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A minha namorada apanhou o bouquet

Um local de paz e reflexão, mesmo tendo ela apanhado o bouquet.

A minha namorada apanhou o bouquet

Um local de paz e reflexão, mesmo tendo ela apanhado o bouquet.

Quando encontramos dinheiro na rua

Nesta matéria, o meu saldo é claramente positivo, encontrei bem mais notas do que as que perdi. Se calhar porque, tal como nas conquistas femininas, temos a tendência de multiplicar por 3. Dói menos assim.

 

Ontem numa das minhas caminhadas observei alguém que, por sinal, teve essa sorte. E digo observei porque não foi um processo de "apanha" imediato. Mas já lá vamos.

 

Não sei se já pensaram no assunto, mas é algo que varia bastante de pessoa para pessoa.

Para alguns nem há assunto, está ali a nota e agora já não está, para outros é delineado um plano perfeito de "toque e foge" altamente cronometrado para que nada corra mal e ninguém se aperceba que acabámos de apanhar uma nota do chão. Por fim, temos um terceiro grupo que ou é muito rico ou sofredor de alguma doença reumática, em que mesmo vendo, ignoram aqueles frescos 20 euros ali abandonados.

 

Este senhor pertence ao segundo grupo. Desenhou todo ele um plano embora sem grande sucesso, como prova a existência deste post.

Amigo, perceba uma coisa, você não pode estar a deslocar-se a velocidade constante em pleno passeio e subitamente travar e estancar o seu pé direito, como se de uma âncora se tratasse, em cima de uma calçada em particular. E depois simplesmente ficar ali, em pé, parado. Como se fosse tudo normal e que era exactamente aquilo que lhe apetecia mesmo fazer naquele momento.

Digo-lhe, nem o Corcunda de Notre Dame já me parecia tão visualmente desequilibrado a avaliar pelo excesso de força que você estava a fazer numa das suas pernas naquele momento.

 

Passo então por si e como me deixou desconfiado, dei uma piscadela no seu pé-âncora e foi quando vi ali um canto maroto de nota azul a espreitar pelo seu sapato. Conclusão, andei mais uns metros, mudei de passeio e "estacionei" também, a aguardar o desfecho de tal novela.

O senhor esperou que toda a gente do passeio passasse e somente depois, num nano-segundo, se baixou, apanhou a nota e voltou a seguir o seu caminho. Ainda andou uns metros a olhar para ela, visualmente bem disposto, e somente depois a guardou.

Mas diga-me o porquê tanta novela? Será algum tipo de vergonha?

 

Afinal de contas o meu caro amigo só se baixou de cóccix bem espetado, perto de um beco com pouca luz, para logo a seguir surgir sorridente com uma nota na mão, não estou a ver que imagem errada se pode retirar daqui.

 

 (imagem)

 

P.A.



O verdadeiro Pesadelo na Cozinha

É certo que graças ao programa da TVI de domingo à noite, "Pesadelo na Cozinha", quer queira quer não, criei um conjunto de novos tiques de análise quando entro agora num restaurante.

Tornou-se inevitável não verificar por exemplo, se aquele canto do tecto é habitado por algum aracnídeo, ou simplesmente se as portas/divisórias têm pó desde 1984.

Outro aspecto importante que dei por mim a reparar é se temos acesso à cozinha. Nos casos de cozinha aberta, dou sempre uma piscadela às frigideiras. Não vá topar alguma com gordura acumulada dos 13423 produtos que já fritou.

 

Feitas algumas análises prévias, lá me sinto e sento mais confortavelmente.

 

Mas desenganem-se aqueles que acham que basta.

 

Estava num restaurante impecável, bem limpo, com empregados bem formados, bem decorado, boa carta e com cozinha aberta. Tudo para ser um sucesso e de acordo com as boas práticas.

 

No entanto quando nada o fazia prever, depois de me ter deliciado com a comida 5 estrelas, deparei-me com o verdadeiro pesadelo na cozinha.

 

Baratas? Lixo ao pé de comida? Não, muito pior... 

 

E digo-vos, cozinhas abertas nunca mais!

 

Então não é que o filho da mãe do cozinheiro estava a fazer olhinhos à namorada que apanhou o bouquet?

E ainda por cima era giro, segundo ela...

 

ASAE, já tenho o teu número em marcação rápida.

 

 (imagem)

 

P.A



O que é um Like?

Este nome que apareceu do nada nas nossas vidas e que se propagou de tal forma que se pararmos agora para pensar já nem conseguimos imaginar bem como era o mundo antes de ele existir.

Mas o que é um like? O que significa verdadeiramente aquele botão que alguém achou por bem colocar ali para nós clicarmos?

 

Ainda se lembram como foi o início? Quando tudo começou? Foi a loucura total.

Toda a gente usava e abusava do like, era like a torto e a direito a tudo o que aparecia à frente. Nem era preciso gostar ou não, sabia-se lá na altura o que raio "Like" queria dizer! Fazer like era na altura uma das melhores formas de mostrar que estávamos vivos no mundo virtual, era a chamada do livro de ponto a que dizíamos presente. E claro, sendo novidade, de tão cool que era, tínhamos de ser logo os primeiros a deixar a nossa marca. Era a verdadeira corrida ao like.

 

"A Joana vai-se roer toda, por eu ter posto o like e ela ainda não!" [Eram assim as minhas colegas - A darem-se bem.] 

 

Por isso, no meio de tanta loucura, era normal ver fotos de cachorrinhos fofos e queridos a serem espancados com cerca de 1 Milhão de likes e esse mesmo milhão sedento por mais.

Até que, como em tudo na vida, a novidade acaba.

Assim que a oferta foi subindo e ultrapassou a procura, tudo mudou. Já toda a gente fazia like, desapareceu a magia. Já não havia aquela chama.

E é com essa mudança que chegamos aos dias de hoje em que as pessoas são bem mais selectivas no seu like. Chegando até a pensar duas vezes, com o dedinho já bem no ar, se de facto querem que toda a gente saiba que vão fazer aquele like. Principalmente se temos namorada e, por engano, damos com uma foto de uma menina que, por acaso, veste muito bem de personalidade. Ai que luta interna esta, a do meu amigo Carlos.

 

O like mudou é certo. Tornou-se num bem precioso, pessoal e também questionável, uma espécie de esmola virtual que só damos a quem queremos ou podemos, a nossa última verdadeira rebeldia, o nosso voto.

Não tenham ideias, já não há borlas com antigamente. Querem o meu like? Trabalhem para ele!

 

O like ficou importante. De tal forma que hoje é a medida da nossa performance social.

Qualquer dia os arrumadores já não pedem moedas. Pedem para fazer like na página deles.

 

Diz-me quantos likes tens, digo-te quem és. 

 

 

"Boa P.A, gostei muito do teu post de hoje! Toma lá o meu like para ires ali beber um cafezinho..."   

 

Obrigado, acho eu...

 

P.A.



As pessoas de Sexta-feira à tarde

Não é novidade é certo.

Todos nós sabemos que as pessoas de sexta-feira à tarde têm algumas peculiaridades.

O que é certo é que ninguém está livre deste fenómeno. A maior parte é contagiada e vira mesmo o boneco.

Desde o neto ao avô, a sexta-feira é sempre uma sexta-feira.

 

Normalmente a profundidade da besta emocional que nos domina é directamente proporcional à necessidade do querer sair a todo o custo de onde estamos. 

Qualquer destino de fuga é válido, excepto o local de trabalho. Nunca assisti a uma possessão destas por alguém querer ir trabalhar.

 

O verdadeiro problema é que, por azar, todas as pessoas em redor de uma pessoa de sexta-feira à tarde, são também elas pessoas de sexta-feira à tarde. Naturalmente, com toda esta tensão no ar, poderão surgir picos de maior ternura verbal ou, em alguns casos, física, com direito a episódios extra de Querido Mudei-lhe a Cara.

Hoje joguem pelo seguro. Falem por email.

 

Principalmente se ao pé de vocês habitarem aqueles colegas contadores de histórias que todos conhecemos um. Aquele que de uma caneta consegue contar como a prima nasceu. Ou quando ainda não o conhecíamos bem e cometemos o erro de lhe perguntar que horas são, porque estávamos com pressa, e levamos com o episódio 267 do Canal História.

 

Que vos fique bem claro:

A pessoa de sexta feira à tarde não ajuda idosos a atravessar a estrada.

Não recicla.

Nem quer saber se você estava primeiro para entrar no elevador.

No entanto, no que trata ao uso do palavrão, apresenta-se eloquentemente culta.

Já em viagem, a pé, o seu passo é acelerado.

De carro, a buzina é a banda sonora escolhida para a viagem.

 

Que nos corra tudo bem hoje.

 

Qualquer coisa, estou no email.

 

 (imagem)

 

P.A.



Mas que virose é esta?

É impressão minha ou anda aí uma nova virose?

 

Uns podem dizer que é a Primavera, outros falta de roupa. Mas o que é certo é que está por todo o lado.

 

A coisa começou aqui e ali mais ou menos há duas semanas. Um caso ali, outro caso acolá, ninguém estranhava, afinal de contas não é daquelas mais contagiosas e todos os anos acontece.

A pessoa sabe que existe, mas sente-se segura na mesma. 

 

Mas agora onde trabalho são já 3 casos. Aqui, em blogs, já lhes perdi a conta nos últimos dias.

 

Sinceramente eu até nem sou destas coisas, mas se calhar vou jogar pelo seguro e começar a tomar as devidas precauções.

 

Pelo sim pelo não vou começar já hoje a trabalhar até mais tarde e a ter dores de cabeça quando chegar a casa.

 

É que esta coisa da Paternidade é séria!

 

 

 

 

P.A.

 

 



O que é uma biblioteca?

Ouvi eu um adolescente a perguntar a um colega.

 

Na minha altura, na escola, um calduço seria a opção correcta e imediata. Mas neste caso o colega respondeu:

"Não sei, acho que tem livros."

 

Fez-me pensar.

Hoje em dia a rapaziada já não passa serões a fazer os chamados trabalhos de grupo na biblioteca. Agora chama-se whatsapp, telegram ou messenger. O que até é mau.

 

Quantas vezes não disse eu à minha avó que ia para a biblioteca adiantar o trabalho de ciências, quando afinal estava era a estudar línguas com a minha colega estrangeira Mafalda? Estou a brincar avó.

Era a Inês.

 

Por algum motivo sempre tive melhor nota a inglês. É tudo uma questão de estudo. 

 

Mas caro adolescente, já imaginaste como será entrares numa biblioteca e teres de procurar um livro, por corredor, fila e posição? 

E ao fim de uns minutos de procura, descobrires que aquele intervalo ali, aquele mesmo, entre dois livros que não te servem para o trabalho, é exactamente o intervalo do livro que tu precisas?

E que quando tu te viras, triste com a situação, percebes que quem tinha acabado de o requisitar é um colega teu que está naquele preciso momento a olhar para ti e a rir?

 

Agora imagina isto tudo num clima pesado e controlado onde não podes rir, não vá o bibliotecário aparecer.

 

"Bibliotecário?" - perguntas tu.

 

Sim, entrar na biblioteca é ser confrontado com aquela figura autoritária que lá habita, de expressão sempre fechada e que ao mínimo som exerce violentamente o seu gesto de indicador bem firme, colado aos lábios. Sempre acompanhado de um "shhh" assertivo e olhar ameaçador.

É ter todo aquele peso de responsabilidade quando este mesmo senhor bibliotecário chega com obras mais antigas nas mãos e na entrega, solta apenas uma palavra com voz robusta: "Cuidado."

Que arrepio.

 

É uma experiência que te aconselho, caro adolescente.

A ti e aos teus amigos.

 

Ou isso ou treinar línguas.

 

 (imagem)

 

P.A.



Cuidado, Fui burlado na esquadra

Quem o diz é o senhor Alfredo.

Amigo de longa data do meu avô, polícia reformado com mais de 40 anos de trabalho, sempre na mesma esquadra.

 

Hoje trago-lhe uma história, não minha, mas deste grande senhor Alfredo.

Mas já lá chegarei.

  

Desde queixas apresentadas porque a esposa ressona, ou até mesmo carros de patrulha requisitados para emergências que afinal eram apenas para apanhar o marido com a amante em flagrante noutra residência. O senhor Alfredo estava presente.

Mas há mais.

Casos de pessoas que se apresentavam voluntariamente na esquadra para serem presas, apenas porque gostavam de saber como seria, ou ainda as que chegavam e apenas diziam "Não aguento ver homens com farda...".

Estas, o senhor Alfredo só sorriu e deu um ligeiro toque na boina. Não adiantou mais...

 

Mas de todo este concentrado de situações, apresento-lhe esta, com mais de 30 anos de história:

 

Era uma terça-feira, por volta do meio-dia.

Apresenta-se um senhor de seu nome Manuel, bem vestido e bem falante. Quer apresentar queixa.

O senhor é atendido.

Afirma convictamente que lhe roubaram a carteira. A queixa é feita.

Só que logo a seguir surge um problema. Informa que tem de viajar para o Porto nesse mesmo dia e que na carteira continha além do bilhete, todo o seu dinheiro. Pergunta então se a esquadra não poderia emprestar o dinheiro que, obviamente, ele daria todos os seus contactos. O senhor Alfredo regista os dados e indica que no máximo poderão comprar eles próprios(esquadra) o bilhete.

 

"Não tínhamos computadores. Só máquinas de escrever e apontávamos tudo num dossier". - conta.

 

Entretanto com o aproximar da hora de almoço, o senhor bem falante Manuel pergunta se não poderia incluir também o almoço nesse mesmo "empréstimo". O pedido foi concedido e como o senhor não tinha carro, foram dois polícias e o senhor Manuel numa espécie de escolta policial até ao restaurante. Almoçaram todos.

O senhor não se fez rogado e como disse que seria ele a pagar e estavam a ser tão simpáticos para com ele, pediu tudo do bom e do melhor, claro.

 

"Eu sei porque estava lá! Era um dos polícias!" - reforça o senhor Alfredo.

 

Por fim chega a conta. O senhor Manuel ainda comenta que até contava com maior despesa, mas quem regista e paga, são os dois polícias.

Terminada abastada refeição, saem do restaurante e como a hora de partida do comboio já é próxima, assistiu-se, mais uma vez, a uma segunda escolta policial, desta feita até à estação de comboios.

 

O senhor entra no comboio e despede-se dos polícias, agradecendo bastante toda a hospitalidade.

 

"Os dados eram falsos e até hoje não recebemos nada!"

 

"E foi assim que fui burlado! Nem na esquadra!"

 

 (imagem)

 

P.A



Como é ir ver um jogo de Portugal

Um bom português, de sangue puro, decide às 15 horas do próprio dia que afinal, se calhar, até quer ir ver o jogo de Portugal que começa apenas 4 horas depois.

E pior, pensa que teve uma grande ideia. 

 

Na realidade esse nem é o problema. O verdadeiro problema do bom português é que nunca há só um.

 

Este sábado, eu fui um bom português.

Quando cheguei ao Colombo, na esperança que ainda existissem bilhetes para venda, mal viro para o Continente, travo bruscamente contra um muro de gente. Sim. Era a fila para os bilhetes. Estavam lá os meus irmãos todos. Desde o bom português Alberto, à Maria, passando pelo pequeno Américo e acabando com último da fila: Eu.

A primeira coisa que pensei é que mesmo que ainda existam bilhetes quando chegar a minha vez, de certeza que serão para lugares onde já não dará para ver o João Moutinho. Mas que poderia fazer agora? Quando entretanto já tinha mais 20 irmãos atrás?

Fiquei.

Quem adorou a situação foram os elementos femininos que me acompanhavam, dos quais destaco a menina que apanhou o bouquet que prontamente se voluntariou juntamente com a irmã a ficar na fila. Mas não comigo claro.

Falo das filas da Zara, Primark, Bershka e mais não digo que já estou com tonturas.

Resumindo, um dia de sonho para elas. Pena aquele detalhe chato de terem de ir ver bola.

E eu?

Fiquei, claro. Antes ali!

 

Mas e quem estava a trabalhar no meio da confusão?

Para as empregadas do apoio ao cliente do Continente foi um dia normal. Triste, mas normal.

Habituadas a atender milhares de pessoas por dia estão elas, o problema é que estava toda a gente alegre, em festa e nem um ferro de engomar ou torradeira foi devolvido naquele dia. Confesso que me tocou. Notava-se que estavam em baixo, implorando por um berro, uma expressão menos simpática, um ligeiro murro na mesa, algo que as animasse, mas em vão. O bom português nestas coisas porta-se bem. Nem o pequeno Américo chorou.

 

Chegou a minha vez.

 

Confirma-se, não vou ver o João Moutinho.

 

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 (e não vi mesmo...)

 

P.A.



Em Banho Maria #8 - O tamanho importa?

Segunda-feira secante?

Em Banho Maria refrescante!

 

(ao telefone)

P.A: Já não te vejo há uma semana! Onde é que andas??

Maria: Estou quase a chegar P.A!

P.A: Maria??

Maria: Sim...?

P.A: Eu liguei, mas foi para o meu amigo da esquadra

(chamada violentamente interrompida)

 

Maria chega, calada...

 

P.A: Não sabia que "tinhas multas por pagar" Maria. Ficou "tudo em dia"?

Maria: O_O

P.A: Continuando...Mais uma vez, deixa-me que te diga que é um privilégio ter-te aqui em minha casa para mais um Em Banho Maria.

Maria: Obrigada P.A.

P.A: Da próxima, com mais calma, tenta é tirar primeiro as algemas...

Maria: O_O

P.A: Agora que te deixei mais confortável podemos começar.

Maria: ... Começo a achar que não tomas a medicação...

 

 

P.A: Esta semana vamos falar de tamanhos. Diz-me, és rapariga para gostar mais de XL ou XS?

Maria: Estou numa fase intermédia. o XS já não me serve e o XL ainda é muito grande. M é agora o ideal. 

P.A: Gostei do ainda... E a dormir? És mais aventureira e gostas de dormir perigosamente na berma, ou seja, em cama individual, ou preferes rebolar em cama vasta de casal até adormecer?

Maria: Na berma, de uma cama de casal.

P.A: Inteligente de facto...E com o "calçado"? Gostas de sentir o "pezinho" mais para o apertado ou para o largo?

Maria:  Justinho, justinho. nunca apertado e também não gosto de chinelar.

P.A: Fico sempre na dúvida se ignoras as aspas ou não... 

 

P.A: Imagina agora que tinhas dois rapazes para escolher. Um veste XS de boxers outro XL. Qual seria o eleito?

Maria: O XS de boxers, gosto deles assim para o magrinhos

P.A: Por falar em boxers...Até quanto toleras, em polegadas, o tamanho do...

Maria: Vê lá o que vais perguntar P.A!

P.A: Smartphone?

Maria: Ah bom, ainda assim agora não te respondo. Abusador!!

P.A: Não sabia que o Smartphone era tema tabú entre nós Maria! Mas responde-me agora à pergunta que todos aguardam. O tamanho importa realmente? 

Maria: Continuamos a falar de smartphones? claro que importa. no meu atual quase não vejo as letras de tão pequeno que é.

P.A: "Claro que importa" - Fica registado.

  

P.A: Última pergunta, a da praxe: o que dizem...as tuas algemas Maria?

Maria: Que querem umas proteçõezinhas para não magoar os pulsinhos... para a próxima não as posso comprar no chinês

 

(Desligam o som)

 

P.A: Olha, agora quando te fores embora, levas-me estes papéis se faz favor?

Maria: O que é isso P.A?

P.A: Nada de novo para ti. São multas para perdoar...

Maria: O_O

 

 (imagem)

 

P.A



SmartJogos

Belo trocadilho multi-linguístico ali no título hein?

 

Bom...

 

Que coisa fantástica esta de um telemóvel correr jogos que envergonhariam a minha simpática Mega Drive 2. (quem tem menos de 25 anos consulte aqui, por favor.)

Mas esta nova rotina do fácil acesso ao jogo também pode alterar as nossas vidas.

Eu dou por mim a ir voluntariamente à segurança social só para poder ter finalmente tempo para acabar o enigma impossível do nível 21.

E quando estou mesmo aflito, que aquele anormal do Hugo já me passou no score outra vez, até digo à rapariga que apanhou o bouquet, que o que gostava mesmo de fazer num sábado à tarde era ir ver as últimas novidades Primavera-Verão da Primark. Duas vezes.

E como os olhos dela brilham!

Duas vezes!

 

Na realidade, o segredo para uma relação feliz é encontrar um smarphone com bateria suficiente para aguentar o tempo que ela está nas compras. 

Só precisam de enquadrar os tempos mortos do jogo, com os que ela pergunta "E esta fica-me melhor?" De resto, ela não vai notar que estamos autênticos Corcundas de Smartdame a tarde toda.

 

 Imagem

 

Um coisa é certa, quem inventou isto de certeza que estava com palpitações à espera da madame numa Zara qualquer... 

 

Ou isso ou pernoitou ali nas Finanças.

 

E sim já te passei Hugo.

Este fim de semana és tu quem vai ao shopping. 

 

P.A



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