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A minha namorada apanhou o bouquet

Um local de paz e reflexão, mesmo tendo ela apanhado o bouquet.

A minha namorada apanhou o bouquet

Um local de paz e reflexão, mesmo tendo ela apanhado o bouquet.

Motivar-me sim, mas como?

Quem nunca teve aquele acreditar com muita força, aquela energia extra, aquela confiança extrema, ou até mesmo aquele encher de peito, seguido de um "Bora lá, tu és capaz" pleno de adrenalina? 

Todos nós. Bom, todos excepto um tal senhor de cabelo estranho. Esse twitta sempre lá de cima. Nunca habitou a nossa real e desmotivadora realidade.

 

O pensamento motivador é uma das formas mais eficazes para nos superarmos constantemente. E como faz maravilhas, por vezes.

Mas não o confundam com o vosso melhor amigo. Que não é.

Principalmente quando nos faz encher de coragem para ir dizer à rapariga mais bonita da turma que gostamos dela. Que maravilha é ficar de coração partido depois.

 

Se bem que agora o rapaz até tem alternativas e até prefere fazê-lo pelo Instagram. Assim, em vez de recordar para sempre aquela cara linda, perfeita, desenhada à mão, a partir-lhe o coração, só fica a saber que ela leu o que escreveu, porque está ali aquele olhinho infernal irritante na janela, e simplesmente optou por não responder. A filha da mãe.

Mas a motivação, a tal amiga, esteve lá na mesma. A maldita. A diferença é que antigamente ainda corávamos no momento, agora só se ela tirar um printscreen e mostrar a toda a gente. 

 

De forma geral é-nos sempre mais difícil arranjar forças para motivar do que para desmotivar. O ser humano é naturalmente dramático, aliás, a vida é uma função matemática que tende para a tragédia. Mesmo ganhando o Euromilhões, somos fortes o suficiente para concluir que [ok, que apenas 312 dias e 15 milhões gastos depois]  "...o dinheiro afinal não traz felicidade".

E volta o drama à nossa vida agora milionária.

 

Então e porquê continuar a lutar contra o dramático e não utilizar a matemática da vida que nos irrita tanto, a nosso favor? Em vez de ter a trabalheira toda para nos motivarmos para algo, porque não utilizar frases desmotivadoras a nosso favor? 

 

Como as do tabaco, é isso? Não. 

Ver órgãos em mau estado, pessoas que não nos dizem nada em poses pouco saudáveis ou até mesmo letras gordas meramente assustadoras, resultam tanto como as audiências da CMTV. Cada vez são mais portugueses a assistir.

 

A ideia é boa mas foi mal aplicada. Temos de tocar em algo que realmente nos faça reflectir e não nos prenda na curiosidade humana da desgraça alheia.

 

Proponho então algumas sugestões:

 

Em vez de "Fumar Mata!" ou "Deixe de fumar pela sua saúde", usaria apenas:

"Sabia que Maria Leal fuma um destes todos os dias?"

Pensava ou não pensava duas vezes? 

 

"Fumar prejudica gravemente os seus pulmões", e que tal:

"Sabia que Maria Vieira compra um maço destes antes de escrever um post nas redes sociais"?

Existem cogumelos do tempo que batem menos.

 

Mas também podem ser imagens. Por exemplo, em vez de um pulmão em mau estado, proponho:

Uma imagem de Marcelo Rebelo de Sousa com a frase, "Marcelo não aprova."

Ou por oposição, André Ventura é favor.

 

Ou para casos de maior adicção, Trump adora.

 

 

Se ficou a pensar no assunto e a imaginar a situação, parabéns, percebeu o poder das frases desmotivadoras.

 

Se não, lamento, terá de recorrer a um especialista.

 

O Gustavo Santos.

 

Sim eu sei, guardei a melhor frase desmotivadora para o fim.

 

(imagem)

 

P.A


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O São Martinho e as alterações climáticas

O político norte-americano e Nobel da Paz Al Gore deixou ontem uma mensagem de esperança na apresentação da sequela do filme “Uma verdade inconveniente”, afirmando que as pessoas podem e vão vencer a luta contra as alterações climáticas.

Mas alterações climáticas onde? Digam-me lá? Então e o outro senhor de cabelo engraçado, que pelos vistos esse sim, até conseguiu chegar a presidente dos EUA, não diz exactamente o contrário?

 

Numa mensagem gravada em vídeo, Al Gore começou por dizer que em cada dia as pessoas do mundo produzem 110 milhões de toneladas de emissões de gases que provocam o aquecimento global na atmosfera, “como se fosse um esgoto aberto”.

Claro que me pus logo a fazer as contas para saber qual a minha quota parte neste bolo gaseificado mundial.

 

Ora somos 7,6 biliões.

Temos 110 milhões a reivindicar por esta malta toda que anda aqui só a curtir e depois não limpa nada. Portanto, isto tudo dividido, dá à volta de 0,014 kg, ou seja, 14 gramas de emissões de gases por dia e por pessoa.

14 gramas? Eu? Por dia? Lamento mas não pode ser. Não estou à altura deste grupo gaseificado.

Sinto-me flatuexcluído. E pior, inocente.

 

Logo eu que primo pela rara flatulência, embora seja bastante acutilante quando se verifica - devo acrescentar -, tenho de agora fazer parte da média gasosa? É que só o meu primo, esse artista de "artes flatas", emite quantidades impressionantes. Principalmente à tardinha, no lusco fusco. São ali 5-7 minutos de pura Avenida da Liberdade em hora de ponta. Até dá para sentir aquela brisa. Quase como quando um autocarro passa por nós e nos contempla com aquela nuvem no fim. E neste caso, este autocarro, nem se move a grão ou feijão. Não precisa. Funciona sem chumbo mesmo.

 

Mas atenção, eu sou a favor e aceito tomar medidas, claro, mas desde que proporcionais ao nosso cavalheirismo intestinal. Os camiões também pagam mais nas portagens e eu, que nesta equação sou um simples Smart for Two, não faz sentido pagar o mesmo. Não somos todos irmãos. Ele é meu primo, se faz favor.

 

Mas tirando o facto de agora já saberem o valor médio dos gases que emitem por dia e ficarem satisfeitos com o vosso contributo, tenham em consideração que são contabilizados para este total todos os factores poluentes, desde o nosso carro, lixo, consumo de electricidade, etc. O que de facto eleva o meu primo a um estatuto digno da revista Forbes.

 

Mas voltando a Trump. Alterações climáticas onde?

Digam-me.

Sempre existiram alterações climáticas. Não é nada de agora. Que eu saiba, nunca vivemos num regime de constantes climáticas. Senão como é que os funcionários do IPMA falhavam tanto? 

 

Mesmo assim, pelo menos cá em Portugal não noto nada de especial.

Ainda ontem à noite quando ia na rua, lá estava a senhora das castanhas como é costume todos os anos. Sempre no mesmo sítio, como todos os anos, e sempre com a sua mota das castanhas, tudo como de costume. Até o slogan é o mesmo:

"Olha as castanhas! "Quentes e boas! Quentes e boas!"

E eu, olha é mesmo isto! Até me dá jeito. Vou agora comprar umas castanhas para ver se ainda vou a tempo de ser honrar a média gasosa que me compete.

 

Até que a senhora me pergunta:

"Temperatura ambiente ou mais frescas?"

 

Tudo na mesma.

 

P.A

 

P.S1 - Um abraço especial ao São Martinho. Parece que já não é preciso cortares mais do teu manto para protegeres do frio os sem-abrigo que encontras pelo teu caminho. Não deve ser fácil teres investido tanto em roupa de inverno para agora ser isto. Faz como eu, mete no OLX.

 

P.S2 - Se puderem vejam o documentário do Al Gore. Mais info aqui.

 

P.S3 - Pensem bem antes de flatular.

 

P.S4 - Ah e um abraço Bruno. Primão! 


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O Drama das Entrevistas de Emprego

As entrevistas de emprego no fundo são como os amores. Podem ser raras, mas quem não as tem?

 

Ir a uma entrevista de emprego é como ir a uma espécie de encontro às cegas. Aliás, os princípios do blind date são praticamente os mesmos.

 

Tudo começa no caçador.

Este inicia a sua pesquisa online, numa busca e filtragem por perfis de que mais gosta. Assim que encontra um alvo, analisa-o com maior detalhe e, quer esteja no Tinder ou no Linkedin, se lhe interessa, seja pela foto sensual em trajes de praia ou pela experiência em Word e Excel, envia, sem qualquer pudor, o convite de amizade. A única diferença aqui é que no Tinder chamamos de tarado. No linkedIn é caçador de talentos.

Neste momento, o trabalho do caçador termina. Fomos notificados. Temos um aviso que alguém quer ser nosso amigo. Analisamos. E aqui, mais uma vez, o princípio é o mesmo: se nos parecer interessante, aceitamos e dizemos algo como "Até pode ser uma boa oportunidade, vou-lá ver como é. Nunca se sabe." enquanto clicamos em Aceitar Amizade. Se não sentirmos aquela chama, simplesmente ignoramos.

 

Segue-se então a primeira conversa. Desenganem-se aqueles que pensam o contrário. Até aqui é tudo a mesma coisa. Seja Tinder, Linkedin, Facebook ou o Badoo. O objectivo é sempre o mesmo e um só!

Marcar o primeiro encontro.

 

Mas há que saber quebrar o gelo. Senão a coisa não resulta. Não se pode ser muito bruto ou óbvio.

"Fiquei impressionado com o seu currículo."

ou a versão Tinder da coisa:

"Adorei aquela tua foto na praia, aquela luz, fantástico! E aquela frase sentimental nada relaccionada foi brutal. Nem reparei que estavas de biquíni!"

 

E agora sim, após esta primeira abordagem:

"Por esse motivo gostaria de saber se estaria interessado em reunir comigo para iniciarmos o processo de recrutamento"

ou a versão tinder da coisa:

"Por acaso não queres ir beber um café?"

 

Neste momento, se estivermos realmente interessados, aceitamos e "Vamos lá ver como é".

 

Até que o dia chega.

Qual encontro romântico, começamos a sentir aquela ansiedade típica, aquela necessidade de provar que somos bons, que temos as capacidades que nos reconheceram. E somos invadidos por algumas questões.

Será que vão gostar de mim?

E eu? Será que vou gostar? 

Quem nunca treinou ao espelho algumas frases antes do seu encontro laboral ou romântico? Isto para não falar do tempo que se passa na casa de banho na hora anterior. Afinal de contas temos de ir perfeitos para o nosso encontro laboral não romântico das 8 da manhã.

 

Aqui sim, reside a maior diferença destes dois mundos. A principal diferença entre um garanhão e um caçador de talentos é a hora a que marcam os seus encontros. Por acaso já viram alguém sedutor dizer, "Então e que tal irmos beber um copo amanhã às 7:30 da manhã? Pela fresquinha bem bom, não?". Ou por outro lado "Gostava de discutir o seu currículo consigo, hoje, pelas 23 num restaurante à sua escolha".

 

Tirando os guardas e outras profissões nocturnas, ninguém normal seduz antes do meio dia.

 

Chega a hora da verdade. Começa a entrevista. O caçador de talentos está ali mesmo à nossa frente e quer saber mais sobre nós.

E tal como nas primeiras conversas românticas, quem nunca disse ter um bocadinho mais de experiência que a realidade? Ou um sálario melhor? Ou uma formaçãozita a mais que à conta? Só para parecer mais confiante?

A conversa flui, as mentirinhas são bem aceites, sentimos a adrenalina a ferver. Ninguém nos pára! Estamos on-fire! Tudo corre bem. Será um perfect match laboral?

 

Foi um encontro perfeito. Adorámos e queremos mais! Estamos extraordinariamente felizes!

 

Só que o fim é igualmente comum ao dos encontros românticos.

 

Na realidade pouco interessa se gostámos muito ou não. Tudo depende se nos passam logo a nova entrevista, ou se ficamos para sempre na base de dados a aguardar por contacto.

 

E assim se fica de coração laboral partido.

 

(imagem)

 

P.A


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Ser Português num Cruzeiro

"Então e portugueses não há?" Foi uma das perguntas que mais me fizeram quando voltei.

 

Há sim senhor. E até conheci diferentes tipos.

O primeiro que vos apresento é:

 

O Português do Staff

 

Já é um dado estatístico absoluto que existe sempre um português no staff de qualquer organização mundial, não esquecendo também a lua. Esta até é bastante frequentada por nós. Eu pelo menos vou lá frequentemente.

Ora seria de estranhar que esta espécie de hotel afrodisíaco sobre o Atlântico não fosse um habitat bastante propício à proliferação laboral tuga. O senhor Daniel é um exemplo disso, era o nosso chefe de sala. Impecável. Se estiver a ler isto, um abraço. Pela certa não estará porque em pleno oceano, não tem rede. Eu bem sei.

 

Mas principalmente porque só há uma coisa que o português tolera menos do que não ter rede no telemóvel: é ter de pagar a rede marítima via satélite, nada barata, para a ter. Aí o português até já se arrisca a dizer coisas como:

"a vida é bem melhor assim desconectada!",

"estou muito mais descontraído, sem rede, sem chatices",

"estou tão feliz assim, bem mais leve!"

 

No entanto, depois, quando chega ao porto seguinte, é ver o telemóvel a apitar e o português rapidamente volta ao seu estilo SmartphoneDiem.

 

O Informático Português

 

Da mesma forma que existe sempre um português, tenho vindo a verificar recentemente que para onde quer que vá existe lamentavelmente outro informático português. Adivinhem com quem jantámos todas as noites?

Com mais dois informáticos.

Podíamos não ter rede, mas infelizmente havia google geek na mesa. Estou a brincar, conseguimos rir uma vez.

Estou a brincar outra vez. Foram duas.

 

O Jogador português de casino num cruzeiro

 

Simples. É o único que bate, abana e empurra a máquina para a moeda cair. E depois ainda culpa a agitação marítima. 

 

O Casal de portugueses bipolares linguísticos.

 

O nome é pomposo eu sei, mas vão ver que já ouviram falar destes. 

Conheci-os, estava prestes a ser atendido. Estava até com o meu braço esticado e encostado no balcão a aguardar. Surge então este simpático casal, um de cada lado, rodeando o meu braço. Começam a falar em português fluente sobre como me iam passar à frente, porque estavam com pressa e se me iriam perguntar ou se simplesmente passavam "sem querer". Parecia que estava num filme de acção ao estilo de 007 em que o vilão revela sempre o seu plano primeiro.

Decidiram-se por passar "sem querer". 

Não me imaginaram português.

Em defesa deles, eu estava bem penteado. Se eu não me conhecesse já há estes anos todos, pela certa também me acharia italiano. Foi uma das coisas que aprendi neste cruzeiro e escrevi aqui.

Mas até aqui tudo bem. Fiquei curioso.

Chega a minha vez e a senhora dirige-se para a empregada, empurrando ligeiramente o meu braço (aquele que sempre lá esteve) acrescentando-lhe a seguinte frase: "Excuse-moi!"

E volta a empurrar o meu braço.

A sério? E nem foi "Excusez"! Foi "excuse" como se fossemos amigos!

Falta de respeito.

 

Era este o plano?

 

É que se fosse "com licença", ainda papava. Agora depois de tudo "Excuse-moi..."? Sua grande tuga!

Senti em mim algo muito nacionalista, algo muito português, algo muito nosso!

 

Não me controlei e dei à luz, ali mesmo, outro tipo de português num cruzeiro:

 

O Barraqueiro

 

O que diz em alto e bom som: 

"Excuse-moi, NÃO!"

"Sabem bem que o "MOI", como disse a senhora, já aqui estava!"

 

Segundos passaram.

 

Vi o busto do Ronaldo nas suas caras. 

Desculparam-se prontamente e eu, qual típico bom português, dei-lhes a vez. Só lhes queria dar uma lição.

 

Afinal de contas eu já tinha passado à frente de uma Alemã.

 

Estou a brincar, era Romena.

 

 (imagem)

 

P.A


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O verdadeiro primeiro dia de aulas

Com esta temática toda do regresso às aulas pus-me a pensar em todos os meus primeiros dias de aulas.

Cheguei então a uma conclusão:

 

O verdadeiro primeiro dia de aulas é o do primeiro ano da primária. É o primeiro choque. Não temos referência. O colégio da na minha altura, não se comparava, ou pelo menos não me preparou em condições. O primeiro dia na primária, é aquele verdadeiro filtro do miúdo mimado, do que não gosta dos pais e por isso nunca chora, ou daquele que ainda não tem personalidade para tomar qualquer tipo de decisões e limita-se a imitar os restantes.

Eu fui os 3.

Sim, ainda hoje me lembro daquele momento em que os encarregados de educação deixam os seus filhos na sala de aula, naquelas mesas todas ligadas em forma de U, rodeado de outros miúdos que, tal como eu, não sabiam como foram ali aterrar. Uma espécie de reunião de crianças anónimas com problemas de adição, em que se chora igualmente pela ausência da sua "heroína". A mãe.

 

Mas voltando a mim. Sentei-me e vi a minha avó a acenar. Vejo outros pais a fazerem o mesmo. Estava bem com aquilo, pensei que era um jogo, acenei também. Mais tarde soube que dei uma falsa sensação de segurança à minha avó, que foi toda orgulhosa para casa, a pensar que eu já era um homenzinho. Comecei cedo a simular a minha postura de macho alpha. Tretas.

A minha avó sai. Os outros pais saíram.

De repente, aquelas crianças aparentemente normais, tornam-se em pequenos monstros piegas, mimados e irritantes! Iniciam um choro em sintonia gritante sem qualquer pré-aviso. Não percebo o que se passa! Não me passaram o guião? Também sou criança.

Olho para o lado e vejo uma cara de criança de boca aberta, desfigurada de tanto choro, olho para o outro lado, outra ainda mais feia e ranhosa. Imperava a confusão e berro!

Se foi por não ter personalidade, ou por susto com tanta cara feia não sei, a verdade é que desatei a chorar ainda com mais afinco e cara feia do que os restantes. De tal forma que ligaram para a minha avó.

 

Ganhei. Entrei no grupo. Fui aceite. Respeitam-me.

 

Não interessa o motivo, só sei que já vão todos querer brincar comigo. Ganhei o óscar do chorão da primária que até a avó tiveram de chamar. Sou famoso.

 

Quando tiver um filho vai receber a dica do pai. Aproveita bem o primeiro dia da primária. É o único dia da tua vida em que chorar em público te pode tornar no líder da turma. 

Não te preocupes filho, a dignidade é algo que só se adquire depois. No segundo módulo do segundo ano.

 

Se soubesse tinha chorado ainda mais. Até as meninas sabiam quem eu era.

 

Hoje em dia, já choro menos. Perdão, não se diz chorar. Macho Alpha não chora. Diz-se "Entrou-me uma coisa para o olho" que é algo bem mais machão de se dizer. 

Mas por acaso a última vez que chorei, foi quase ao nível da primária. Fiquei igualmente desfigurado, contaram-me. E tudo por causa de uma maldita alergia.

 

Sou alérgico a bouquets.

 

 (imagem)

 

P.A.

 

P.S- Um abraço especial para a malta estudante. Animem-se! Já só faltam 9 meses para as férias grandes.


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Em Banho Maria - A Rentrée

Tenho uma péssima notícia para vos dar.
 
Péssima também não. Pronto, mazinha. Pelo menos para mim.
 
Lembram-se de uma rubrica que eu tinha com uma tal de Maria que era uma bruta, mas bruta, bruta, brutinha mesmo??
Bruta boa pessoa?
 
Essa mesmo, a Maria aqui do SapoBlogs.
 
Pois é, já que estamos num período de rentrée (termo chiquérrimo), achámos bastante apropriado aproveitar a boleia. 
Até porque com este final de Agosto e início de Setembro chuvosos, mais vale ficar em casa a escrever do que a tomar banho na praia. Sem ir à água.
 
Maria, já saiste da casa de banho? Estou aqui a engonhar... Diz olá aos senhores! 
 

Maria: Sim estou pront...erm..Olá a todos!! que saudades que tinha desta espécie de rubrica! Andei durante meses a implorar ao PAzinho para “voltarmos” mas ele diz que eu lhe dei cabo dos neurónios… Não percebo.. 

Mas olha que no entretanto deves ter andado a beber caipirinhas com lima estragada! Desde quando é que fazemos rentrées ou lá o que é isso? Para mim o Verão ainda não acabou oh P.A!

 
P.A: Por acaso não estarás naquela rentrée do mês?
Maria: O_O
 
- tentativa nada descarada de injecção de publicidade no meio do texto, como nas novelas -
 
P.A: Bom, deixa-me pôr as coisas de outra forma então. O que é esta febre das pessoas com as "rentrées"? Não consigo perceber. Eu, por exemplo, odeio as reentres na Primark! Tenho suores frios só de pensar.
  
Maria: Dessas então quero distância. Não gosto de locais com muito povo junto…
 
P.A: Mas no entanto vais na mesma não é?
 
Maria: Sim, tirando o povo todo, aquilo até tem coisa giras e baratas!
 
P.A: Ai sim Maria? Estarás a falar daquele magnífico Top castanho claro, de duas alças finas, que fica a condizer perfeitamente com essas tuas calças de ganga também elas Primark e que possuem, ao contrário do que se possa pensar, uma extraordinária e elevada qualidade? -tudo dito com um sorriso na cara e de forma extremamente descontraída como se não estivesse a fazer descaradamente publicidade a uma marca.
 
MariaComo é que adivinhaste P.A? É isso mesmo!  São artigos fantásticos!! Diz a pequena Maria enquanto dá uns saltitos para ver se aparece no plano da TV, ao meu lado.
 
- fim de tentativa nada descarada de injecção de publicidade no meio do texto como nas novelas -
 
 
Posto isto, sim é verdade. Somos uns vendidos.Todos nós temos o nosso preço. A mim bastou uma sandes mista. A Maria, ganhou um vale de "Apanha tudo o que puderes em 10 minutos" (em loja).
 
Fui mais esperto. Não suei nada e fiquei de barriguinha cheia a vê-la correr!
 
 
P.A: Bom voltando ao texto. Maria, ainda antes da rentrée na vida activa, vamos falar do que se passou antes: as férias. Foram boas?
Maria: Foram muito boas, rumei a sul  e fiz campismo (quase) de luxo!
P.A: Quase luxo? Como assim? Havia caviar mas do Bom Petisco? Ou o Sushi era de Cavala? 
MariaQuase de luxo ao nível da tenda que até sub-cave e sótão tinha. Bons petiscos não faltaram, mas principalmente muita super bock…
P.A: Uma tenda T4 portanto. Por falar em bons petiscos para ti, por acaso viste alguns daqueles tanques de lavar roupa, six-pack, como as meninas chamam, que depois também têm uma cara, às vezes, também têm um cérebro e depois unidas todas as partes, formam, no seu conjunto, um homem?

Maria: Se por acaso estás a falar de six packs besuntados em óleo, com bronzes dignos de um deus grego e de me deixar a arfar… Vi uns quantos sim.

Estranhamente, sempre que os via, aparecia um carro da GNR a mandar-me parar de correr atrás deles… Acho que eles tinham qualquer coisa contagiosa e a GNR estava lá para me proteger…

P.A: O_O

P.A: Agora que penso nisso, acho que vi qualquer coisa na CMTV era mais ou menos isto: "Louca por homens em tronco nu é salva, por GNR's, de doença contagiosa." Claramente CMTV.

Maria: O_O

 

P.A: Estou a ver que foram umas férias muito animadas, sim senhor. E no areal?  Além de estares a ser constantemente salva por GNR's, és rapariga para te pintar toda de protector solar ou gostas mais de arriscar e revelar o teu lado de papoila saltitante, frita?

Maria: Hoje em dia, (não há muito tempo) sou rapariga para me besuntar com protetor. Jeitosa e habilidosa como sou, falta sempre passar nalgum sitio e apanho escaldões em manchas… É lindo de se ver.

P.A: Eu sabia que faltava qualquer coisa! Agora sim tenho a certeza: "Parcialmente queimada e louca por homens em tronco nu é salva, por GNR's, de doença contagiosa." Isto sim é 100% CMTV!

Maria: O_O
 
 
P.A: Bom e de resto? A rotina é ficar colada à toalha e nem sequer chegas a ir à água?
Maria: Sou muito friorenta. Sou capaz de passar um Verão inteiro só na toalha. No Algarve, apanhei a água fantástica e voltei à minha adolescência. (quase) Sempre dentro de água.
 
 
P.A: Devo dizer que se nota. Nas últimas rubricas do "Em banho Maria" , banho, só mesmo no título...
Maria: O_O
Maria: ?!?!? Olha nem precisas de tirar a T-shirt P.A! Mostro-te já a louca parcialmente queimada!!
 
 
P.A: Estou a brincar Maria! Não me lembrei que estavas naquela rentrée do mês!
 
 
 

 (imagem)




P.A e Maria (a parcialmente queimada e louca por homens em tronco nu, que foi salva, por GNR's, de doença contagiosa)

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O Topless

Existem sentimentos mistos no que trata ao Topless.

Eu sou a favor. Todos nós devemos ser livres de poder tomar essa decisão. Mas por outro lado, existem alguns casos que fazem confusão a alguns rapazes.

Fica-se então pelo seguinte: 

SIM ao Topless

*excepto em homens com mamas.

(Cria confusão desnecessária no cérebro masculino.)

 

 

Para quem não sabe, Topless é a arte divina que uma donzela tem de, ao retirar a parte superior do seu biquíni,  transformar a maioria dos homens em seu redor em homus poucus sapiens et extremamentus atentus.

 

Esta espécie masculina é caracterizada pela sua inabilidade pública de conseguir desviar o olhar de tal ausência de tecido e geralmente padece de torcicolos crónicos. Alguns, mais chico espertos, apresentam sinais de uso e abuso de óculos de sol - ignorando o facto dos seus olhos, mesmo assim, estarem visíveis para todos.

Têm como hábito, numa semelhança à reza islâmica, de se virarem na toalha sempre orientados, não para Meca, mas sim para o Topless. E assim ficam horas. Na sua reza. Religiosamente orientados. 

 

Como eu sou preguiçoso e conheço este comportamento masculino, sempre que chego a uma praia e sinto o chamamento "divino" não perco tempo em busca de "Mecas", sinceramente não me preocupa, afinal de contas basta olhar para os olhos dos machos que já lá estavam e já o fizeram por mim antes.

Nunca me falharam nas suas rezas.

 

No entanto, como normalmente estão acompanhados por conhecidos/família/amigos gostam de se manter publicamente ateus ou então fiéis sim, mas apenas à religião da sua companheira. Pelo que acabam por realizar a sua reza a "Meca" sempre de forma clandestina, como se um acaso do destino se tratasse e nunca fosse essa a sua real vontade, numa espécie de "calhou estar virado para ali", como se os seus movimentos na toalha fossem todos eles inocentes, arbitrários e insuspeitos.

Se por ventura um amigo/marido/namorado/vizinho/etc vosso voltar de férias com um escaldão apenas no braço direito, já sabem para onde fica "Meca" este ano, na Praia da Rocha.

 

Para os mais desnorteados fica claro o porquê de a praia do Meco se chamar Meco. É auto-explicativo. Afinal de contas é a praia mais "religiosa" de Portugal, conhecida pela peregrinação constante dos religiosos mais fundamentalistas do topless: os nudistas.

 

 

Aos mais ateus, aconselho a não ir. Até porque seriam vocês os observados.

 

Afinal de contas iam ser vocês os Adão e Eva que comeram a maçã. Ali todos vestidinhos e infiéis.

 

(imagem)

 

P.A

 


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Como escolher o homem certo

Como hoje, por essas 7:44, foi registado um pequeno sismo (de 4,3) com epicentro em Sobral de Monte Agraço, sentido também por toda a Lisboa e eu sempre sonhei escrever artigos dignos desta nova categoria que anda muito na moda, a "Lifestyle", percebi este sinal da natureza e junto finalmente o útil ao agradável, aqui no blog.

 

Natureza podes descansar. Deixa lá de brincar ao Jenga com as placas tectónicas. Eu cedo à tua chantagem física.

 

Vamos lá ser "Lifestyleiro" e "Cool" e "In" e "yes".

 

Certamente já se questionaram alguma vez na vossa vida:

Estão com uma pessoa. Tudo parece correr bem na vossa relação. Mas como saber se aquele jovem masculino mais ou menos robusto que está ali à vossa frente é realmente o ideal para vocês?

Até agora parece ser uma pessoa normal. Fala, é bom sinal, e até tem algum sentido de humor. Mas chegará esta primeira impressão?

Foi realizado um estudo que concluiu que as mulheres demoram, em média, cerca de 7 segundos até saberem se alguma vez vão gostar daquele homem. A tal chamada primeira impressão.

Mas será obra do vosso instinto feminino, que desconheço, a funcionar? Ou depende apenas da quantidade de Axe com que ele se regou antes de aparecer?

Eu e a Axe preferíamos certamente a segunda. Mas embora ajude "Axionar" essa perfumada rega antes de vos conhecer, mesmo assim não é garantido o sucesso nesta vossa primeira análise.

 

Por isso, apresento-vos 3 dicas infalíveis para ajudar a não serem surpreendidas quando já for relativamente tarde, naquela a que chamo de noite de todas as verdades: A noite de núpcias.

Quando, qual filme do "Senhor dos Anéis", o vosso pequeno e eterno Romeu, depois de colocar o anel no seu dedo se transforma num Gollum alucinado. Tudo porque o Benfica fez outra vez uma má pré-época.

 

Embora tema represálias por revelar informação altamente confidencial sobre a irmandade masculina, selada por décadas e décadas de evolução testosteronal, como me pagaram um café (dos cheios), aceitei divulgar.

 

Aqui vai: 

  

  • Olhem sempre para o porta-chaves dele

 

Sim. Porta-chaves. Um porta-chaves masculino diz muito sobre um homem.

Um homem só com uma chave, é um homem só com uma casa ou só com um carro. Aquela chave garantidamente não abre os dois.

Por isso, ou vive com a mãe, ou no carro.

Por outro lado, um homem com mais do que 5 chaves. É mais problemático, provavelmente, não terá tempo para vocês.

E pela certa terá já outra família...

 

Sugiro que procurem então um homem com 5 chaves. Nem mais, nem menos. É esse o homem ideal.

Curiosamente, nem me tinha apercebido que é o exacto número de chaves que tenho actualmente no meu porta-chaves. Coincidência.

 

 

  • Ponham-no a falar com a avó

 

Sim é um óptimo teste. Se ele não fizer aquela voz fininha de netinho da vóvó, não tem coração. Tem uma pedra.

E eu não digo isto porque fui gozado quando aconteceu a primeira vez e agora tinha de dar a volta à situação. Não. Foi um estudo que li também.

 

 

  • Acompanhem-no num hobbie dele

 

Seja ir ao estádio ver futebol, seja a colar selos ou a jogar FIFA ou PES. Tem de ser algo que ele goste bastante, para estarem no ambiente dele.

Se por acaso forem ao estádio ou estiverem com ele no auto-denominado "tempo de Playstation" e não lhe ouvirem um único palavrão, é normal. Está tudo bem. Mas se por ventura ele for dos que gosta de colar selos e nesse período não lhe ouvirem soltar nenhum tabuísmo, aí sim, desconfiem. Está-vos a esconder alguma coisa.

Ninguém de bem cola selos sem recorrer à asneirola. 

 

 

 

(imagem)

  

Depois digam como correu.

 

E se sentirem aquele tremer quando virem o tal rapaz, não "sismem" logo que é o tal. Pode ter sido apenas outro sismo de 4.3.

 

P.A


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Hoje é o melhor dia para trabalhar!

Hoje é aquele dia que há 8 meses atrás, na entrada do novo ano, todos os que trabalham, olham pela primeira vez o actual calendário (como fazem desenfreadamente todos os anos) e ao repararem no 14 de Agosto, exclamam prontamente uma palavra:

 

PONTE!

 

Aquela felicidade anual de conseguir encaixar todas as peças do nosso dominó do ócio, por forma a unir o maior número possível de fins-de-semana a feriados, atinge hoje um dos seus expoentes máximos.

Feriados em Agosto, só podiam ser religiosos. É obra divina. É caridade na sua mais pura forma.

 

Hoje, com aquele tiro certeiro no submarino, no Agosto-14, conseguimos uma frota anti-laboral de 4 dias.

Nem nas grandes marcas vemos promoções assim. "Tire um dia de férias, leve 4 seguidos sem trabalhar" - É marketing demasiadamente agressivo.

 

No entanto, tenho uma outra ideia. Vamos ser racionais. Não vamos comprar logo aquele colchão que, se calhar, nem precisamos.

Não vamos ser logo devorados por este tsunami de marketing anti-laboral sem pensarmos bem primeiro. Com calma.

 

Eu admito. Não tenho vergonha em dizer: Hoje não faço ponte.

 

Mas antes de me chamarem nomes e acharem que saí do armário cedo demais, experimentem primeiro trabalhar hoje.

 

A sério, reparem nisto:

 

- Hoje o vosso adorado chefe não trabalha;

- Hoje, provavelmente, os vossos clientes não trabalham a 100%, logo vão ter um dia mais calmo;

- Hoje, terão também pouco trabalho e acabam por receber o ordenado na mesma;

- Hoje, além de vocês, terão apenas na vossa empresa, o segurança e mais as 3 pessoas que leram isto; [Força mãe, avó e leitor desconhecido da Amora! Bom trabalho!]

- Amanhã têm o vosso feriado intacto na mesma;

- E ainda ganham um dia de férias que podem tirar num outro dia qualquer e de preferência quando o vosso adorado chefe trabalhe;

 

Há que ser racional. Pragmático. Hoje é o melhor dia para trabalhar!

 

E não andar para aí a inventar/escrever textos só para me sentir bem, tudo porque o adorado do meu chefe não me aprovou hoje o dia. 

 

Adoro gestão racional.

 

 

(imagem)

 

P.A


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Quando ele decide pedir a rapariga em casamento

Calma. A resposta é não. Ainda não.

Não sou eu.

 

Hoje trago-vos um texto de um amigo que, mesmo sem a pressão de um bouquet, resolveu pedir a sua amada em casamento.

 

Inacreditável? Ou mais corajoso que alguns P.A's que para aí andam?

Digam-me vocês.

 

Deixo-vos então com o CR.

 

Calma. A resposta é não outra vez. Não é o Ronaldo. Nem existem bustos, nem encomendas "aos pares" aqui.

 

Olá! Sou noivo!

Aliás, sou um entre muitos que sempre sonharam com esta fase até ao dia do grande momento: aquele fato comprado em saldos no ano transacto que com mais 5 quilos já não serve; os amigos e família que parece mal não convidar; o crédito pessoal com juros a 13% para as flores; o fotógrafo que quer ser wedding planner; a wedding planner que quer ser noiva; enfim, toda uma panóplia que nos motiva a encarar e a considerar o amor como algo para toda a vida, pelo menos até que a paciência nos separe!

 

Mas antes de todo este divagar, existiu um "click" por inacreditável que pareça. Algo que sem saber confessar, me fez integrar o Partido da Monogamia. Acreditar que a minha plenitude, passará por dormir em conchinha sempre com a mesma pessoa, até desenvolver úlceras de pressão ao nível dos trocanteres. [Um pequeno alerta: O CR trabalha na área da saúde, querem saber o que é? Pesquisem que eu também não sabia. Preguiçosos.]

 

Cerca de dois anos e sete meses foram suficientes para considerar este pensamento. Se existe um tempo ideal prévio de namoro, até um eventual pedido de casamento? Existe: o seu! (desde que não considere o resumo deste tempo a só um dia, e após uma ressaca de quinta-feira no Urban Beach). O tempo deve ser suficiente para que pare, e sozinho pense: "Esta pessoa aceita-me como eu sou? Aceitará as minhas manias e ainda assim, continuará com um brilhozinho nos olhos?".

 

33 anos de idade, alguns bate-chapas, dois namoros - 5 e 3 anos, considerados protótipos de união de facto, permitiram-me algum "know-how", capaz de ter alguns argumentos, num qualquer debate televisivo contra o Manuel Maria Carrilho.

A pressão social sobre o tema existe e é um preconceito! Se entre as mulheres, o desejo é fervoroso no avanço masculino para uma vida solitária a dois, entre os homens reina a "machesa" de um curriculum vitae preenchido com competências adquiridas através do maior número de nacionalidades femininas possível! Ora, o bullying perante um lobo solitário que se decide "anilhar", é uma premissa constante, nas conversas matinais aquando o café & cigarro!

 

A questão da idade, também é considerado um factor de pressão, mais no sexo feminino pelo período fértil de ovulação! "33 anos?! Com a tua idade, já tinha os gémeos e estava grávida do Afonso!" (igual a já não posso com as tuas fotos de viagem no Instagram com #metenojo).

Quero acreditar que o Mick Jagger e os seus cerca de vinte filhos, fazem justiça a que nunca é tarde para nada, ao som da "Satisfaction".

 

Em suma: todo este processo é como um lançamento de pára-quedas, pelo menos, imagino que assim seja, visto nunca ter saltado! A adrenalina e o medo é uma constante até ao "lançamento". O take-off do avião, apesar da proximidade com o céu, faz-nos pensar no harém que deixamos para trás, bem assente na terra, numa saída à noite no Kaxaça.

Depois de "saltar", não há volta a dar. Existem duas opções: sabemos que a sensação de liberdade de voo poderá perdurar até ao final das nossas vidas; Ou a condução do voo da nossa companheira nos faz entrar num estado de inconsciência e passividade, que não nos salvará de um "divórcio" com o pára-quedas de reserva!

 

CR

 

CR, obrigado por este verdadeiro serviço público.

Eu já anotei algumas coisas...

 

E o pedido, como foi? - Perguntam vocês.

Vai ter de ficar para uma próxima!

 

 

 (imagem)

 

P.A

 


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