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A minha namorada apanhou o bouquet

Um local de paz e reflexão, mesmo tendo ela apanhado o bouquet.

A minha namorada apanhou o bouquet

Um local de paz e reflexão, mesmo tendo ela apanhado o bouquet.

E porque hoje é Sexta-feira...

Deixo-vos o requinte que é ler a língua de Camões num cruzeiro.

 

A RTP que aprenda comigo. Em bom português.

 

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Não resisti a sharialhar.

Peço sorryulpa.

 

Bom fim-de-week pessoal.

 

Que não vos disturbem.

 

P.A

 

P.S. - Marotos! Não resistiram a pensar logo na palavra que rima com "disturbar", não foi?  

São coisas que ficam dos tempos de estudante, não é? Sempre a fazer isso a toda a hora. Dia e noite, dia e noite.

Percebo bem. É como eu. Veio logo o "estudar" à cabeça.

Marrões.

 

Ah, já me ia esquecendo de perguntar...

 

Já te "disturbinaste", Ana Malhoa?

 

 *-este post foi writescrito ao abrigo do novo acordo ortográfico marítimo personalizado, excepto Disturbar, que na realidade até existe e mas é preciso ir a alto mar para o saber.


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Um pequeno exercício, não para, mas com Grávidas

Não sei porquê mas as sextas-feiras trazem sempre uma vontade de fazer algo diferente. 

Tomar banho, ser simpático ou até mesmo participar nos follow fridays aqui do Sapo, são alguns dos exemplos de alteração de rotina que enfrento.

Não sei se convosco é a mesma coisa, mas comigo a proximidade de dois dias de férias é algo que me limpa o espírito, já que o físico tem o tal banho semanal para o efeito. Chega bem.

 

Hoje, até porque vamos falar de grávidas, proponho-vos então, em particular os rapazes, um exercício.

 

Noutro dia estava com um colega meu [obrigado Paulo] que acabara de encontrar online uma fotógrafa com um vasto portfólio de trabalhos. Começamos então a visualizar algumas das suas fotos, em particular de um certo álbum referente a uma campanha de roupa interior. Penso que terá sido um mero acaso esta escolha.

Foto a foto era realizada uma análise [apenas técnica] da qualidade da fotógrafa, do tempo de exposição da lente, do enquadramento, luz. Além disso também era avaliado o tipo do tecido e formatos escolhidos para cada peça, sem esquecer, claro está, o ambiente escolhido que envolvia aquelas jovens que, embora fossem extremamente sexys [e por sinal com cara de devoradoras de rapazes inocentes que visualizam álbuns de campanhas de roupa interior de fotógrafas online] acabámos por nem reparar assim tanto.

E por motivos óbvios, não me poderei alongar mais nesta descrição.

Na realidade, nem sequer me lembro muito bem delas. Do tecido escolhido, sim. Bastante. Belos tecidos eram.

 

De repente, num inocente "click" de "next", surge uma foto em tudo igual às anteriores, mesmo cenário, mesma roupa interior, apenas diferenciava na modelo. E quando me preparava para encarnar novamente o piropeiro que há em mim [no que trata à critica vestuária e fotográfica, claro está], o meu cérebro apercebe-se que algo está diferente, algo inesperado habita ali, uma espécie de T0+1:

A rapariga está grávida.

Senti imediatamente algo em mim. Como se estivesse a formatar o disco sem ter dado autorização. E tudo mudou....

O piropeiro dominante do meu ser fugiu dali o mais depressa que pôde, nem a porta fechou, deixando para trás, à mostra, apenas uma carcaça carinhosa, fofa e ternurenta em mim. Já não ferviam, no P.A, aquelas análises rigorosas ao tecido, ambiente, tempo de exposição da lente, nada, apenas aquela imagem de uma mãe e o seu filho num clima de amor e compaixão.

 

Foi como se o senhor das obras que há em mim, se acabasse de tornar numa bela e ternurenta Hello Kitty.

 

Até me apeteceu jogar Candy Crush.

 

(imagem)

Felizmente o efeito, embora intensamente carinhoso, só se apresenta activo durante aquela curta janela temporal em que estamos efectivamente a ver a foto. Logo a seguir, na seguinte e não grávida modelo, já voltei a apreciar convictamente o tecido e a luz, como se nada fosse. E não sei se já vos disse...E que belos tecidos eram!

 

Pena que entretanto já era nível 126 no Candy Crush. Nunca disse que não iriam correr riscos.

 

Mas experimentem na mesma rapazes. É sexta-feira!

 

 

P.A

 

 

P.S - meninas grávidas daqui do Sapo, espero que gostem! Foi uma espécie de homenagem (fofa, carinhosa e ternurenta) à P.A =)


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As pessoas de Sexta-feira à tarde

Não é novidade é certo.

Todos nós sabemos que as pessoas de sexta-feira à tarde têm algumas peculiaridades.

O que é certo é que ninguém está livre deste fenómeno. A maior parte é contagiada e vira mesmo o boneco.

Desde o neto ao avô, a sexta-feira é sempre uma sexta-feira.

 

Normalmente a profundidade da besta emocional que nos domina é directamente proporcional à necessidade do querer sair a todo o custo de onde estamos. 

Qualquer destino de fuga é válido, excepto o local de trabalho. Nunca assisti a uma possessão destas por alguém querer ir trabalhar.

 

O verdadeiro problema é que, por azar, todas as pessoas em redor de uma pessoa de sexta-feira à tarde, são também elas pessoas de sexta-feira à tarde. Naturalmente, com toda esta tensão no ar, poderão surgir picos de maior ternura verbal ou, em alguns casos, física, com direito a episódios extra de Querido Mudei-lhe a Cara.

Hoje joguem pelo seguro. Falem por email.

 

Principalmente se ao pé de vocês habitarem aqueles colegas contadores de histórias que todos conhecemos um. Aquele que de uma caneta consegue contar como a prima nasceu. Ou quando ainda não o conhecíamos bem e cometemos o erro de lhe perguntar que horas são, porque estávamos com pressa, e levamos com o episódio 267 do Canal História.

 

Que vos fique bem claro:

A pessoa de sexta feira à tarde não ajuda idosos a atravessar a estrada.

Não recicla.

Nem quer saber se você estava primeiro para entrar no elevador.

No entanto, no que trata ao uso do palavrão, apresenta-se eloquentemente culta.

Já em viagem, a pé, o seu passo é acelerado.

De carro, a buzina é a banda sonora escolhida para a viagem.

 

Que nos corra tudo bem hoje.

 

Qualquer coisa, estou no email.

 

 (imagem)

 

P.A.


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