toalha fossem todos eles inocentes, arbitrários e insuspeitos.

Se por ventura um amigo/marido/namorado/vizinho/etc vosso voltar de férias com um escaldão apenas no braço direito, já sabem para onde fica "Meca" este ano, na Praia da Rocha.

 

Para os mais desnorteados fica claro o porquê de a praia do Meco se chamar Meco. É auto-explicativo. Afinal de contas é a praia mais "religiosa" de Portugal, conhecida pela peregrinação constante dos religiosos mais fundamentalistas do topless: os nudistas.

 

 

Aos mais ateus, aconselho a não ir. Até porque seriam vocês os observados.

 

Afinal de contas iam ser vocês os Adão e Eva que comeram a maçã. Ali todos vestidinhos e infiéis.

 

(imagem)

 

P.A

 


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Como escolher o homem certo

Como hoje, por essas 7:44, foi registado um pequeno sismo (de 4,3) com epicentro em Sobral de Monte Agraço, sentido também por toda a Lisboa e eu sempre sonhei escrever artigos dignos desta nova categoria que anda muito na moda, a "Lifestyle", percebi este sinal da natureza e junto finalmente o útil ao agradável, aqui no blog.

 

Natureza podes descansar. Deixa lá de brincar ao Jenga com as placas tectónicas. Eu cedo à tua chantagem física.

 

Vamos lá ser "Lifestyleiro" e "Cool" e "In" e "yes".

 

Certamente já se questionaram alguma vez na vossa vida:

Estão com uma pessoa. Tudo parece correr bem na vossa relação. Mas como saber se aquele jovem masculino mais ou menos robusto que está ali à vossa frente é realmente o ideal para vocês?

Até agora parece ser uma pessoa normal. Fala, é bom sinal, e até tem algum sentido de humor. Mas chegará esta primeira impressão?

Foi realizado um estudo que concluiu que as mulheres demoram, em média, cerca de 7 segundos até saberem se alguma vez vão gostar daquele homem. A tal chamada primeira impressão.

Mas será obra do vosso instinto feminino, que desconheço, a funcionar? Ou depende apenas da quantidade de Axe com que ele se regou antes de aparecer?

Eu e a Axe preferíamos certamente a segunda. Mas embora ajude "Axionar" essa perfumada rega antes de vos conhecer, mesmo assim não é garantido o sucesso nesta vossa primeira análise.

 

Por isso, apresento-vos 3 dicas infalíveis para ajudar a não serem surpreendidas quando já for relativamente tarde, naquela a que chamo de noite de todas as verdades: A noite de núpcias.

Quando, qual filme do "Senhor dos Anéis", o vosso pequeno e eterno Romeu, depois de colocar o anel no seu dedo se transforma num Gollum alucinado. Tudo porque o Benfica fez outra vez uma má pré-época.

 

Embora tema represálias por revelar informação altamente confidencial sobre a irmandade masculina, selada por décadas e décadas de evolução testosteronal, como me pagaram um café (dos cheios), aceitei divulgar.

 

Aqui vai: 

  

  • Olhem sempre para o porta-chaves dele

 

Sim. Porta-chaves. Um porta-chaves masculino diz muito sobre um homem.

Um homem só com uma chave, é um homem só com uma casa ou só com um carro. Aquela chave garantidamente não abre os dois.

Por isso, ou vive com a mãe, ou no carro.

Por outro lado, um homem com mais do que 5 chaves. É mais problemático, provavelmente, não terá tempo para vocês.

E pela certa terá já outra família...

 

Sugiro que procurem então um homem com 5 chaves. Nem mais, nem menos. É esse o homem ideal.

Curiosamente, nem me tinha apercebido que é o exacto número de chaves que tenho actualmente no meu porta-chaves. Coincidência.

 

 

  • Ponham-no a falar com a avó

 

Sim é um óptimo teste. Se ele não fizer aquela voz fininha de netinho da vóvó, não tem coração. Tem uma pedra.

E eu não digo isto porque fui gozado quando aconteceu a primeira vez e agora tinha de dar a volta à situação. Não. Foi um estudo que li também.

 

 

  • Acompanhem-no num hobbie dele

 

Seja ir ao estádio ver futebol, seja a colar selos ou a jogar FIFA ou PES. Tem de ser algo que ele goste bastante, para estarem no ambiente dele.

Se por acaso forem ao estádio ou estiverem com ele no auto-denominado "tempo de Playstation" e não lhe ouvirem um único palavrão, é normal. Está tudo bem. Mas se por ventura ele for dos que gosta de colar selos e nesse período não lhe ouvirem soltar nenhum tabuísmo, aí sim, desconfiem. Está-vos a esconder alguma coisa.

Ninguém de bem cola selos sem recorrer à asneirola. 

 

 

 

(imagem)

  

Depois digam como correu.

 

E se sentirem aquele tremer quando virem o tal rapaz, não "sismem" logo que é o tal. Pode ter sido apenas outro sismo de 4.3.

 

P.A


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Hoje é o melhor dia para trabalhar!

Hoje é aquele dia que há 8 meses atrás, na entrada do novo ano, todos os que trabalham, olham pela primeira vez o actual calendário (como fazem desenfreadamente todos os anos) e ao repararem no 14 de Agosto, exclamam prontamente uma palavra:

 

PONTE!

 

Aquela felicidade anual de conseguir encaixar todas as peças do nosso dominó do ócio, por forma a unir o maior número possível de fins-de-semana a feriados, atinge hoje um dos seus expoentes máximos.

Feriados em Agosto, só podiam ser religiosos. É obra divina. É caridade na sua mais pura forma.

 

Hoje, com aquele tiro certeiro no submarino, no Agosto-14, conseguimos uma frota anti-laboral de 4 dias.

Nem nas grandes marcas vemos promoções assim. "Tire um dia de férias, leve 4 seguidos sem trabalhar" - É marketing demasiadamente agressivo.

 

No entanto, tenho uma outra ideia. Vamos ser racionais. Não vamos comprar logo aquele colchão que, se calhar, nem precisamos.

Não vamos ser logo devorados por este tsunami de marketing anti-laboral sem pensarmos bem primeiro. Com calma.

 

Eu admito. Não tenho vergonha em dizer: Hoje não faço ponte.

 

Mas antes de me chamarem nomes e acharem que saí do armário cedo demais, experimentem primeiro trabalhar hoje.

 

A sério, reparem nisto:

 

- Hoje o vosso adorado chefe não trabalha;

- Hoje, provavelmente, os vossos clientes não trabalham a 100%, logo vão ter um dia mais calmo;

- Hoje, terão também pouco trabalho e acabam por receber o ordenado na mesma;

- Hoje, além de vocês, terão apenas na vossa empresa, o segurança e mais as 3 pessoas que leram isto; [Força mãe, avó e leitor desconhecido da Amora! Bom trabalho!]

- Amanhã têm o vosso feriado intacto na mesma;

- E ainda ganham um dia de férias que podem tirar num outro dia qualquer e de preferência quando o vosso adorado chefe trabalhe;

 

Há que ser racional. Pragmático. Hoje é o melhor dia para trabalhar!

 

E não andar para aí a inventar/escrever textos só para me sentir bem, tudo porque o adorado do meu chefe não me aprovou hoje o dia. 

 

Adoro gestão racional.

 

 

(imagem)

 

P.A


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