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A minha namorada apanhou o bouquet

Um local de paz e reflexão, mesmo tendo ela apanhado o bouquet.

A minha namorada apanhou o bouquet

Um local de paz e reflexão, mesmo tendo ela apanhado o bouquet.

E porque hoje é Sexta-feira...

Deixo-vos o requinte que é ler a língua de Camões num cruzeiro.

 

A RTP que aprenda comigo. Em bom português.

 

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Não resisti a sharialhar.

Peço sorryulpa.

 

Bom fim-de-week pessoal.

 

Que não vos disturbem.

 

P.A

 

P.S. - Marotos! Não resistiram a pensar logo na palavra que rima com "disturbar", não foi?  

São coisas que ficam dos tempos de estudante, não é? Sempre a fazer isso a toda a hora. Dia e noite, dia e noite.

Percebo bem. É como eu. Veio logo o "estudar" à cabeça.

Marrões.

 

Ah, já me ia esquecendo de perguntar...

 

Já te "disturbinaste", Ana Malhoa?

 

 *-este post foi writescrito ao abrigo do novo acordo ortográfico marítimo personalizado, excepto Disturbar, que na realidade até existe e mas é preciso ir a alto mar para o saber.


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Ser Português num Cruzeiro

"Então e portugueses não há?" Foi uma das perguntas que mais me fizeram quando voltei.

 

Há sim senhor. E até conheci diferentes tipos.

O primeiro que vos apresento é:

 

O Português do Staff

 

Já é um dado estatístico absoluto que existe sempre um português no staff de qualquer organização mundial, não esquecendo também a lua. Esta até é bastante frequentada por nós. Eu pelo menos vou lá frequentemente.

Ora seria de estranhar que esta espécie de hotel afrodisíaco sobre o Atlântico não fosse um habitat bastante propício à proliferação laboral tuga. O senhor Daniel é um exemplo disso, era o nosso chefe de sala. Impecável. Se estiver a ler isto, um abraço. Pela certa não estará porque em pleno oceano, não tem rede. Eu bem sei.

 

Mas principalmente porque só há uma coisa que o português tolera menos do que não ter rede no telemóvel: é ter de pagar a rede marítima via satélite, nada barata, para a ter. Aí o português até já se arrisca a dizer coisas como:

"a vida é bem melhor assim desconectada!",

"estou muito mais descontraído, sem rede, sem chatices",

"estou tão feliz assim, bem mais leve!"

 

No entanto, depois, quando chega ao porto seguinte, é ver o telemóvel a apitar e o português rapidamente volta ao seu estilo SmartphoneDiem.

 

O Informático Português

 

Da mesma forma que existe sempre um português, tenho vindo a verificar recentemente que para onde quer que vá existe lamentavelmente outro informático português. Adivinhem com quem jantámos todas as noites?

Com mais dois informáticos.

Podíamos não ter rede, mas infelizmente havia google geek na mesa. Estou a brincar, conseguimos rir uma vez.

Estou a brincar outra vez. Foram duas.

 

O Jogador português de casino num cruzeiro

 

Simples. É o único que bate, abana e empurra a máquina para a moeda cair. E depois ainda culpa a agitação marítima. 

 

O Casal de portugueses bipolares linguísticos.

 

O nome é pomposo eu sei, mas vão ver que já ouviram falar destes. 

Conheci-os, estava prestes a ser atendido. Estava até com o meu braço esticado e encostado no balcão a aguardar. Surge então este simpático casal, um de cada lado, rodeando o meu braço. Começam a falar em português fluente sobre como me iam passar à frente, porque estavam com pressa e se me iriam perguntar ou se simplesmente passavam "sem querer". Parecia que estava num filme de acção ao estilo de 007 em que o vilão revela sempre o seu plano primeiro.

Decidiram-se por passar "sem querer". 

Não me imaginaram português.

Em defesa deles, eu estava bem penteado. Se eu não me conhecesse já há estes anos todos, pela certa também me acharia italiano. Foi uma das coisas que aprendi neste cruzeiro e escrevi aqui.

Mas até aqui tudo bem. Fiquei curioso.

Chega a minha vez e a senhora dirige-se para a empregada, empurrando ligeiramente o meu braço (aquele que sempre lá esteve) acrescentando-lhe a seguinte frase: "Excuse-moi!"

E volta a empurrar o meu braço.

A sério? E nem foi "Excusez"! Foi "excuse" como se fossemos amigos!

Falta de respeito.

 

Era este o plano?

 

É que se fosse "com licença", ainda papava. Agora depois de tudo "Excuse-moi..."? Sua grande tuga!

Senti em mim algo muito nacionalista, algo muito português, algo muito nosso!

 

Não me controlei e dei à luz, ali mesmo, outro tipo de português num cruzeiro:

 

O Barraqueiro

 

O que diz em alto e bom som: 

"Excuse-moi, NÃO!"

"Sabem bem que o "MOI", como disse a senhora, já aqui estava!"

 

Segundos passaram.

 

Vi o busto do Ronaldo nas suas caras. 

Desculparam-se prontamente e eu, qual típico bom português, dei-lhes a vez. Só lhes queria dar uma lição.

 

Afinal de contas eu já tinha passado à frente de uma Alemã.

 

Estou a brincar, era Romena.

 

 (imagem)

 

P.A


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Coisas que aprendi ao fazer um Cruzeiro

É verdade, estive cerca de duas semanas fora do país.

Se dizem que os 30 são os novos 20, Setembro é o novo Agosto.

Mas tal não chegava para mim e tinha de me armar em jovem adolescente e ir fazer interRails como se ainda tivesse 18 anos.

InterRail? 

Sim é aquele nome que se dá quando visitamos diversos países e culturas num curto espaço de tempo. Uma espécie de Zezé Camarinha, só que de comboio e com menos senhoras.

 

Na realidade o nosso foi um interRail diferente, até porque foi de barco.

"O quê? Um cruzeiro afinal??" - Não, calma. Sou algum velho ou quê?

InterRail marítimo se faz favor. Não me apanham nisso dos cruzeiros. Só velhos.

 

Bom, partimos do porto de Santa Apolónia, no tal interRail marítimo, e passámos por Espanha, França, Itália e Marrocos. As descobertas dos locais ficam para outros textos.

 

Mas se há coisa que aprendi neste interRail marítimo, é que um italiano é apenas um português bem penteado.

Sempre que colocava aquele gel sedutor, as pessoas cumprimentavam-me com "Buon giorno" de sorriso aberto, de resto era o "Bom dia", a despachar.

Gastei 5 embalagens.

 

Sabem aquelas adivinhas: "O que fazem um Português, um Alemão, um Italiano e um Espanhol fechados num elevador/sala/qualquer outro cenário"? Pois bem, descobri a verdadeira resposta: Estão num cruzeiro.

 

Passei também a acreditar na paz no mundo. Não é utopia, acreditem em mim, vi pela primeira vez uma alemã a chorar.

 

Descobri também que existe algo bem pior para elas do que sofás a ver um filme com o namorado: o embalo marítimo. Não falha.

Além disso, assistir a um espectáculo no teatro, a bordo, é como ver uma novela da TVI, só que neste caso os 15 minutos iniciais de publicidade são 15 minutos de tradução em todas as línguas. Os portugueses aqui, já estavam treinados, nem estranharam muito a demora.

Por falar em tradutores, conheci também o primeiro alemão fanhoso. Verdade, existem. Até podemos fazer um jogo. Conseguem imaginar quantas partículas de saliva aquele senhor soltava ao dizer fünf

Os meus óculos de sol decidem o vencedor.

 

Em excursões, perdão, eu não faço isso, queria dizer deslocações loucas de jovens, tínhamos uma italiana sexy a falar inglês, um alemão fanhoso (o tal) a falar italiano e um espanhol garanhão a falar francês. Ora pergunto eu agora, porquê as trocas meus senhores? Será que gostam do desafio? Acham afrodisíaco o sotaque? A italiana sexy ainda passa, mas conseguem imaginar o que é um alemão fanhoso a falar italiano?

Por esta ordem de ideias o português mais qualificado teria de ser russo e filho de pais africanos.

 

O navio, esse, é uma pequena cidade, uma espécie de arca de Noé, só que com mais girafas. Apanhámos muitas alemãs.

Tem teatro, casino, bar de desportos, restaurantes, bares, piscinas, jacuzzis, SPA, ginásio, matraquilhos, ping pong, cinema 4D, bowling, lojas para as meninas e para os meninos e um staff impecável, para não falar do quarto com varanda. Tudo isto junto faz com que penses constantemente: "Ainda bem que existe aquecimento global. Morte aos Icebergs! Cretinos!"

 

E a comida? 

Bom, estar num cruzeiro é como ir a 10 casamentos. Eu, que a última vez que engordei um quilo tinha sido ainda em escudos, posso afirmar hoje, convictamente, que descobri a receita para engordar aquele quilinho extra que nunca tinha tido e tudo isto em apenas 10 dias. Vou chamar-lhe a receita do Buffet aberto 20 horas por dia.

 

O cruzeiro acabou também por ser óptimo para o blog. Embora me tenha afastado daqui nas últimas duas semanas, foi por um bom propósito. Consegui convencer mais 4 pessoas. Sim, quadrupliquei os leitores. Férias perfeitas!

 

Conhecemos 2 casais portugueses que ficaram na nossa mesa de jantar todas as noites e que pelo menos uma vez, vieram cá ler o que se passava. Só por isso, são já boas pessoas. Espero ter-vos enganado bem.

 

Descobri também algo inesperado. Logo eu que tenho relativa fobia à água, atingi nestas férias o pico da minha angústia, reparem bem: cheguei a estar dentro de uma piscina, dentro de um navio rodeado por um pleno oceano atlântico e mesmo assim gostei. Ao ponto de ao longo deste texto deixar de me referir a isto como um "interRail marítimo" e assumir finalmente o "cruzeiro". Se há coragem para isto, imaginem como terá sido. Ou então sou apenas um velho acabado de sair do armário.

 

Mas continuem a dizer que é para velhos, continuem.

 

Essa foi a verdadeira lição que retirei destas férias, os nossos avós, esses sim, sabem-na toda.

 

Venham-me agora oferecer chocolates de mansinho que eu vos digo.

 

 

(imagem)

P.A


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Desafio: Desarrumações mentais

Pois é, a Maria, invejosa claro, viu outras a fazer e toca de mandar também um desafio para o P.A responder.

Mandem mais meus docinhos! Não tenham recheio.

Não foi nada contra ti Maria, mas o outro desafio foi pedido primeiro.  Podes parar de enviar emails?

 

Aqui vai:

 

1 - Se te pagassem 100.000€ para posares na capa de uma revista, a segurar uma garrafa de champanhe numa mão e com alguém ao teu lado a dar-te morangos à boca vestido com o fato-de-banho verde do Borat, preferias que essa pessoa fosse o Manuel Luís Goucha ou o Fernando Mendes?

Eu preferia kiwi, mas por 100.000€ aceito os morangos. De resto, não vejo o desafio da coisa.

 

2 - Ias num cruzeiro, o teu barco naufragava, só havia dois sobreviventes e ambos davam à costa na mesma ilha deserta, com 4 metros x 4 metros. Teriam que obrigatoriamente conviver um com o outro todas as 24 horas do dia e ajudar-se mutuamente para sobreviver. Escolhias naufragar com o Donald Trump ou com o Kim Jong-un?

Ui, mas mil vezes o Trump! Passar 24 horas sem saber dizer o nome do outro?

"Oh psst anda cá!"

"Oh Manel lava os pés, mas do teu lado caraças!"

"Oh gajo que deve ter ido sempre à baliza quando era miudo, já apanhaste o peixe ou não?"

"Oh Quim Jonas! É pra hoje??"

 

3 - Estás de olhos vendados numa câmara de tortura a ouvir em loop os mesmos 5 CD's. Não sabes quanto tempo vais lá estar, pode ser 1 dia, pode ser um ano. Que banda sonora escolhias: Quim Barreiros ou Ana Malhoa?

Sinceramente? Ana Malhoa.

Se há coisa que o meu avô sempre me disse foi para nunca ficar sozinho, vendado, numa câmara de tortura, com um homem de bigode.

 

4 - Escolhe, rápido: uma martelada no meio da mão direita ou bater com o dedo mindinho do pé esquerdo na quina de um móvel?

Assim fica fácil. É que se fosse uma martelada na mão esquerda e o mindinho do pé direito, aí é que ficava sem saber o que responder.

Agora assim é simples: mindinho do pé esquerdo. A ver se assim afina o meu pior pé e já acerto com a bola na baliza. 

Além disso, a mão direita também convém estar em condições.

Para escrever no blog, claro.

 

5 - Última pergunta desta ronda: se fosses eleito presidente de Portugal, e te fosse concedido um génio da lâmpada que só te pudesse realizar um único desejo relativamente às tuas acções políticas, tu optavas por aumentar o salário mínimo para 1100€/mês ou fazer com que nunca mais houvesse um incêndio em Portugal?

Em primeiro lugar, estas versões de génios das lâmpadas dos chineses não dão com nada. Sempre cresci a acreditar nos 3 desejos e a orientar a minha vida nesse sentido. "Vamos salvar Portugal?" - Lamentamos só há um desejo. Não faz sentido.

Enfim, poupa-se sempre no que não se deve. Vai-se a ver e têm todos IPhones depois.

Assumindo então que este génio amputado de dois desejos existe, eu iria pelo cortar o eucalipto pela raíz, ou seja pelo "que nunca mais houvesse um incêndio em Portugal".

 

Até porque 1100€/mês nem para uma casa de jeito em Lisboa dá. Não salvava muito Lisboeta também.

 

 

Quem é que quero nomear para este desarranjo?

MariSofia

Sofia

 

Sim. Para quem leu o post de segunda-feira, também tenho queda para as que têm Sofia no nome.

 

P.A


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Desafio | Um pouco sobre mim

Olá pessoas que estão a ler isto em horário laboral. Tudo bom por aí? Esse trabalhinho? Forte? Na realidade não me interessa muito, só estava a fazer conversa.

Por aqui também se está bem de férias, obrigado. (Na realidade espero que sim, uma vez que estou a agendar este post.)

Esta semana vai ser uma semana diferente. Primeiro, porque estou de férias e vocês não. Não sei se já vos tinha dito.

Depois porque vou aproveitar estes dias, em que provavelmente não vou poder estar online, para responder aos desafios/posts em que colocaram o meu nome e agora sinto-me na obrigação de responder, embora não conheça nenhuma das pessoas pessoalmente, o que não comprometeria em nada a minha vida, mas mesmo assim ficava a pensar nisto e depois não dormia/questionários/correntes do estilo "passa e não ao mesmo". 

 

Sendo assim, hoje é dia de responder a uma grandessíssima estudante universitária. Uma tal de Tatiana que aparentemente não sabe o que é um GPS e continua indefinidamente em busca de um sentido. Google maps rapariga. Google maps!

 

E responder também a uma tal monstra da psicologia familiar, que resolveu criar um blog com o exacto tempo que já gastou a ler o meu.

 

Deixo-vos abaixo as respostas. 

 

1 - Oferecem-te uma viagem no tempo que não podes recusar. Que época escolhias?

Bom aqui existem vários factores a considerar.

Em primeiro lugar dá para levar um papel comigo com o euromilhões da semana passada? É que se assim for, até poupo na gasolina da viatura do tempo. "Era para o Quiosque da Baixa, na última sexta-feira, se faz favor." Até o motorista, se fosse taxista do tempo, iria reclamar pela curta distância.

Se não der para levar o papel, o que aproveito para acrescentar que é estupido não deixar, eu voltaria para o exacto dia em que um tal senhor acordou e disse "Olha que bela ideia era criar a EMEL!". Se pudesse mudar esse passado, mudava.

 

2 - Um filme que te arrependes de ter visto?

Não se deveria falar disto aqui. Mas uma vez em miúdo, vi assim às escondidas, não digam a ninguém, um filme com umas senhoras asiáticas desnudadas. Devia ser muito novo, mas achei o enredo fraquinho.

 

3 - Fotografar ou ser fotografado?

Fotografar. Assumo-me convictamente como o activo da relação com máquinas fotográficas. (Sim, plural. Sou um safado.)

 

4 - Se tivesses obrigatoriamente de apagar o blogue amanhã, qual era o título do último post que irias escrever no blogue?

Amigos, ela apanhou novamente o bouquet pelo que vou ter de apagar este e criar outro blog com um nome ainda maior.

 

5 - Tens [ou já tiveste] alguma celebridade que consideres como o teu ídolo?

O SpongeBob.

 

6 - Uma saída com amigos: discoteca até de madrugada ou jantar e ficam todos em casa a conversar?

Portanto, se ainda me considero o P.A da secundária ou o de agora? Obrigado por essa pergunta que me faz recordar o quão informático me tornei.

 

7 - Qual foi a frase que alguém alguma vez te disse e que nunca esqueceste [não precisa de ser profunda, há frases que simplesmente nos ficam na cabeça]?

"Nunca te esqueças disto!"

 

8 - Quando estás no carro ouves rádio ou escolhes a música que queres ouvir?

Depende, é que se estiver a dar a Mixórdia do Ricardo Araújo Pereira, oiço rádio, afinal de contas estive a gramar "40 minutos só de música seguida" para nada?

Depois da Mixórdia? CD. Adoro Ana Malhoa e não passa na Comercial.

 

9 - Se pudesses voltar atrás no tempo e dizer alguma coisa que ficou por dizer [porque só te lembraste depois, é o que acontece sempre], o que dirias?

Foi na escola, a um colega meu.

"A tua mãe disse que afinal o coco não saiu todo das calças, para levares outras"

 

10 - Se pudesses conhecer mais alguém dos blogues, quem seria? 

Finalmente a pergunta para passar e não ao mesmo, vamos lá a isso:

Chic'ana

Maria

Maria das Palavras

MariSofia

 

É verdade, tenho uma queda para as "Mari".

 

A Chic'ana foi só mesmo para despistar e lhe poder dar os Parabéns!

 

P.A


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Em Banho Maria - A Rentrée

Tenho uma péssima notícia para vos dar.
 
Péssima também não. Pronto, mazinha. Pelo menos para mim.
 
Lembram-se de uma rubrica que eu tinha com uma tal de Maria que era uma bruta, mas bruta, bruta, brutinha mesmo??
Bruta boa pessoa?
 
Essa mesmo, a Maria aqui do SapoBlogs.
 
Pois é, já que estamos num período de rentrée (termo chiquérrimo), achámos bastante apropriado aproveitar a boleia. 
Até porque com este final de Agosto e início de Setembro chuvosos, mais vale ficar em casa a escrever do que a tomar banho na praia. Sem ir à água.
 
Maria, já saiste da casa de banho? Estou aqui a engonhar... Diz olá aos senhores! 
 

Maria: Sim estou pront...erm..Olá a todos!! que saudades que tinha desta espécie de rubrica! Andei durante meses a implorar ao PAzinho para “voltarmos” mas ele diz que eu lhe dei cabo dos neurónios… Não percebo.. 

Mas olha que no entretanto deves ter andado a beber caipirinhas com lima estragada! Desde quando é que fazemos rentrées ou lá o que é isso? Para mim o Verão ainda não acabou oh P.A!

 
P.A: Por acaso não estarás naquela rentrée do mês?
Maria: O_O
 
- tentativa nada descarada de injecção de publicidade no meio do texto, como nas novelas -
 
P.A: Bom, deixa-me pôr as coisas de outra forma então. O que é esta febre das pessoas com as "rentrées"? Não consigo perceber. Eu, por exemplo, odeio as reentres na Primark! Tenho suores frios só de pensar.
  
Maria: Dessas então quero distância. Não gosto de locais com muito povo junto…
 
P.A: Mas no entanto vais na mesma não é?
 
Maria: Sim, tirando o povo todo, aquilo até tem coisa giras e baratas!
 
P.A: Ai sim Maria? Estarás a falar daquele magnífico Top castanho claro, de duas alças finas, que fica a condizer perfeitamente com essas tuas calças de ganga também elas Primark e que possuem, ao contrário do que se possa pensar, uma extraordinária e elevada qualidade? -tudo dito com um sorriso na cara e de forma extremamente descontraída como se não estivesse a fazer descaradamente publicidade a uma marca.
 
MariaComo é que adivinhaste P.A? É isso mesmo!  São artigos fantásticos!! Diz a pequena Maria enquanto dá uns saltitos para ver se aparece no plano da TV, ao meu lado.
 
- fim de tentativa nada descarada de injecção de publicidade no meio do texto como nas novelas -
 
 
Posto isto, sim é verdade. Somos uns vendidos.Todos nós temos o nosso preço. A mim bastou uma sandes mista. A Maria, ganhou um vale de "Apanha tudo o que puderes em 10 minutos" (em loja).
 
Fui mais esperto. Não suei nada e fiquei de barriguinha cheia a vê-la correr!
 
 
P.A: Bom voltando ao texto. Maria, ainda antes da rentrée na vida activa, vamos falar do que se passou antes: as férias. Foram boas?
Maria: Foram muito boas, rumei a sul  e fiz campismo (quase) de luxo!
P.A: Quase luxo? Como assim? Havia caviar mas do Bom Petisco? Ou o Sushi era de Cavala? 
MariaQuase de luxo ao nível da tenda que até sub-cave e sótão tinha. Bons petiscos não faltaram, mas principalmente muita super bock…
P.A: Uma tenda T4 portanto. Por falar em bons petiscos para ti, por acaso viste alguns daqueles tanques de lavar roupa, six-pack, como as meninas chamam, que depois também têm uma cara, às vezes, também têm um cérebro e depois unidas todas as partes, formam, no seu conjunto, um homem?

Maria: Se por acaso estás a falar de six packs besuntados em óleo, com bronzes dignos de um deus grego e de me deixar a arfar… Vi uns quantos sim.

Estranhamente, sempre que os via, aparecia um carro da GNR a mandar-me parar de correr atrás deles… Acho que eles tinham qualquer coisa contagiosa e a GNR estava lá para me proteger…

P.A: O_O

P.A: Agora que penso nisso, acho que vi qualquer coisa na CMTV era mais ou menos isto: "Louca por homens em tronco nu é salva, por GNR's, de doença contagiosa." Claramente CMTV.

Maria: O_O

 

P.A: Estou a ver que foram umas férias muito animadas, sim senhor. E no areal?  Além de estares a ser constantemente salva por GNR's, és rapariga para te pintar toda de protector solar ou gostas mais de arriscar e revelar o teu lado de papoila saltitante, frita?

Maria: Hoje em dia, (não há muito tempo) sou rapariga para me besuntar com protetor. Jeitosa e habilidosa como sou, falta sempre passar nalgum sitio e apanho escaldões em manchas… É lindo de se ver.

P.A: Eu sabia que faltava qualquer coisa! Agora sim tenho a certeza: "Parcialmente queimada e louca por homens em tronco nu é salva, por GNR's, de doença contagiosa." Isto sim é 100% CMTV!

Maria: O_O
 
 
P.A: Bom e de resto? A rotina é ficar colada à toalha e nem sequer chegas a ir à água?
Maria: Sou muito friorenta. Sou capaz de passar um Verão inteiro só na toalha. No Algarve, apanhei a água fantástica e voltei à minha adolescência. (quase) Sempre dentro de água.
 
 
P.A: Devo dizer que se nota. Nas últimas rubricas do "Em banho Maria" , banho, só mesmo no título...
Maria: O_O
Maria: ?!?!? Olha nem precisas de tirar a T-shirt P.A! Mostro-te já a louca parcialmente queimada!!
 
 
P.A: Estou a brincar Maria! Não me lembrei que estavas naquela rentrée do mês!
 
 
 

 (imagem)




P.A e Maria (a parcialmente queimada e louca por homens em tronco nu, que foi salva, por GNR's, de doença contagiosa)

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O Mês de Setembro

Chegou Setembro. Aquele mês que sempre significou algo na nossa vida.

 

Principalmente para os virgens. Os de signo.

Os outros virgens? Para esses, acaba por ser mais do mesmo - outro Verão perdido.

 

Mas seja pelo regresso às aulas, de conhecer novos assuntos, novos professores, novos colegas, ou por aqueles primeiros dias de Setembro, que são sempre mais baratos para alugar uma casa na praia da Vieira de Leira, com os meus avós, ou até mesmo aquele primeiro alerta de que está prestes a terminar o namorico de verão, a verdade é que Setembro é, e sempre será, um ponto de mudança anual nas nossas vidas.

 

Pelo menos até aos meus bisnetos. Acredito que aí o Agosto seja já um novo Janeiro e o Setembro passe a sofrer de crises de ansiedade derivadas da "mês-truação" climática. Sempre atrasada.

 

Nesse momento, já será tarde. Já terão nascido novos meses e não teremos ninguém que os saiba educar.

 

Mas no caso do Setembro, nem precisamos de esperar muito para notar diferenças. As redes sociais, por exemplo, alteraram irremediavelmente aquele velho Setembro de quando eu estava na escola.

Com estes novos "cantinhos de mete nojo pessoais" passou a existir uma nova espécie de humanoide, a que eu chamo muito resumidamente de "Indivíduo que tem prazer em estragar o dia de quem está a trabalhar".

Antigamente o Setembro era o mês da inveja. As pessoas voltavam de férias e contavam como tinha sido. Havia aquela inveja imediata e pronto, ficava resolvido ali. Já era assumido e corria tudo bem.

Agora não, agora a qualquer momento vibra o smartphone e lá está o filho da mãe com os pés voltados para a piscina, rodeado de uma paisagem digna de um filme nomeado para 9 óscares e nós ali, na secretária, a olhar para uma imagem de fundo no computador, estática, sem vida, e com azar, apenas com o logótipo da empresa para admirar.

Obrigado "Indivíduo que tem prazer em estragar o dia de quem está a trabalhar". Obrigado.

 

No meu tempo de escola, as pessoas voltavam das suas férias e, algures em Setembro, juntavam-se à mesa com o seu álbum de fotos impressas para contar como tinha sido o seu verão. Era uma espécie de jogo de poker, a ver quem tinha melhor mão.

"Eu este verão estive no Dubai com os meus pais!" - era uma forte cartada.

"Eu este ano fui a Ibiza!" - também valia bastante na altura. Hoje é apenas um mero parzito de quadras.

 

Mas também, naquela altura, sem redes sociais, era mais fácil fazer bluff. O GPS e a localização nas fotos, foram invenções terríveis para este tipo de jogadores da Fonte da Telha.

 

No entanto, corríamos o risco de se arriscássemos muito no bluff, acertar exactamente no destino de outro "jogador" que efectivamente lá tinha estado. Depois, ao sermos confrontados, claro que não sabíamos responder qual era o nome do café da praia onde hipoteticamente passamos o mês inteiro. Era um azar, mas acontecia.

 

Mas entre ser apanhado a fazer bluff ou dizer que tinha estado o Agosto todo na Trafaria, sinceramente, também não sei o que (tra)faria.

 

De qualquer forma, sendo o Setembro o mês da inveja, era uma inveja passada, não se sentia aquela dor imediata e constante. Agora não, vibra o smartphone novamente e lá está o filho da mãe outra vez a ser ele. Agora a beber um gin na varanda do Resort 5 estrelas mais perfeito do mundo. 

 

E nós a gastar dados de internet. Haja paciência.

 

Bem, mas nem tudo é mau. Pelo menos neste novo Setembro já não há tanto a invejar, já se publicou tudo em Agosto.

 

Mas pelo sim pelo não, vou continuar a desligar os dados enquanto estiver a trabalhar.

 

Bom Setembro.

 

 (imagem)

 

P.A.


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O Topless

Existem sentimentos mistos no que trata ao Topless.

Eu sou a favor. Todos nós devemos ser livres de poder tomar essa decisão. Mas por outro lado, existem alguns casos que fazem confusão a alguns rapazes.

Fica-se então pelo seguinte: 

SIM ao Topless

*excepto em homens com mamas.

(Cria confusão desnecessária no cérebro masculino.)

 

 

Para quem não sabe, Topless é a arte divina que uma donzela tem de, ao retirar a parte superior do seu biquíni,  transformar a maioria dos homens em seu redor em homus poucus sapiens et extremamentus atentus.

 

Esta espécie masculina é caracterizada pela sua inabilidade pública de conseguir desviar o olhar de tal ausência de tecido e geralmente padece de torcicolos crónicos. Alguns, mais chico espertos, apresentam sinais de uso e abuso de óculos de sol - ignorando o facto dos seus olhos, mesmo assim, estarem visíveis para todos.

Têm como hábito, numa semelhança à reza islâmica, de se virarem na toalha sempre orientados, não para Meca, mas sim para o Topless. E assim ficam horas. Na sua reza. Religiosamente orientados. 

 

Como eu sou preguiçoso e conheço este comportamento masculino, sempre que chego a uma praia e sinto o chamamento "divino" não perco tempo em busca de "Mecas", sinceramente não me preocupa, afinal de contas basta olhar para os olhos dos machos que já lá estavam e já o fizeram por mim antes.

Nunca me falharam nas suas rezas.

 

No entanto, como normalmente estão acompanhados por conhecidos/família/amigos gostam de se manter publicamente ateus ou então fiéis sim, mas apenas à religião da sua companheira. Pelo que acabam por realizar a sua reza a "Meca" sempre de forma clandestina, como se um acaso do destino se tratasse e nunca fosse essa a sua real vontade, numa espécie de "calhou estar virado para ali", como se os seus movimentos na toalha fossem todos eles inocentes, arbitrários e insuspeitos.

Se por ventura um amigo/marido/namorado/vizinho/etc vosso voltar de férias com um escaldão apenas no braço direito, já sabem para onde fica "Meca" este ano, na Praia da Rocha.

 

Para os mais desnorteados fica claro o porquê de a praia do Meco se chamar Meco. É auto-explicativo. Afinal de contas é a praia mais "religiosa" de Portugal, conhecida pela peregrinação constante dos religiosos mais fundamentalistas do topless: os nudistas.

 

 

Aos mais ateus, aconselho a não ir. Até porque seriam vocês os observados.

 

Afinal de contas iam ser vocês os Adão e Eva que comeram a maçã. Ali todos vestidinhos e infiéis.

 

(imagem)

 

P.A

 


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O Stress de Ir de Férias

 

Julho terminou e como diria Quim Barreiros, agora "entra A-gosto". 

Mas embora aprecie poetas safadotes contemporâneos, não é do mestre de culinária, nem do arrumador de carros em garagens adjacentes ao nosso imóvel, que vou falar hoje.

Na verdade, vai ser uma prosa regada por alguns eventos stressantes, embora também com alguns peitos de cabritinha, não estivesse eu a falar em ir de férias. Gostaram? Quatro referências ao Quim Barreiros em trocadilhos?

Acho que estou a precisar de férias.

 

Para que fique claro, ir de férias é óptimo. Eu adoro ir de férias.

Afinal de contas a alternativa é muito pior.

Se há coisa pior do que ir de férias, é o não ir de férias. Acho que todos concordamos aqui.

Isto, claro, se a pessoa com quem escolhemos partilhar as nossas férias, for pior do que o nosso chefe. Aí fazer o relatório para o dia seguinte às 19 horas, parece ser mais afrodisíaco do que estender a toalha ao lado de um poço de reuniões que correram mal.

Para efeitos deste texto, vamos ser positivos e assumir que a nossa companhia é óptima, o que já facilita em 95% as nossas férias.

 

Falemos então do primeiro problema típico do ir de férias: 

 

A Logística

 

Escolher local; Marcar viagem; Marcar hotel;

Levar ou não o animal de estimação, seja ele cão, gato, marido ou esposa; Arranjar uma desculpa válida para não levar a sogra;

Que sítios visitar; Quanto dinheiro levar; Alugar ou não carro; Ainda vou a tempo de ir ao ginásio para impressionar no areal?; Sim, Não, Talvez?

 

E acima de tudo, de todas as questões, há que respeitar o orçamento.

 

Estes são alguns dos problemas que colocam os nossos neurónios em rota de colisão, mesmo antes de estarmos de férias.

Portanto, só esta inofensiva palavra, prima de "logista", já nos dá stress suficiente para redecorar a nossa zona capilar, a que chamamos de cabeça, de cabelos brancos.

 

É exactamente por isso que conhecemos aquelas pessoas que só passaram por esta fase uma vez na vida. A partir daí, desistiram. Passaram a reciclar o mesmo plano anualmente e agora é só repetir durante 30 anos. Pelo menos.

É menos um problema.

 

O segundo problema:

 

A Viagem

 

Normalmente diz se que "viajar" é dos verbos que mais nos enriquece, mas certamente que não se estão a referir a andar num carro sem ar condicionado, pelas 14 horas, num dia de 43 graus em pleno interior Alentejano. A viagem é uma espécie de promessa, de castigo, que o turista se compromete a "sofrer" para chegar a bom porto. É um sofrimento consciente por forma a valorizar ainda mais o destino que nos espera. Não enriquece. Pelo contrário, emagrece.

 

Uma vez terminada a viagem e chegados ao tão desejado destino, batemos de frente no terceiro stress em ir de férias:

 

As Expectativas

 

Aquela casa fantástica que vimos no site, aquele quarto de hotel luxuoso com vista deslumbrante em que quase sentimos a necessidade de pedir a companheira em casamento, sempre que olhamos para lá; a adrenalina de chegar a um país que queremos conhecer, monumentos, cultura, gastronomia, tudo.

Até só de estar a escrever já estou a sentir a euforia toda!

E depois ao chegar ao hotel, "houve um engano", "existiu uma troca", "foi um lapso do nosso site", "lamentamos mas o monumento encontra-se em recuperação", "lamentavelmente não vão poder ver", "já não temos esse prato".

E assim aquele nosso grande e efusivo saco de expectativas começa a tornar-se numa cara de elefante extremamente bem definida e comprida...

 

 

Os dias vão passando e com eles nasce então o quarto problema:

 

A Rotina

 

E mesmo depois de vermos as nossas expectativas transformadas em conformismo trombudo, começamos a criar uma rotina com a qual afinal, embora aqueles problemas todos iniciais, até passamos a gostar. Os primeiros dias foram uma desilusão de facto, mas agora já conhecemos, já estamos como peixe na água, já sabemos o que fazer e onde ir!

Estamos a adorar! Melhores férias de sempre!

E o que acontece?

 

É dia de voltar.

 

E chegamos assim ao quinto e último problema em ir de férias:

 

O Regresso

 

Que na realidade é apenas a duplicação do sofrimento da viagem inicial, a segunda parte de um filme que correu mal. Só que agora ainda pior. Se antes estávamos munidos de esperanças e expectativas elevadas, agora estamos desiludidos, derrotados, por aqueles primeiros dias maus e por ter acabado mesmo quando estávamos a começar gostar.

Voltando à analogia do filme, na viagem de ida sempre tínhamos pipocas para assistir que nos faziam ficar ali. No regresso não. Sentimo-nos condenados a assistir ao triste fim.

 

 

Chegamos. Estamos de volta.

E quando na realidade o objectivo era recarregar baterias, animar o espírito, ganhar anos de vida, voltamos com aquela desilusão do regresso sempre precoce, naquele eterno e doloroso domingo, que é sempre o nosso último dia de férias.

 

E de volta ao trabalho, no primeiro dia, estamos ainda mais deprimidos. Como dói.

Não só por terem acabado as férias e tudo o que apontei, mas por percebermos que podemos ser facilmente despedidos, porque afinal nem fizemos assim tanta falta...

 

Boas Férias...

 

 

(imagem)

 

P.A

 


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Este Ano, Vá Para Fora Cá Dentro

Estamos em pleno mês de Julho e o português começa já a arregaçar as mangas e a esfregar as mãos de felicidade, quais cobaias salivantes no condicionamento clássico de Pavlov. Até parece que o calendário do computador muda. Em vez de vermos dias, só vemos o countdown para as férias. E com o subsídio no bolso ou em vias de, aumenta ainda mais a fome de saltar dali para fora, mal chegue o dia.

E quando finalmente chega, parece que se junta uma euforia tal como aquela da primeira vez em que os pais saem de casa para férias e o filho não pode ir "porque tem de estudar para a faculdade".

 

Ah que tristeza aquela mal eles fecham a porta. Que grande azar me sucedeu ali, naquele instante. Lembro-me bem de me agarrar aos livros a semana toda. Sempre a estudar a Análise Matemática da festa em casa dos pais do P.A e a Álgebra Linear necessária para depois deixar a casa em condições e igual ao que estava.

 

Bom, mas euforias e "tristezas" académicas à parte, nestas férias, para onde ir afinal? Que destino escolher?

Ficar por Portugal? Ir para fora?

Tentar não ir para Paris porque ela apanhou o bouquet e isso seria deveras óbvio? Trafaria então?

Não sei.

Trafaria ou não, o que é certo é que recentemente encontrei um local que satisfaz simultaneamente todas estas questões.

É um literal vá para fora cá dentro que aconselho a experimentarem. Nem que seja uma vez.

 

Se por acaso já lá foram, nem precisam de esperar pelo fim para adivinhar.

 

Comecemos então.

 

Neste pedaço de terra português:

 

- Os empregados do hotel dizem "Room Service" depois de vos baterem à porta. Algo que ao início, por desconhecimento, respondi "Santinho". Podia ser alguma corrente de ar, uma porta mal fechada.

- Está a dar o Benfica, mas todas as TV's estão na Eurosport a passar um combate de boxe. Não estou em Portugal definitivamente.

- Todas as outras pessoas, possuem pele extremamente branca e/ou avermelhada, chinela com peúga branca e sotaque semelhante ao do James Bond. Mas não deste agora. Dos primeiros.

- Apercebes-te da cultura deste novo povo que habita no teu país, quando nas saídas à noite, não querem cá misturas. No fundo é como se todas as noites fossem despedidas de solteiro. Grandes grupos de homens e grandes grupos de mulheres. Casais separados. Mas que depois ficam a galar-se à distância de uns 50 metros, sem nunca se juntarem. Comprei pipocas e tudo para ver.

Perdão, PopCorns.

- Queres ir a um café? Não há. Chama-se PUB. Aprende.

- Os restaurantes pelo menos tiveram algum cuidado, como recebem aparentemente alguns portugueses em Portugal, traduziram a carta para português, em letras pequenas e mais suaves, mas estava lá. Dava para ler. É que mais um bocado e ia comendo Sardines ou Seafood que até me podiam fazer mal, sei lá.

- Sentes-te bem e ao mesmo tempo mal por todos os empregados repararem logo que és português. E nem precisaste de mandar  para trás as entradas. Ou teres deixado aqueles abastados 3 euros de gorjeta. De peito cheio. 

- Na rua, és o único a usar casaco.

- Passas por um lago perto do hotel para tirar uma foto e até as rãs têm british accent.

 

 

Sejam muito bem-vindos a Vilamoura, reserva nacional da qualidade de vida, onde de facto vieram mesmo charters, mas do Reino Unido.

 

Mas agora que já vos ajudei para este ano...

 

Trafaria, alguém tem dicas?

Onde comer, o que conhecer? Essas cenas.

Agradecia.

 

 

 

 

P.A


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