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A minha namorada apanhou o bouquet

Um local de paz e reflexão, mesmo tendo ela apanhado o bouquet.

A minha namorada apanhou o bouquet

Um local de paz e reflexão, mesmo tendo ela apanhado o bouquet.

31 de Agosto - O Dia Internacional do Blog

Se por ventura se aperceberam de algumas notícias a alertar para um possível atentado na capital portuguesa na passada quinta-feira, não sonharam. Foi mesmo verdade.

Eu posso confirmar.

E tudo por culpa de uma equipa altamente especializada em organizar eventos.

 

Falo do blog Ela e ele, ele e Ela, esses indivíduos perigosamente boas pessoas que conheci.

 

Eu explico.

Nesta quinta-feira participei num jantar comemorativo do dia do Blog em Lisboa, organizado por este casal. E foi um verdadeiro atentado.

 

Um atendado à antipatia, à tristeza e à desigualdade [estando os rapazes em larga minoria, fui tratado como se fosse uma delas - por favor, tentar ler esta frase de forma masculina] e no fim ainda recebi prendas. Parecia o Natal que sempre quis, só que só recebia barbies e cremes.

Mentira. Até nisso o tal casal perigoso pensou.

Todas as prendas que recebi eram adequadas ao género descrito no meu cartão de cidadão. Pena, porque vi lá um verniz que é a cara do meu dedo grande do pé.

 

Mas além das prendas - o aspecto mais importante da noite - também estavam por lá pessoas.

 

E se há um traço comum que posso tirar do perfil de bloggers que vão a um jantar comemorativo do dia do Blog, é a simpatia. Sejam blogs/youtubes de moda, alimentação, ou Lifestyle em geral, a simpatia domina por tais reinos.

 

É claro que foram estas pessoas as verdadeiras prendas. Se não seguem já, podem espreitar aqui:

ChocopinkA PrincesaVitor360Living in B's ShoesEssenciais por Marta V.Flowers and LipsticksLa Vie en Rose - LifeStyle BlogGirls & BangsSaltos de CristalBy.alexandramarquesCidade do Pecado - Daniela M.A Guida É que SabeOs Contos da menina-MulherRosa ChicletA culpa é das bolachasSara Torres - Blog Miss ChiaA minha namorada apanhou o bouquet)

(excepto uma em particular que irá perceber quem é quando ler esta frase)

 

Por isso façam como eu. 

Para o dia do blog de 2018, criem já um blog. Nem precisa de ter piada, qualidade, nem nada - basta verem pelo meu - depois só precisam de treinar a cara de coitadinho nº 3 para poderem ir. 

 

O ponto fraco deste casal organizador é a bondade.

 

Vamos usar isso contra eles.

 

Depois de lá estarem, aí sim preparem-se para conhecer blogues de sucesso e aprenderem com quem sabe!

(imagem)

 

P.A

 

 

Evento apoiado pelas seguintes marcas:

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Como escolher o homem certo

Como hoje, por essas 7:44, foi registado um pequeno sismo (de 4,3) com epicentro em Sobral de Monte Agraço, sentido também por toda a Lisboa e eu sempre sonhei escrever artigos dignos desta nova categoria que anda muito na moda, a "Lifestyle", percebi este sinal da natureza e junto finalmente o útil ao agradável, aqui no blog.

 

Natureza podes descansar. Deixa lá de brincar ao Jenga com as placas tectónicas. Eu cedo à tua chantagem física.

 

Vamos lá ser "Lifestyleiro" e "Cool" e "In" e "yes".

 

Certamente já se questionaram alguma vez na vossa vida:

Estão com uma pessoa. Tudo parece correr bem na vossa relação. Mas como saber se aquele jovem masculino mais ou menos robusto que está ali à vossa frente é realmente o ideal para vocês?

Até agora parece ser uma pessoa normal. Fala, é bom sinal, e até tem algum sentido de humor. Mas chegará esta primeira impressão?

Foi realizado um estudo que concluiu que as mulheres demoram, em média, cerca de 7 segundos até saberem se alguma vez vão gostar daquele homem. A tal chamada primeira impressão.

Mas será obra do vosso instinto feminino, que desconheço, a funcionar? Ou depende apenas da quantidade de Axe com que ele se regou antes de aparecer?

Eu e a Axe preferíamos certamente a segunda. Mas embora ajude "Axionar" essa perfumada rega antes de vos conhecer, mesmo assim não é garantido o sucesso nesta vossa primeira análise.

 

Por isso, apresento-vos 3 dicas infalíveis para ajudar a não serem surpreendidas quando já for relativamente tarde, naquela a que chamo de noite de todas as verdades: A noite de núpcias.

Quando, qual filme do "Senhor dos Anéis", o vosso pequeno e eterno Romeu, depois de colocar o anel no seu dedo se transforma num Gollum alucinado. Tudo porque o Benfica fez outra vez uma má pré-época.

 

Embora tema represálias por revelar informação altamente confidencial sobre a irmandade masculina, selada por décadas e décadas de evolução testosteronal, como me pagaram um café (dos cheios), aceitei divulgar.

 

Aqui vai: 

  

  • Olhem sempre para o porta-chaves dele

 

Sim. Porta-chaves. Um porta-chaves masculino diz muito sobre um homem.

Um homem só com uma chave, é um homem só com uma casa ou só com um carro. Aquela chave garantidamente não abre os dois.

Por isso, ou vive com a mãe, ou no carro.

Por outro lado, um homem com mais do que 5 chaves. É mais problemático, provavelmente, não terá tempo para vocês.

E pela certa terá já outra família...

 

Sugiro que procurem então um homem com 5 chaves. Nem mais, nem menos. É esse o homem ideal.

Curiosamente, nem me tinha apercebido que é o exacto número de chaves que tenho actualmente no meu porta-chaves. Coincidência.

 

 

  • Ponham-no a falar com a avó

 

Sim é um óptimo teste. Se ele não fizer aquela voz fininha de netinho da vóvó, não tem coração. Tem uma pedra.

E eu não digo isto porque fui gozado quando aconteceu a primeira vez e agora tinha de dar a volta à situação. Não. Foi um estudo que li também.

 

 

  • Acompanhem-no num hobbie dele

 

Seja ir ao estádio ver futebol, seja a colar selos ou a jogar FIFA ou PES. Tem de ser algo que ele goste bastante, para estarem no ambiente dele.

Se por acaso forem ao estádio ou estiverem com ele no auto-denominado "tempo de Playstation" e não lhe ouvirem um único palavrão, é normal. Está tudo bem. Mas se por ventura ele for dos que gosta de colar selos e nesse período não lhe ouvirem soltar nenhum tabuísmo, aí sim, desconfiem. Está-vos a esconder alguma coisa.

Ninguém de bem cola selos sem recorrer à asneirola. 

 

 

 

(imagem)

  

Depois digam como correu.

 

E se sentirem aquele tremer quando virem o tal rapaz, não "sismem" logo que é o tal. Pode ter sido apenas outro sismo de 4.3.

 

P.A


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Os Preços Estratosféricos do Restaurante "Made in Correeiros"

O recente caso do "Made in Correeiros" [o caso do restaurante que cobra valores absurdos aos clientes que não estão informados] na baixa Lisboeta, veio mostrar como se pode brincar facilmente e sem vergonha nenhuma, com a vergonha alheia.

Numa espécie de "vou-te enganar à descarada, porque para mim és apenas um totó educado e com vergonha de parecer pobre".

 

O esquema é de tal forma bem feito que funciona qual acto de ilusionismo. Tudo começa com as assistentes/empregadas(os) à porta, para nos distrair e atrair para o restaurante. Depois apresentam uma carta com valores mais ou menos acessíveis. No entanto, ao escolher, nunca existe o prato. Então essas mesmas assistentes indicam alternativas e, por educação, acreditamos que são no mesmo intervalo de preços. O número de ilusionismo já vai a meio.

Comemos e no fim acaba o truque, chega a conta. Nem percebemos bem o que aconteceu, mas temos 500 euros para pagar. Fim da ilusão.

 

A única diferença aqui, para os números de ilusionismo em que nos é solicitada uma nota, é que no fim ainda a recebemos de volta. Intacta.

Aqui não. Aqui só resta uma cara pálida do cliente, que por educação nunca perguntou preços e que agora tem vergonha de não pagar.

 

Mas ser ilusionista é isto. É todo um saber da arte de bem enganar quem tem à sua frente. Tudo sem a vítima perceber qual foi o truque envolvido. Só sabe que aconteceu, mas nunca se apercebe que estava a cair em tal engano até o número terminar.

 

Já "Tolkien", nos seus livros de "Senhor dos Anéis", nos alertara para tal comportamento social.

 

Enquanto o nosso ilusionista "Luís de Matos" optou por ser "Gandalf the White", do bem, o "Xula" [alcunha do dono do restaurante], virou-se para o lado oposto, numa espécie de "Saruman" chico esperto das trevas da restauração.

O cliente será pois claro Frodo, o pequeno rapaz que tem por "hobbit" ser muito educado e que, embora não tenha muitas posses, honra sempre as suas dívidas. Nem que para isso tenha de ir ao limite para derreter o anel dourado que lhe fora cedido pelo tio. E nada melhor que ir ao "Mordor in Correeiros" para o fazer.

 

Mas quem é este Xula afinal?

O génio de tal negócio chama-se na realidade José Cardoso, o que para o seu tipo de negócio obviamente não pegaria. Era como se o Saruman fosse o Joaquim Esteves. Por muita bruxaria que fizesse, muito feitiço, nunca deixaria de ser o "Quim do mal" ou simplesmente "O Esteves". Ora nenhum destes nomes é levado a sério, principalmente no negócio das trevas da restauração. Pelo que Xula, encaixa perfeitamente.

Além disso, não deixa de ser uma forma analfabeta de conjugar o verbo chular. É mais do que perfeito.

 

E que fazia Xula antes desta vida nas trevas da restauração?

Embora parte do seu plano hoje em dia, passe por não apresentar a carta no seu restaurante, nos anos 90, este senhor já dava cartas do seu profissionalismo. Era mesmo uma referência nacional na arte de carteirismo no eléctrico 28. Terá sido nesta formação profissional [na universidade da vida], nas belas artes de coleccionar carteiras alheias, que terá aprendido grande parte da informação que hoje utiliza no seu restaurante:

 

1- aprendeu que a carteira dos turistas é normalmente mais pesada.

E que afinal "O turista só vem uma vez, podemos enganar e não é preciso fidelizar"

2- aprendeu a subtileza de saber retirar dinheiro sem as vítimas darem conta, sendo que quando se apercebem, já é tarde demais.

 

De facto, já dizia a minha avó, é sempre diferente quando lidamos com alguém formado na área antes de abrir o seu primeiro negócio. Nota-se aquele jeito mais profissional. Mais apto. Mais preparado. Mais refinado.

 

É outra coisa.

 

Por isso, se puderem, dêem lá um pulo. Mas cuidado! Não comam, nem bebam.

 

Não sejam Frodos.

 

 (imagem)

 

P.A

 

 

Como extra, deixo-vos 10 dicas para não serem Frodos:

 

1- Perguntar ou tentar ver os preços antes de pedir. Nada de se armarem em clientes educados do bem ou que não querem parecer agarrados.

2- Assumir que por muito gira/giro que seja o empregado, se ele sugere algo, é porque é caro.

3- Se por acaso estás a jantar com outro Frodo  que acabou de comer uma tosta mesmo sem saber o preço, o mal está feito!

Come o resto todo! Pagas o mesmo!

4- Restaurantes sem carta, menus ou preços à porta, é zona extremamente radioactiva para carteiras mais pequenas. Evitar exposição.

5- Dica anti "Xula" e "Made in Correeiros": Perguntar sempre o preço do que não está no menu.

6- Principalmente em grupos grandes, tentar manter o registo de bebidas. 43 imperiais não são o mesmo que 34. Embora os números sejam os mesmos.

7- Sobremesas. Aqui deixo em aberto. Pesar bem a possibilidade de vir a participar no Peso Pesado versus os 5 euros ou mais da Mousse que vais poupar. 

8- O café - Se estão dispostos a pagar até 5 euros, podem ignorar esta dica.

9- Conferir sempre a conta no fim. E se estiver mal, reclamar. Seja uma bebida a mais, ou a menos. Essa parte do Frodo devem manter. A humildade de dizer que falta uma cola é algo que prezo bastante nesta vida. Isso e a Maria Vieira offline.

10- O mais importante de todos: Seguir este blog.

 

 (imagem + imagem)


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Os Taxistas na noite de Santo António

Antes de mais, devo dizer-vos que esteve uma noite fantástica na noite de Santo António em Lisboa. Temperatura perfeita, ambiente de festa e uma conhecida minha a tirar imperiais na tasquinha. Perfeito! Conseguimos reunir todos os ingredientes necessários para uma grande festa.

Mas o problema nem foi a festa em si. O problema foi sair dela.

 

Imaginem por momentos que são 4 da manhã e estão a 4 quilómetros de casa, acompanhados, e que alguns elementos do vosso grupo estão cansados, incapazes de assumir tal caminhada. Subitamente avistam ao longe uma fornalha de táxis com a sua luz verde, de salvação, ligada. Que sorte! 

Nunca estive perdido no deserto, mas será certamente um sentimento idêntico ao de observar um pequeno oásis lá ao fundo. Só que com menos bigode.

 

Chegámos e abordámos de imediato o táxi mais próximo. Mas antes que conseguisse abrir a porta [que estava trancada], pergunta-me prontamente o senhor taxista: "Para onde querem ir?"

Digo-lhe o destino.

"É muito curta a viagem de carro. Não podem entrar!"

Fecha o vidro e avança ligeiramente o carro como se eu fosse um insecto prestes a invadir o seu espaço. Ah que maravilha, eu, o melga, obrigado por me fazer sentir assim.

 

Bem, mas não vamos estar já a caracterizar toda uma profissão, apenas porque um inegrume está mal disposto ou que ao invés de perceber que está a lidar com pessoas, pensa que afinal transporta apenas euros.

Meu caro amigo, você devia era dedicar-se à sua real vocação: Transporte de valores. Vá por mim. Nasceu para isso.

 

Aproximamo-nos então do segundo taxista. Vou para falar e surge exactamente o mesmo texto. E porta trancada também.

 

Mau, então afinal queres ver que eles dão isto lá na escola?

Deve ser na disciplina de "Como publicitar a UBER" certamente. Alunos de 20 aqui. Servido pelos melhores. Que orgulho. Assim vale a pena!

Face a nova resposta torta de um senhor taxista, eu, ligeiramente agastado, pergunto "Olhe, por acaso não tem livro de reclamações?"

A resposta foi rápida:

Um pé a fundo no acelerador que me obrigou a retirar a cabeça rapidamente da janela do táxi. Caso contrário estaria, neste momento, pela certa, a escrever-vos da sala de estar do meu dentista.

Ai estes taxistas, era uma piada! Eu não ia mesmo escrever! Mentira, ia.

Ai esta malta sem sentido de humor! E aparentemente sem livro de reclamações, também.

 

Bom. Hora de apontar ao terceiro taxista. Isto foi só azar, este terceiro tem cara de ter chumbado no curso. Agora é que é.

 

Mas este, mal viu o seu colega a acelerar depois de falar comigo, foi bem mais prudente.

Antes que tivesse de me mostrar que afinal era mesmo bom aluno e dono do diploma de 20 valores em "A UBER é muito melhor", optou por desligar as luzes de serviço, numa espécie de mecanismo de defesa, digna de um texto do grande orador da BBC Vida Selvagem [Eduardo Rêgo]:

"A espécie taxista, para sobreviver na natureza, adapta-se ao meio ambiente, desenvolvendo esta fabulosa arte de camuflagem/simulação de morte. Este acto de camuflagem ou de se fazer de morto, é representado pelo acto de desligar as luzes de serviço e de seguida ficar imobilizado a olhar para o infinito, ignorando totalmente quem lá está fora. Desta forma consegue fugir aos seus predadores, os clientes indecentes, que moram a menos de 4 km e lhe querem pagar apenas 8 euros pela viagem."

 

A sério. Eu que os veja a abanar carros da UBER outra vez. Isso sim foi vida selvagem. 

 

Va lá que aquilo das meninas virgens serem violadas que disseram, até faz sentido. Como vos disse, caros leitores, nem tudo é mau.

 

Relativamente à UBER, o serviço estava com algum tempo de espera, o que cada vez percebo mais, dado o comportamento dos camaleões/simuladores taxistas que acabara de conhecer. No entretanto, enquanto decidíamos o que fazer, passa por nós um autocarro da Carris que nos deixaria a apenas 1 km de casa. Já era uma pequena vitória.

 

E assim foi.

 

Obrigado CARRIS, afinal eras tu o oásis.

 

 (imagem)

 

P.A

P.S - Caro leitor, caso esteja ainda a pensar no assunto. Sim, é irónica a frase onde concordo que as virgens que devem ser violadas. Claro que é. Até porque na realidade existem 12 signos e seria uma forma bastante racista de ver a coisa.


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As Pontes e os Santos Populares

A espera acabou. Chegou oficialmente a melhor semana do ano para os Lisboetas.

 

Desta vez houve forte concorrência, um tal de Salvador Sobral, um líder espiritual e uma lambreta de um certo Eliseu uniram-se para tentar mudar a preferência do Lisboeta. Mas o feriado móvel do Corpo de Cristo, devolveu a vitória semanal, já em prolongamento, à semana do costume.

Afinal de contas, o português gosta mais de 2 pontes na mão do que 2 troféus e 2 beatificações em Portugal.

 

Mas esta semana não se fica por aqui. Além deste marketing agressivo de engenharia não-laboral, ainda oferece uma espécie de queima das fitas intergeracional. Falo-vos, claro, dos Santos Populares.

Temos desfile, temos cerveja e temos mixórdia. A diferença é que podemos encontrar a nossa avó lá.

 

Pois.

 

Mas não se preocupem. Normalmente a coisa até corre bem. Existem zonas geracionais e até estamos naturalmente programados para que corra tudo bem, ora vejam:

 

Os mais seniores levam a sua cadeirinha e vão apenas para comer descansadamente a sua sardinha e assistir ao desfile das marchas lisboetas. Mas sempre com aquela esperança de poderem ver finalmente o Malato ao vivo.

 

Os mais novos, aproveitam a desculpa para saírem de casa com os pais, sempre muito bem comportados e donos de grande amor pelos progenitores, exclamando uma ou duas vezes frases como: "Adoro jantares familiares destes papá!". No entanto, na primeira oportunidade, desaparecem "porque o Tó disse para ir ali ter com ele" para poderem saber pela primeira vez como é afinal esse famoso Bairro Alto que os mais velhos tanto falam.

 

E os semi-cotas, pré-seniores e ex-adolescentes, que andam ali pelo meio?

Tirando os solteiros que descobriram o Tinder e desesperam de braço no ar por rede, os restantes vão aproveitando o tempo que lhes resta no meio da multidão antes de começarem a sentir que aquela zona já não é para eles. 

 

É que a idade é o inverso do Malato.

Com o tempo, pesa mais.

 

 

(imagem)

 

P.A 

 

P.S - Eu falo por mim. Por vergonha, não levo o banquinho.


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