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A minha namorada apanhou o bouquet

Um local de paz e reflexão, mesmo tendo ela apanhado o bouquet.

A minha namorada apanhou o bouquet

Um local de paz e reflexão, mesmo tendo ela apanhado o bouquet.

O Download Ilegal de Comida

Antigamente era mais fácil e seguro. Nem se colocava a problemática dos downloads ilegais de comida.

Eu em particular, quando era um jovem bem pequeno, na altura do ensino básico, ainda antes deste tsunami de Internet, passwords e PINS para tudo, só tinha de ver se tinha as chaves de casa nos bolsos. Era este o meu pico de responsabilidade e preocupação diária. Esse e garantir que o Luís Miguel não me batia.

Bons tempos.

Graças a este período da minha vida, mais tarde, nunca falhei um sprint para apanhar o autocarro. Nada como imaginar o herculano Luís Miguel a correr atrás de mim com aquele seu grunho cavernal, para eu conseguir aquela velocidade extra para apanhar o autocarro já em andamento.

Luís, um forte abraço amigo! Obrigado por todo esse bullying prazeroso. Fez de mim uma pessoa muito mais pontual.

E magra.

 

Ora se antigamente não existia Internet, hoje em dia estamos a ficar reféns dela. Agora até os frigoríficos mais modernos se ligam à Internet e têm a sua própria password.

Esta gente não vê que é um perigo o que anda a fazer? Ainda me fazem um download ilegal da sopa e depois como é?

Quem paga os direitos do alho francês?

E se por acaso falha a rede a meio do download ilegal? Fico com a casa toda salpicada de sopa?

Eu não limpo depois, aviso já. Que lá vá o apoio ao cliente do frigorífico limpar. Eu só pedi um frigorífico normal. Não uma fonte de hackers esfomeados.

 

Era o que mais faltava, então eu agora antes de abrir um email corro o risco do frigorífico também apanhar vírus? 

Parece que já estou a ver o filme todo:

Bolas, fui tão estúpido, não percebi que era um ataque informático, cliquei no anexo do email e agora resgataram-me os alimentos todos, está tudo codificado, nem as bananas consigo abrir, nem o tupperware da sopa dá para girar. Nada. Só me aparece uma mensagem no visor da porta a exigir o pagamento de 5000 euros em bitcoins, para os resgatar. Caso contrário, só formatando o frigorífico todo. Bandidos!!

E eu que tinha lá guardado o queijo da minha avó, pleno de valor sentimental. Mas também, eu sou de facto um grandessíssimo asno. Devia era ter guardado o queijo no disco externo.

Um queijo no frigorífico? Quem faz isso? É mesmo a pedi-las.

Enfim...

 

Bom, mas enquanto estes dias não chegam e ainda não existem torrents de "Bacalhau à Brás", ou de "Ameijoas à Bulhão Pato", nem em vez de se encomendar pizza para o jantar, porque não apetece fazer nada, se vá ao site "TheFrigorificoBay.com" sacar o jantar de forma ilegal a alguém que, por acaso, não foi muito cuidadoso a escolher a sua password do frigorífico. Vão já ganhando o hábito de, quando saírem de casa, além de verificarem a água, a luz e o gás, ou se a porta ficou bem fechada, não se esquecerem de desligar o fundamental: o wireless. 

 

Caso contrário, quando voltarem, arriscam-se a não ter jantar.

 

 (imagem)

 

P.A

 

P.S - Ah e mudem a vossa password, não deixem a de origem.

P.S2 - Jovem, "12345" não é uma boa password. Tenta de novo.

P.S3 - "123456" também não é...

P.S4 - "password" a sério? Acha mesmo que ninguém se ia lembrar desta?

P.S5 - O teu clube de futebol também não me parece uma boa opção...

P.S6 - nem o nome da tua namorada(o).

Principalmente para a tua conta do facebook... [motivos óbvios...]

 

Depois aí é que ficas mesmo sem jantar...


E fazer like na página do facebook, não?

Os Brunches e os Acidentes de Viação

A nova moda de não encher o papo, almoçando, mas sim enfardar, brunchando, parece que veio mesmo para ficar.

Começa a ser mais fácil encontrar brunches domingo à tarde, do que almoços. Eu até gosto, só ainda não aprendi bem como lidar com isto.

Terei almoçado pouco? Ou exagerado no pequeno-almoço?

Terei passado fome? Ou serei um comilão?

O que é certo é que o meu organismo lá se orienta. Vou comendo, embora confuso. Depois o jantar lá endireita a coisa. Não inventem o "linner" ou "dinuch", por favor. Não me retirem a âncora estomacal.

 

Mas a pior parte nem é tentar justificar ao meu estômago porque motivo lhe estou a dar mais ou menos comida, o problema é maior do que isso. Um brunch, além de ser um brunch é também por norma um buffet. Ora isto eleva o nível da confusão mental para outros patamares.

Se já por si não sabemos o que estamos a fazer, apresentar sushi com cereais ali ao pé, chocapic vizinho de mini empadas ou batatas a murro com granola no separador superior, é algo que deveria ser devidamente explicado às pessoas.

Tudo isto aliado ao espírito muito português do chico espertismo: "Ah é buffet? Então vou comer até rebentar. Comigo não ficam a ganhar dinheiro." É estar mesmo a pedi-las.

É natural portanto que qualquer empratamento que vejamos seja não um almoço, não um lanche, não um brunch, mas sim um acidente de 3 pesados com 6 ligeiros, em que o prato é a curva da morte, sem visibilidade.

Sushi com pastel de nata ao lado, com fiambre por cima, logo encostado ao ovo mexido, sem esquecer a compota de morango, seria mais do que suficiente para ter na hora uma equipa de reportagem da CMTV destacada. Mas não, olhamos para o lado e temos outro acidente, tanta foi a salcicha com chocapic que um outro senhor tirou para o prato.

Reina o caos do empratamento, a desavergonhice, e a Maria vai com todos gastronómica.

 

Por segurança, algumas pessoas deviam tirar a carta de empratamento antes de "brunchar".

 

Evitavam-se os "empratacidentes" e as filas.

 

(imagem)

 

P.A


E fazer like na página do facebook, não?

Uma Experiência “Bio-agradável”

Lembro-me bem de, em criança, comer (e refilar) os legumes e verduras que os avós cultivavam. Com o tempo, foram deixando de cultivar e, apesar de ainda trazer cada vez que vou a casa, legumes biológicos, a verdade é que são cada vez menos…

É então muito mais prático ir aos super e hipermercados, onde podemos encontrar de tudo…

 

No entanto, à medida que crescemos, aprendemos a valorizar outras coisas, a fazer escolhas que nos fazem melhor ou pior… E, hoje em dia, assistimos a uma preocupação crescente com a alimentação que fazemos.

Os mercados locais estão a ganhar novamente mais clientes, mas nem sempre é prático ir de manhã fazer as compras para a semana.

 

E foi então que descobri a Quinta da Pedra Branca.

 

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 (Imagem retirada da página de Facebook da Quinta)

 

É um projecto familiar, cuja missão é promover “uma alimentação com alto valor nutricional, sem fertilizantes ou pesticidas e de um incomparável sabor”.

E é mesmo verdade, encomendámos um cabaz que nos vieram entregar a casa num saco reutilizável (mais prático não pode ser) e nota-se bem a diferença no sabor dos alimentos!

 

Podem encomendar cabazes pré-definidos (que existem de vários tamanhos), cujos alimentos variam semanalmente, podem construir o vosso próprio cabaz e, para além disso, podem ainda comprar produtos de mercearia nesta Quinta! Tudo sem sair de casa.

Para ficarem a conhecer um pouco melhor a sua filosofia, os produtos disponíveis e ainda sugestões de receitas com os produtos dos cabazes, consultem o site. Tudo isto com o selo do Certificado Biológico pela Ecocert. Podem mesmo confiar. :)

 

Se decidirem experimentar, digam que vão pela namorada do P.A!

 

 

P.S.: Não tenho fotografias do cabaz, pois não estava a pensar falar aqui sobre ele. Mas ficámos tão contentes, que não resisti a partilhar convosco esta experiência “bio-agradável”.

 

De qualquer forma, tenho que convencer o P.A. a ir ao mercado! Parece-me o sítio mais indicado para comprar carne e peixe!

E vocês, concordam? Recomendam algum mercado?


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