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A minha namorada apanhou o bouquet

A história de um rapaz e a namorada que apanhou o bouquet...

A minha namorada apanhou o bouquet

A história de um rapaz e a namorada que apanhou o bouquet...

O primeiro dia do ano

Olá pessoal de 2017!

 

Então como foi essa passagem de ano, seus marotos?

 

Olhem que ainda estamos na fase de alerta vermelho de natalidade em Setembro que vos falei na minha mensagem de ano novo!

 

O dia D já passou, mas continuo a contar com a vossa fertilidade.. imaginativa, firmeza... do grande.. carácter que possuem e elasticidade... mental para metermos...no bolso, o record do ano passado!

 

Bom, mas vamos tentar esquecer, por momentos, este assunto, que acredito que, com esta rambóia toda, estejam já meio sem energias.

 

Vamos então tratar disso: Como repor energias no primeiro dia do ano?

 

Desenganem-se aqueles que hoje em dia conhecem expressões como brunch ou que sempre conheceram cafés/restaurantes/fast foods que funcionam no mesmo regime das farmácias, em que temos sempre, pelo menos, um aberto nas proximidades, seja que dia for, seja a que hora for...

 

Eu ainda sou do tempo... e isto agora vai-me custar bastante admitir, mas ainda sou do tempo em que existia um anúncio publicitário de uma empresa que não posso fazer aqui publicidade, era do Continente, em que uma senhora de idade avançada dizia:

 

"Eu ainda sou do tempo... em que mesmo que procures este vídeo no youtube daqui a 15 anos para poderes comprovar que és mesmo um dinossauro, não vais conseguir encontrar porque ainda não há youtube, velhadas!!" Bastante cool a senhora, para a altura. Era baixinha.

 

Além deste aspecto, sabem o que não existia também?

 

Qualquer estabelecimento aberto no dia 1!

É que tirando as urgências, que nem sequer tinham aquelas máquinas automáticas de comida, bem podíamos pensar em sair à rua no dia 1 para beber um café ou almoçar um pouco mais tarde. Agora que penso nisto, todos aqueles filmes pós-apocalípticos da altura, deviam ter sido todos rodados nesse dia, para reduzir custos. Não tinham de fechar lojas, nem afastar pessoal, nem colocar lixo no chão. Estava tudo como era suposto. Era só filmar.

 

Pode custar a acreditar para quem não passou por isso, mas de facto hoje em dia já não é nada assim. Tanto que dei por mim ontem num brunch em que todos os turnos encheram em poucos instantes e apenas com reservas antecipadas.

Estou a falar-vos do Olivier Avenida, em Lisboa.

 

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Como gostei bastante da experiência, resolvi partilhar aqui convosco o aspecto de alguns pratos que criei (sim é buffet, podem criar os vosso próprios pratos).

 

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Bem melhor do que o cenário pós-apocalíptico, não?

 

Mas agora podem perguntar vocês, "Estou a dizer isto para, quem sabe, experimentarem no dia 1 de 2018, é isso?" Em parte sim. Mas, se estiverem mesmo aflitos, todos os domingos eles repetem a experiência!

 

Bom ano!! E sem bouquets..ok..?

 

P.A.


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