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A minha namorada apanhou o bouquet

Um local de paz e reflexão, mesmo tendo ela apanhado o bouquet.

A minha namorada apanhou o bouquet

Um local de paz e reflexão, mesmo tendo ela apanhado o bouquet.

E pronto, acabou a brincadeira...

A conta da EDP não perdoa e deve estar para breve.

A renda está paga e o telemóvel carreguei ontem.

O IRS, esse, já o fiz.

 

Hoje é aquele dia em que a balança da realidade começa novamente a equilibrar por via dos últimos vapores do entusiasmo do fim de semana. Como se fossemos um potente Ferrari mas na reserva, sem entusiasmo.

 

O Salvador já não me faz esquecer que a Maria Leal existiu mesmo.

A lambreta do Eliseu, lembra-me apenas que tenho de ir mudar o óleo do carro.

E o centenário de Fátima deprime-me por ainda me lembrar da celebração dos 80 anos. E já dono de alguns inícios de barba na altura.

 

Volta-se aos poucos ao falar de ataques informáticos, violência doméstica, défices, estágios profissionais, contas para pagar, facturas...

Tudo outra vez... 

 

Alguém tem aí alguma coisa para a ressaca?

 

Um euromilhões mais logo, qualquer coisinha assim leve para festejar?

 

Abastecia mesmo bem este Ferrari.

 

 (imagem)

 

P.A

 

Nota: Vocês também têm uma vizinha do lado a ouvir o Salvador desalmadamente? Amar pelos dois espaçadamente ainda vá, agora para sempre e pelo prédio todo, fica chato. E eu até gosto da música, só que assim começa a criar humidade nas orelhas. E não é nada prático desumidificar isto.


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E depois vem sempre a segunda-feira...

Depois destes dias em festa, chega agora a hora de retomar a rotina deixada na outra vida que tínhamos antes deste fim de semana.

Aquela vida deixada em "pause" na sexta-feira, com ou sem tolerância de ponto, em que se assistiu à chegada do Papa ao nosso país, rodeada pelo fantasma de um eventual atentado, em que os benfiquistas ainda tremiam com um eventual empate ou derrota, na Luz, contra o quarto classificado e já era bom estar numa semi-final do festival da Eurovisão.

Tudo isto acompanhado de uma tal de previsão de fim do mundo apontada para o dia seguinte, o 13 de Maio.

 

Tenho de lhe dar os parabéns, caro vidente.

 

Fim daquele mundo que conhecíamos, foi. Sem dúvida. Acertou.

 

 

Não existiram atentados. Fátima foi e sempre será símbolo de paz e harmonia para crentes/peregrinos.

O receio benfiquista foi extinto por uma exibição assombrosa na Luz, e pela lambreta do Eliseu.

E não satisfeitos ainda, parece que se ganhou a Eurovisão. Houve salvador.

 

Caro vidente, 

já que acertou no fim do mundo, digam-me lá com que cara é que entramos hoje ao trabalho neste novo mundo desconhecido?

 

É que estou, perdoem-me os aracnofóbicos, às aranhas!

 

Você que até percebe disto, ajude-me lá.

 

P.A

 

Nota: Ainda sobre o ataque informático à escala global levado a cabo na última sexta-feira [que com este fim de semana louco, ficou um pouco abafado mas ainda se encontra activo] escrevi aqui um post onde tentei desmistificar o método e como se podem prevenir.

A vinda do Papa a Portugal e a respectiva tolerância de ponto evitaram danos maiores principalmente nas nossas instituições públicas. Mas hoje, segunda-feira, ao regressarem aos respectivos computadores, caso tenham emails "inesperados", com anexos, na caixa de entrada, mesmo de contactos conhecidos vossos, confirmem primeiro a sua veracidade.

Mais informação, vejam aqui. Caso contrário, sem esta percepção, poderemos sofrer novo pico de infecção desnecessário. Partilhem esta mensagem entre vós.

 

Ah e boa sorte neste novo mundo de paz, tetra e vencedores da Eurovisão!


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O melhor 13 de Maio de sempre

Vamos lá tentar explicar o dia de ontem por ordem cronológica que, embora sejam apenas 24 horas, foi muita coisa ao mesmo tempo.

 

 - Começa o dia,  inocente.  Hora de acordar, tomar o pequeno almoço, ligar a TV para ver o que se passa.

 

Temos o Papa, o líder espiritual da Igreja Católica, no nosso país a dirigir-se ao mundo. Milhões de peregrinos em êxtase!

 

- Depois de celebrada a missa, é hora de ir almoçar/lanchar.

 

O Benfica sagra-se pela primeira vez Tetracampeão. Milhões de adeptos em êxtase!

 

- Acaba o jogo. Deixa cá ligar a televisão na RTP1 que está a começar a Eurovisão. Jantamos. 

 

O Salvador Sobral ganha pela primeira vez o festival da Eurovisão. Milhões de portugueses [e não só] em êxtase!

 

 

Por fim, passa da meia noite. Mais um dia que a minha namorada não apanhou bouquet nenhum. Apenas uma pessoa em êxtase!

 

 

Seja ateu, não benfiquista ou anti-Salvador, Portugal não se vai esquecer do 13 de Maio de 2017.

 

Obrigado a todos os intervenientes! Que belo dia me/nos proporcionaram!

 

Orgulho de partilhar este pedaço de terra em festa convosco amigos!

 

Que venham mais dias destes! 

 

P.A


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Onde anda o fair-play?

Que se passa afinal por estes dias? Que clima de crispação é este que embirra em não desaparecer?

Por que motivo o sinónimo de futebol por terras de Camões se resume a uma semana de intrigas, novelas e insultos que por acaso, no fim de semana, têm ali uns joguitos aparentemente insignificantes, que apenas servem de mote para a novela da semana seguinte?

Eu que não sou muito de novelas seria pedir muito para ver descansado aqueles joguitos que pouco vos interessam? É assim tão descabido?

Temos de andar todos armados com o uniforme de guerra dos tempos modernos em que se transformou o equipamento do nosso clube?

Sim? Então diga-me para quê? É que ainda não percebi o objectivo de tal recruta.

 

Nem eu como Benfiquista, nem a minha amiga Sofia como Sportinguista.

 

Tanto que como prova da nossa inocência vimos o Sporting - Benfica deste sábado juntos. E espante-se, gostámos.

Não houve novelas, não houve agressões, nem insultos, houve sim brincadeira, golos (de imperial e os do próprio jogo, claro) e no fim uma vontade enorme de repetir a experiência. Definitivamente não temos perfil para a recruta.

Fomos fracos e perdemo-nos em toda aquela antítese de emoções constante que é ver um jogo de eternos rivais, em que quando a Sofia levava as mãos à cabeça, eu suspirava de alívio. Ou até mesmo quando soltei aquele berro de golo quando o improvável Lindelof marca o livre, a Sofia, embora triste, reconheceu o grande momento e em nada impediu mais um brinde ao jogo. 

É isto o futebol. Brindemos.

 

Mas voltando à pergunta do título deste post - Onde anda o fair-play?

Aquele que quando se fala, parece sempre algo distante, externo à nossa pessoa, como se o fair-play nos fosse sempre conjugado na terceira pessoa.

Já se perguntaram o que é na realidade o fair-play? Seja no futebol, trabalho, amizade, amor ou mesmo ao longo da nossa vida?

 

Meus amigos, é muito mais simples do que isso:

 

O fair-play somos nós.

 

 Imagem gentilmente cedida pela ilustradora Rita Correia

 

P.A e Sofia

 

Uma saudação especial à nossa amiga blogger Kikas que também fez parte deste post mas infelizmente acabou por não ser possível estar connosco. Fica agendado para o próximo derby Kikas?


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Iniciativa HangInThere

Hoje, até às 21, no Mercado da Ribeira, em Lisboa, está a decorrer o evento HangInThere, e o aminhanamoradaapanhouobouquet esteve presente!

 

30 figuras públicas doaram diversos artigos que se encontram à venda por um preço simbólico. Todas as receitas vão para instituições solidárias, escolhidas pelos próprios.

 

Vale a pena ir lá dar um pulo!

 

Rapazes..vão por mim..vale mesmo a pena e não estou a falar só da roupa...

 

Só tenho um problema.. estou indeciso aqui com um do Bastos.. vejo-o como uma prenda de Natal que muitos Benfiquistas queriam oferecer a alguém muito especial, de um clube rival.. Compro?

 

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P.A.


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