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A minha namorada apanhou o bouquet

Um local de paz e reflexão, mesmo tendo ela apanhado o bouquet.

A minha namorada apanhou o bouquet

Um local de paz e reflexão, mesmo tendo ela apanhado o bouquet.

Quando ele decide pedir a rapariga em casamento

Calma. A resposta é não. Ainda não.

Não sou eu.

 

Hoje trago-vos um texto de um amigo que, mesmo sem a pressão de um bouquet, resolveu pedir a sua amada em casamento.

 

Inacreditável? Ou mais corajoso que alguns P.A's que para aí andam?

Digam-me vocês.

 

Deixo-vos então com o CR.

 

Calma. A resposta é não outra vez. Não é o Ronaldo. Nem existem bustos, nem encomendas "aos pares" aqui.

 

Olá! Sou noivo!

Aliás, sou um entre muitos que sempre sonharam com esta fase até ao dia do grande momento: aquele fato comprado em saldos no ano transacto que com mais 5 quilos já não serve; os amigos e família que parece mal não convidar; o crédito pessoal com juros a 13% para as flores; o fotógrafo que quer ser wedding planner; a wedding planner que quer ser noiva; enfim, toda uma panóplia que nos motiva a encarar e a considerar o amor como algo para toda a vida, pelo menos até que a paciência nos separe!

 

Mas antes de todo este divagar, existiu um "click" por inacreditável que pareça. Algo que sem saber confessar, me fez integrar o Partido da Monogamia. Acreditar que a minha plenitude, passará por dormir em conchinha sempre com a mesma pessoa, até desenvolver úlceras de pressão ao nível dos trocanteres. [Um pequeno alerta: O CR trabalha na área da saúde, querem saber o que é? Pesquisem que eu também não sabia. Preguiçosos.]

 

Cerca de dois anos e sete meses foram suficientes para considerar este pensamento. Se existe um tempo ideal prévio de namoro, até um eventual pedido de casamento? Existe: o seu! (desde que não considere o resumo deste tempo a só um dia, e após uma ressaca de quinta-feira no Urban Beach). O tempo deve ser suficiente para que pare, e sozinho pense: "Esta pessoa aceita-me como eu sou? Aceitará as minhas manias e ainda assim, continuará com um brilhozinho nos olhos?".

 

33 anos de idade, alguns bate-chapas, dois namoros - 5 e 3 anos, considerados protótipos de união de facto, permitiram-me algum "know-how", capaz de ter alguns argumentos, num qualquer debate televisivo contra o Manuel Maria Carrilho.

A pressão social sobre o tema existe e é um preconceito! Se entre as mulheres, o desejo é fervoroso no avanço masculino para uma vida solitária a dois, entre os homens reina a "machesa" de um curriculum vitae preenchido com competências adquiridas através do maior número de nacionalidades femininas possível! Ora, o bullying perante um lobo solitário que se decide "anilhar", é uma premissa constante, nas conversas matinais aquando o café & cigarro!

 

A questão da idade, também é considerado um factor de pressão, mais no sexo feminino pelo período fértil de ovulação! "33 anos?! Com a tua idade, já tinha os gémeos e estava grávida do Afonso!" (igual a já não posso com as tuas fotos de viagem no Instagram com #metenojo).

Quero acreditar que o Mick Jagger e os seus cerca de vinte filhos, fazem justiça a que nunca é tarde para nada, ao som da "Satisfaction".

 

Em suma: todo este processo é como um lançamento de pára-quedas, pelo menos, imagino que assim seja, visto nunca ter saltado! A adrenalina e o medo é uma constante até ao "lançamento". O take-off do avião, apesar da proximidade com o céu, faz-nos pensar no harém que deixamos para trás, bem assente na terra, numa saída à noite no Kaxaça.

Depois de "saltar", não há volta a dar. Existem duas opções: sabemos que a sensação de liberdade de voo poderá perdurar até ao final das nossas vidas; Ou a condução do voo da nossa companheira nos faz entrar num estado de inconsciência e passividade, que não nos salvará de um "divórcio" com o pára-quedas de reserva!

 

CR

 

CR, obrigado por este verdadeiro serviço público.

Eu já anotei algumas coisas...

 

E o pedido, como foi? - Perguntam vocês.

Vai ter de ficar para uma próxima!

 

 

 (imagem)

 

P.A

 


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O Café em Horário Laboral

Beber um café em horário laboral é, para a maioria das pessoas que conheço, um acto social.

 

Muito embora, para mim, pela minha observação, seja para alguns apenas um mero escape do trabalho, numa espécie de desculpa perfeita que o chefe não leva a mal, só para conseguirem saltar, nem que seja por um bocadinho, a cerca laboral obrigatória. 

Era como quando a nossa mãe só tolerava as nossas saídas com o Carlitos, porque era um bom rapaz e confiava nele.

Com o café, agora é a mesma coisa. O Café é nosso Carlitos na fase adulta.

 

"Oh Chefe vamos ali ao café!" ou "Oh Mãe vou sair com o Carlitos"

Não existe grande diferença. 

Ambas as situações sofrem de aceitação tácita, nem o Chefe ou a Mãe necessitam de responder.

Não se questiona, informa-se. E está tudo bem.

 

Agora pensem nisto, quando alguém vos disser que já bebeu 7 cafés e ainda são 11 da manhã.

 

Mas além deste grupo de alguns calões laborais que, se calhar, nem gostam de café, existem ainda outros que afirmam necessitar do café por motivos bem mais dignos: "O alívio do seu trânsito intestinal."

 

É que se não beberem aquele café, ficam automaticamente presos para sempre numa sexta-feira à tarde de verão, sem ar condicionado intestinal em plena hora de ponta visceral e com 4 acidentes no tabuleiro da tripa 25 de Abril!

E só aquele café, naquele exacto instante, poderá rebocar todos aqueles "veículos" sinistrados que impedem a circulação normal da via e devolver assim o tão desejado alívio.  

 

Sucede que, este senhores, são, na realidade, ainda mais inteligentes que os anteriores.

 

Tudo porque usam as duas armas mais anti-laborais toleráveis em simultâneo. A ida ao café e a ida ao WC.

Depois do "Oh chefe vamos ali ao café!" regressam em grupo e, perante os olhares dos outros que só foram beber café e se preparam para retomar o trabalho, soltam então a graçola mais utilizada para estes momentos:

"Vou ali fazer algo que ninguém pode fazer por mim!" - enquanto circulam em passo acelerado numa espécie de "rebentaram-se me as águas intestinais", mas que por algum motivo acham que ninguém nota.

[um conselho de amigo: nunca sigam uma pessoa que se apresente nesta situação visceralmente débil. Não questionem.]

 

Bom e por fim, após tão difícil parto, lá voltam finalmente ao trabalho, 35 níveis de Candy Crush depois.

 

Mas além dos tais calões e dos agarrados ao café por motivos intestinais, existem ainda os "tensionistas", aqueles a quem o estado lhes deu uma "tensão" baixa e recorrem ao café como se de um empréstimo de tensão se tratasse.

No fundo, estes usam o café como uma espécie de viagra da tensão arterial. E depois como adoram falar sobre a sua tensão e de como ela sobe extraordinariamente, logo após tomarem [outra analogia com  viagra]:

 

 "Ontem estava com a minha esposa e deu-me uma tontura, ia caindo e tudo, fui medir e tinha 9/4! Veja lá!"

 "Isso é mesmo baixo amigo! E depois?"

 "Depois fui tomar um café e subiu-me logo para 12/7!"

 "Uau, olhe eu tenho um amigo meu africano e ele diz que tem a dele sempre a 26/13!"

 "Eh pa, estou a ver que sempre é verdade a fama dos africanos no que trata a ter tensões realmente abastadas."

 

 

No meu caso e embora seja também dono de uma costela africana, o café faz-me bem. Mas não sou como os restantes meio calões ou desconhecedores de bifidus activos para regular a flora intestinal. Nada disso, eu tenho toda uma justificação lógica e construtiva para gostar de café.

Eu gosto de café simplesmente pelo ar saudável com que deixa os dentes do meu colega da frente. É refrescante para mim observar tal picasso dental, abstrai-me de todo o resto. Alivia-me bastante de todo aquele stress diário.

 

Obrigado café.

 

Por isso posso dizer que me incluo num último grupo: o grupo dos que o café lhes alivía o stress.

 

Mesmo não bebendo.

 

E vocês?

 

 

 (imagem)

 

P.A 


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Os Preços Estratosféricos do Restaurante "Made in Correeiros"

O recente caso do "Made in Correeiros" [o caso do restaurante que cobra valores absurdos aos clientes que não estão informados] na baixa Lisboeta, veio mostrar como se pode brincar facilmente e sem vergonha nenhuma, com a vergonha alheia.

Numa espécie de "vou-te enganar à descarada, porque para mim és apenas um totó educado e com vergonha de parecer pobre".

 

O esquema é de tal forma bem feito que funciona qual acto de ilusionismo. Tudo começa com as assistentes/empregadas(os) à porta, para nos distrair e atrair para o restaurante. Depois apresentam uma carta com valores mais ou menos acessíveis. No entanto, ao escolher, nunca existe o prato. Então essas mesmas assistentes indicam alternativas e, por educação, acreditamos que são no mesmo intervalo de preços. O número de ilusionismo já vai a meio.

Comemos e no fim acaba o truque, chega a conta. Nem percebemos bem o que aconteceu, mas temos 500 euros para pagar. Fim da ilusão.

 

A única diferença aqui, para os números de ilusionismo em que nos é solicitada uma nota, é que no fim ainda a recebemos de volta. Intacta.

Aqui não. Aqui só resta uma cara pálida do cliente, que por educação nunca perguntou preços e que agora tem vergonha de não pagar.

 

Mas ser ilusionista é isto. É todo um saber da arte de bem enganar quem tem à sua frente. Tudo sem a vítima perceber qual foi o truque envolvido. Só sabe que aconteceu, mas nunca se apercebe que estava a cair em tal engano até o número terminar.

 

Já "Tolkien", nos seus livros de "Senhor dos Anéis", nos alertara para tal comportamento social.

 

Enquanto o nosso ilusionista "Luís de Matos" optou por ser "Gandalf the White", do bem, o "Xula" [alcunha do dono do restaurante], virou-se para o lado oposto, numa espécie de "Saruman" chico esperto das trevas da restauração.

O cliente será pois claro Frodo, o pequeno rapaz que tem por "hobbit" ser muito educado e que, embora não tenha muitas posses, honra sempre as suas dívidas. Nem que para isso tenha de ir ao limite para derreter o anel dourado que lhe fora cedido pelo tio. E nada melhor que ir ao "Mordor in Correeiros" para o fazer.

 

Mas quem é este Xula afinal?

O génio de tal negócio chama-se na realidade José Cardoso, o que para o seu tipo de negócio obviamente não pegaria. Era como se o Saruman fosse o Joaquim Esteves. Por muita bruxaria que fizesse, muito feitiço, nunca deixaria de ser o "Quim do mal" ou simplesmente "O Esteves". Ora nenhum destes nomes é levado a sério, principalmente no negócio das trevas da restauração. Pelo que Xula, encaixa perfeitamente.

Além disso, não deixa de ser uma forma analfabeta de conjugar o verbo chular. É mais do que perfeito.

 

E que fazia Xula antes desta vida nas trevas da restauração?

Embora parte do seu plano hoje em dia, passe por não apresentar a carta no seu restaurante, nos anos 90, este senhor já dava cartas do seu profissionalismo. Era mesmo uma referência nacional na arte de carteirismo no eléctrico 28. Terá sido nesta formação profissional [na universidade da vida], nas belas artes de coleccionar carteiras alheias, que terá aprendido grande parte da informação que hoje utiliza no seu restaurante:

 

1- aprendeu que a carteira dos turistas é normalmente mais pesada.

E que afinal "O turista só vem uma vez, podemos enganar e não é preciso fidelizar"

2- aprendeu a subtileza de saber retirar dinheiro sem as vítimas darem conta, sendo que quando se apercebem, já é tarde demais.

 

De facto, já dizia a minha avó, é sempre diferente quando lidamos com alguém formado na área antes de abrir o seu primeiro negócio. Nota-se aquele jeito mais profissional. Mais apto. Mais preparado. Mais refinado.

 

É outra coisa.

 

Por isso, se puderem, dêem lá um pulo. Mas cuidado! Não comam, nem bebam.

 

Não sejam Frodos.

 

 (imagem)

 

P.A

 

 

Como extra, deixo-vos 10 dicas para não serem Frodos:

 

1- Perguntar ou tentar ver os preços antes de pedir. Nada de se armarem em clientes educados do bem ou que não querem parecer agarrados.

2- Assumir que por muito gira/giro que seja o empregado, se ele sugere algo, é porque é caro.

3- Se por acaso estás a jantar com outro Frodo  que acabou de comer uma tosta mesmo sem saber o preço, o mal está feito!

Come o resto todo! Pagas o mesmo!

4- Restaurantes sem carta, menus ou preços à porta, é zona extremamente radioactiva para carteiras mais pequenas. Evitar exposição.

5- Dica anti "Xula" e "Made in Correeiros": Perguntar sempre o preço do que não está no menu.

6- Principalmente em grupos grandes, tentar manter o registo de bebidas. 43 imperiais não são o mesmo que 34. Embora os números sejam os mesmos.

7- Sobremesas. Aqui deixo em aberto. Pesar bem a possibilidade de vir a participar no Peso Pesado versus os 5 euros ou mais da Mousse que vais poupar. 

8- O café - Se estão dispostos a pagar até 5 euros, podem ignorar esta dica.

9- Conferir sempre a conta no fim. E se estiver mal, reclamar. Seja uma bebida a mais, ou a menos. Essa parte do Frodo devem manter. A humildade de dizer que falta uma cola é algo que prezo bastante nesta vida. Isso e a Maria Vieira offline.

10- O mais importante de todos: Seguir este blog.

 

 (imagem + imagem)


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Quando a Justiça mais parece uma sessão de Stand-up Comedy

Um homem no Texas deslocou-se ao banco, com a esposa, e quando chegou a sua vez, o que desde logo revelou alguma educação da sua parte, apontou educadamente uma arma ao funcionário e entregou um bilhete a informar que se tratava de um assalto:

 

Assaltante: "Por ventura e se não lhe for inconveniente, poderia contactar as autoridades e informar que eu estou a assaltar este banco?"

Funcionário: "Ora essa caro assaltante, vou prosseguir com essa chamada de imediato."

Funcionário: "Deseja algum dinheiro? Uma água?"

Assaltante: "Não se incomode, pode dar na mesma, mas não me dá muito jeito segurar por causa da arma. Vou aguardar ali na sala. Não se esqueça é do tal telefonema, está bem?"

 

De seguida senta-se de arma em punho, a esposa mantém-se estupefacta, e aguarda gentilmente a chegada da polícia.

 

Das duas uma, ou é fã de Prison Break, o que não censuro. Afinal de contas só quer ir safar o irmão que está na prisão.

Ou então apostou que a Maria Vieira não ia escrever um livro sobre os seus comentários no facebook e perdeu.

 

A polícia é rápida a chegar e algemam o dito senhor. E quando este passa pela esposa, completamente chocada com tudo o que estava a acontecer, o senhor dirige-lhe umas românticas últimas palavras:

"Finalmente vou ficar livre de ti!". E sai de cena. 

 

Parece que afinal este senhor queria sair da prisão, sendo preso.

 

Terá de ser agora ela a "Amar pelos Dois"?

 

Na realidade não.

Acabou por vir a público em julgamento, algo bastante sério, o "alegado" assaltante era afinal vítima de violência doméstica.

 

Esta informação sensibilizou de tal forma os juízes, que de uma pena de 20 anos de cadeia do qual poderia ser alvo, sendo o Texas um dos estados onde mais severamente se punem as tentativas de assalto, acabaram por lhe reduzir a pena para 2 anos.

E bem, dizem vocês? Onde é que está o Stand-up da Justiça afinal?

 

Simples. Os juízes, sensibilizados, também não acharam por bem enviar o senhor para uma prisão institucional. Nada disso.

 

Condenaram-no a dois anos em prisão domiciliária.

 

Adoro humor judicial inteligente.

 

Será certamente a primeira vez que alguém será a bitch de outro, em domiciliária.

 

 (imagem)

 

P.A


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Como Reagir Perante um Assalto

Este era um tema que tinha aqui guardado há já algum tempo para vos falar.

Desenganem-se. Não é um manual de como não ser assaltado. É apenas um guião de como não ser processado depois.

 

Isso mesmo. É uma nova moda que anda por aí e veio para ficar.

Eu explico. A moda daquelas vítimas que ao apanharem o ladrão em flagrante com o LCD da cozinha debaixo do braço, as jóias da família no bolso das calças e o portátil na mochila, à tiracolo, resolvem espetar-lhe uma "valente carga de porrada no focinho" e o assalto acaba logo ali, no chão.

 

Merecido? Se calhar.

Bem feito? Depende da força.

Assalto interrompido com sucesso? Talvez.

 

Qual é o problema então?

 

O problema é que depois são processados pelo ladrão, pelos danos físicos que lhe causaram. E ele ganha mais no processo do que ganharia no somatório de todos os vossos bens que, para a lei, apenas "estariam a ser "alegadamente" roubados".

 

Ou seja, parabéns! Foram assaltados.

 

Mas se a "pantufada no focinho" ou o "enxerto de porrada na boca" já não são soluções viáveis, como reagir agora a um assalto?

 

Imaginem que entram em casa e dão de caras com um ladrão a pegar nas vossas coisas. Primeiro ligam à Policia claro. Mas que fazem no entretanto? Têm de o manter lá.

Lembrem-se que o "partir a boca toda" também não é solução, nem mesmo o vou só dar uma "joelhada nos países baixos" do ladrão para dar aquele tempo extra até a policia chegar. Nada disso resulta agora.

Aliás, esta última deve mesmo evitar a todo o custo.

É que a "Indemnização por Infertilidade Antecipada" é a mais cara da lista de queixas de ladrões agredidos no seu horário laboral.

 

Ficariam sem dinheiro nenhum, à conta da desertificação dos países baixos do assaltante.

 

O que podem então fazer:

 

1- Seja chato. Para este ponto nem precisa de estar perto do ladrão, basta perguntar-lhe de 10 em 10 segundos: "Já roubaste tudo?" " "Que horas são?" "Curtes da Maria Leal?"

Repita 20 vezes este ciclo ou até ele desistir. Em situações de emergência pode também citar documentários do canal História. Resulta, mas aqui poderá espantar definitivamente o assaltante. O lado positivo é que roubará apenas uma parcela do que roubaria se não tivesse usado esta técnica, mas a policia, quando chegar, já não o encontrará.

 

 

2- Caso o ladrão resista ao primeiro ponto. Não desista, lembre-se da sua infância. Utilize a primeira arma da vida social humana e a mais irritante à face da terra: utilize "o macaquinho de imitação".

Imite todos os movimentos e falas do ladrão. Siga-o! Faça de conta que é a sombra dele. Este aguentará no máximo 5 minutos. E com sorte você ainda é agredido e poderá então ser você a pedir a tão desejada indemnização. Parabéns! Missão cumprida e ainda ganhou uns trocos!

Seja responsável, use esta técnica com moderação. O macaquinho de imitação é um assunto sério.

 

3- Se por acaso preferir aproximar-se do ladrão, o que aconselho bastante para efeitos de vir a ser agredido e bem pago, aproveite e faça-lhe cócegas. Se tiver uma pena, use. Aponte preferencialmente para pescoço e axila. Vai ver que ele não roubará à mesma velocidade e com sorte ainda desiste e dá-lhe uma "pêra entre os olhos" a si.

 

A pêra, pela tabela, fica apenas em 20 euritos de indemnização, verdade.

 

Mas são 20 euritos na mesma.

 

 

(imagem)

 

P.A


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Hoje é o Dia dos Avós. A verdadeira definição!

Hoje é o Dia dos Avós.

 

Apresento-vos a definição que deveria estar no dicionário:

avos.jpg

P.A


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O Download Ilegal de Comida

Antigamente era mais fácil e seguro. Nem se colocava a problemática dos downloads ilegais de comida.

Eu em particular, quando era um jovem bem pequeno, na altura do ensino básico, ainda antes deste tsunami de Internet, passwords e PINS para tudo, só tinha de ver se tinha as chaves de casa nos bolsos. Era este o meu pico de responsabilidade e preocupação diária. Esse e garantir que o Luís Miguel não me batia.

Bons tempos.

Graças a este período da minha vida, mais tarde, nunca falhei um sprint para apanhar o autocarro. Nada como imaginar o herculano Luís Miguel a correr atrás de mim com aquele seu grunho cavernal, para eu conseguir aquela velocidade extra para apanhar o autocarro já em andamento.

Luís, um forte abraço amigo! Obrigado por todo esse bullying prazeroso. Fez de mim uma pessoa muito mais pontual.

E magra.

 

Ora se antigamente não existia Internet, hoje em dia estamos a ficar reféns dela. Agora até os frigoríficos mais modernos se ligam à Internet e têm a sua própria password.

Esta gente não vê que é um perigo o que anda a fazer? Ainda me fazem um download ilegal da sopa e depois como é?

Quem paga os direitos do alho francês?

E se por acaso falha a rede a meio do download ilegal? Fico com a casa toda salpicada de sopa?

Eu não limpo depois, aviso já. Que lá vá o apoio ao cliente do frigorífico limpar. Eu só pedi um frigorífico normal. Não uma fonte de hackers esfomeados.

 

Era o que mais faltava, então eu agora antes de abrir um email corro o risco do frigorífico também apanhar vírus? 

Parece que já estou a ver o filme todo:

Bolas, fui tão estúpido, não percebi que era um ataque informático, cliquei no anexo do email e agora resgataram-me os alimentos todos, está tudo codificado, nem as bananas consigo abrir, nem o tupperware da sopa dá para girar. Nada. Só me aparece uma mensagem no visor da porta a exigir o pagamento de 5000 euros em bitcoins, para os resgatar. Caso contrário, só formatando o frigorífico todo. Bandidos!!

E eu que tinha lá guardado o queijo da minha avó, pleno de valor sentimental. Mas também, eu sou de facto um grandessíssimo asno. Devia era ter guardado o queijo no disco externo.

Um queijo no frigorífico? Quem faz isso? É mesmo a pedi-las.

Enfim...

 

Bom, mas enquanto estes dias não chegam e ainda não existem torrents de "Bacalhau à Brás", ou de "Ameijoas à Bulhão Pato", nem em vez de se encomendar pizza para o jantar, porque não apetece fazer nada, se vá ao site "TheFrigorificoBay.com" sacar o jantar de forma ilegal a alguém que, por acaso, não foi muito cuidadoso a escolher a sua password do frigorífico. Vão já ganhando o hábito de, quando saírem de casa, além de verificarem a água, a luz e o gás, ou se a porta ficou bem fechada, não se esquecerem de desligar o fundamental: o wireless. 

 

Caso contrário, quando voltarem, arriscam-se a não ter jantar.

 

 (imagem)

 

P.A

 

P.S - Ah e mudem a vossa password, não deixem a de origem.

P.S2 - Jovem, "12345" não é uma boa password. Tenta de novo.

P.S3 - "123456" também não é...

P.S4 - "password" a sério? Acha mesmo que ninguém se ia lembrar desta?

P.S5 - O teu clube de futebol também não me parece uma boa opção...

P.S6 - nem o nome da tua namorada(o).

Principalmente para a tua conta do facebook... [motivos óbvios...]

 

Depois aí é que ficas mesmo sem jantar...


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A Hóstia do Dia-a-Dia

Porque é que quando temos pastilhas ou algo do género, temos de dar a toda a gente?

Eu não sei se este tema vos tira o sono ou não, mas a mim tira-me bastante na vida. Ao ponto de ficar sem pastilhas.

Fico sem travões portanto. [bela piada, hein?]

 

Mas onde está afinal tal coisa escrita? Tal ordem do dia?

Nos 10 mandamentos não está. Até porque mentos não são pastilhas e se fosse mandar só 10, estava eu bem.

Digam-me, por favor, onde está ou quem foi que o fez, que quero conhecer esse grande senhor ou senhora que resolveu um dia iniciar este processo! A sério que quero!

Gostava de compreender se ele, ou ela, pudessem voltar agora atrás no tempo, se realmente voltavam a fazer o mesmo. De certeza que a intenção era boa, mas fugaz. Não duvido.

Não mediram, pela certa, o impacto que esta sua elasticidade distributiva veio trazer ao mundo.

É que nem Jesus Cristo, nas suas boas acções, distribuiu pastilhas elásticas, só porque foi comprar ali ao lado um pacote e não foi suficientemente rápido a esconder. Nem Judas, ao ver, gritou : "Tens pastilhas!!, Dá-me uma!"

Nem Judas! Meus amigos! Nem Judas!

 

É que depois ainda há essa. Há sempre aquela alma que nasceu para ser sirene de bombeiros, que é aquele colega que assim que se apercebe que estamos a guardar discretamente uma embalagem (Nota relativamente importante: A GUARDAR A NOSSA EMBALAGEM) resolve abrir aquela garganta e dar o alerta geral a plenos pulmões. Numa espécie de chamamento animal em plena savana, invocando assim todas as suricatas das pastilhas elásticas, até então adormecidas, que estavam pelas redondezas.

Em três tempos, fica-me logo tudo ali, à minha frente, firme e hirto e de braço estendido, à espera daquela hóstia elástica do Padre P.A.

 

(imagem)

 

"Deus te pague" - dizem, já mascando. 

 

Ora eu que não fui para padre, mesmo tendo sido esse um dos resultados dos psicotécnicos do secundário, parece que não me livro de andar a comungar semanalmente almas alheias por via da Trident Fresh Sem Açúcar. Será chamamento? É que já tentei mudar de pastilhas várias vezes para me libertar deste ritual, mas descobri que possuo um rebanho bastante ecléctico no que trata a marcas e sabores pastilhieiros. Não largam a minha paróquia nem por nada.

É que o padre no fim da missa ainda bebe o vinho. Eu, a única coisa que ganho é uma caixa de pastilhas mais vazia que um confessionário em dia de receber políticos.

 

Mas pronto eu percebo que não concordem, eu tenho aquele gosto estranho que se calhar é só meu, não sei, que é até apreciar ter pastilhas elásticas quando as compro.

Não sei porquê, parece-me fazer sentido. Se eu vou de propósito comprar, faz sentido ter. Não é? Até parece ter lógica.

Mas se calhar não tem. O normal é não ter, aparentemente.

No fundo é como o nosso ordenado, todos nós que trabalhamos, recebemos uma embalagem cheia de euros ao fim do mês, só que depois alguém do fisco vê, abre aquela boca de puto estúpido da turma e aponta na nossa direcção. E pronto, no fim, só nos resta aquela caixa meio vazia que tem de dar para o resto do mês.

 

E as suricatas do estado ali, a rirem-se,  a mascar a nossa metade.

 

P.A

 

E já agora, por falar em suricatas, feliz dia do amigo!


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O Crava e o Agarrado entram num Restaurante...

Podia ser um início de uma anedota, mas é só mais uma alusão a comportamentos humanos cómicos.

 

Mas antes de imaginarmos quem paga o quê neste restaurante, vamos começar por apresentar cada uma das personagens.

 

O Crava

Embora o crava pense ser uma pessoa que nem dá muito nas vistas, toda a gente o conhece.

O crava é aquele elemento do grupo que mesmo que o tema discutido no momento seja qual a cor da gravata do Goucha no "Você na TV" de segunda-feira, se chega à frente e diz:

"Epa por acaso, não tens uma pastilha?"

Ou então:

"Alguém vai ter de me safar nesta, lembrei-me agora que tenho ali o carro no parquímetro e não tenho trocos"

Ou então algo até mais comum, à beira da máquina do café com um amigo:

"Pagas-me este que eu pago-te depois"

 

É esta a vida do crava. Uma vida saltitante de amigo em amigo, à medida que se vai esgotando o stock de empréstimo por cabeça. Vai saltando numa espécie de versão mais velha de um filho adolescente que ora pede umas vezes à mãe, outras ao pai e aos fins-de-semana aos avós.

No fundo o crava é um Peter Pan que se recusa a crescer no que trata a comprar coisas que sabe que outros lhe podem dar. É esse o segredo da sua carteira sempre jovem, lá bem longe, na Terra do Nunca (vou pagar).

 

 

O Agarrado

Se o crava é o Peter Pan, o agarrado é, por oposição, o Capitão Gancho. Este até pode ter um tesouro no barco, mas não empresta um cêntimo a ninguém. Preferindo até ficar sem a sua mão, a perder o seu dinheiro.

O agarrado é aquele elemento do grupo que normalmente até fala bastante. Está ali a rir com o pessoal, a mandar as suas piadas, as suas graçolas até que de repente detecta alguém nas suas proximidades a iniciar o discurso da seguinte forma:

"Ah, faltam-me 2 euros..."

"Bolas não reparei nisto, por acaso podes-me..."

"Esqueci-me da carteira em casa..."

 

E tudo muda. A graçola termina e a piada fica para outra altura.

O agarrado não quer que saibam que ele é agarrado, então liga o modo de emergência e tenta colocar-se estrategicamente, e sempre de forma subtil, um bocadinho mais distante da pessoa emissora daquele semi-pedido. Para assim, quando o pedido terminar, não ser ele a pessoa mais próxima e a ter de responder. Mantém assim a sua imagem e dinheiro na carteira intactos. Plano perfeito.

Mas caso o agarrado não consiga sair a tempo, assume uma espécie de plano B. Este plano resume-se a tirar a carteira, bem como abri-la da forma mais lenta possível que conseguir. Para assim dar tempo que algum outro colega do grupo (não agarrado) se chegue à frente e empreste primeiro.

E aí o agarrado feliz, sorri, comentando "Eu ia dar, mas foste mais rápido...".

 

Agora imaginem os dois num restaurante:

 

A escolha:

O crava pede sem olhar a custos.

O agarrado faz contas ao que escolhe para no fim saber exactamente o que tem de pagar.

 

Durante a bebida:

O crava pergunta se a bebida está boa e se pode provar.

O agarrado afirma convictamente que tem herpes enquanto o enche o seu copo até ao topo, esvaziando a garrafa.

 

Durante a refeição:

O crava retira batatas fritas sem perguntar.

O agarrado puxa ligeiramente o prato para si.

 

Na sobremesa:

O crava pede a mais cara.

O agarrado não quer, está cheio. (de fome)

 

Quando chega a conta:

O crava dá pela falta da carteira.

O agarrado tenta pagar directamente, só a sua parte, na caixa.

O crava volta a dizer que só agora deu pela falta da carteira.

O agarrado atende um telefonema urgente fantasma.

O crava tenta tirar o cartão da mão do agarrado e pergunta qual é o PIN que ele próprio marca.

O agarrado faz sinal que está com pouca rede e tem de sair, puxando o cartão para si.

O crava insiste mais uma vez.

O agarrado tenta fugir mais uma vez.

 

E é neste momento que se destroem amizades, meus amigos.

 

É que o crava não tem mesmo a carteira consigo, faz parte da sua irreverência de Peter Pan, portanto o agarrado, a bem da situação, acaba sempre por ter de pagar.

Ou isso, ou vai mesmo embora por culpa do seu telefonema urgente fantasma e o crava acaba a noite a lavar pratos.

 

Mas uma coisa é certa, aquela amizade nunca mais será a mesma.

 

Fica finalmente claro porque motivo o Peter Pan e o Capitão Gancho nunca foram vistos a jantar.

 

Por isso, meus amigos, muito cuidado com quem saiem à noite.

Mas pelo sim, pelo não, mais vale saírem com agarrados.

 

É que esses, pelo menos, sempre pagam o deles.

 

 

 

 (imagem)

 

P.A


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Vai acima e vai abaixo, vai ao centro e vai para dentro!

Como podem ter deduzido pelo título de hoje, venho falar-vos de algo muito comum na nossa sociedade: 

 

Como os nossos vizinhos se reproduzem

 

Mentira. Estava a brincar. Vou falar-vos de bebidas e como elas nos acompanham ao longo de 4 fases da nossa vida, até sairmos da faculdade.

Mas assim teve mais piada.

 

Primeira fase -  primeiros tempos de vida de um ser humano

 

Quando nascemos a ementa de bebidas é bastante restrita e dependente essencialmente da disponibilidade maternal, em particular do estado dos seus, nunca tão avolumados, recipientes lactais. O leite maternal, embora bastante nutritivo, apresenta alguns efeitos secundários. Diria até que equivalem às maiores bebedeiras e pantufadas que vamos apanhar nas nossas vidas. É de tal forma forte que nenhum de nós se consegue recordar de quando bebeu leite maternal neste período.

Além disso, a locomoção é claramente afectada, sendo inicialmente preferível para a criança gatinhar, a arriscar tentar pôr-se de pé sob o efeito deste leite. A comunicação é também ela pobre, resumindo-se a um par de grunhos, gritos e algumas tentativas falhadas de formar palavras.

 

Resumo - Leite Maternal

Nível de satisfação: Dizem que gostava.

Nível nutritivo: 10/10

Dificuldade de locomoção:  Não me lembro. Mas existem 4532 fotos que o comprovam.

Perda de memória:  Confirmo.

Nível de Status: 0/10

 

Conclusão: Beba com moderação. Seja responsável. E, pela sua imagem, que ninguém o veja.

 

 

Segunda fase - Desde o primeiro acto de consciência à pré-adolescência

 

Depois crescemos e ficamos ali num período em que bebemos o leite com chocolate, o suminho de laranja, a limonadazinha e a bela da água com açúcar dada pela nossa avó. Neste caso e após anos de excessos de leite maternal, a jovem criança tem a inteligência de reflectir sobre o seu futuro e do que realmente pretende para a sua sua vida, largando finalmente o vício do leite maternal. Por algum motivo dizem que uma criança deixar de querer mamar é uma das suas primeiras manifestações de consciência.

Com esta decisão adulta, a criança ganha mobilidade, deixando de gatinhar, além de conseguir memorizar algo pela primeira vez. Com esta paz de espírito que a ausência de leite maternal proporciona, consegue finalmente dizer as suas primeiras palavras.

 

Resumo - Leite com chocolate, limonada, sumo de laranja e água com açúcar

Nível de satisfação: 8/10.

Nível nutritivo: 7/10

Dificuldade de locomoção:  Inexistente. Significativas melhorias face ao leite maternal.

Perda de memória:  Sem indícios. Já me recordo de beber estas bebidas.

Nível de Status: 5/10

 

Conclusão: Beba quando lhe apetecer, mas cuidado com os açúcares.

 

 

Terceira fase - Desde a pré-adolescência à adolescência

 

Momento em que surge aquela primeira cerveja, o primeiro copo de vinho ou mesmo aquela água de cor mal lavada que nos vendem como "Bongo 8 frutos" e na realidade é imperial. Normalmente, nesta fase, são patrocinadas ou por familiares masculinos alpha que nos querem tornar homens/mulheres ou apenas por colegas na escola, naquelas primeiras saídas até às 22 em ponto em casa. Onde ouvimos pela primeira vez algo como "Vai acima e vai abaixo, vai ao centro e vai para dentro!" e não sabemos o que é suposto fazer com o copo. E como queríamos despachar, bebemos logo tudo no  "acima" e temos de repetir. Bolas.

Isto contou-me um amigo meu, o Manelinho. Eu nem estava lá.

 

Resumo - primeiras cervejas e copos de vinho

Nível de satisfação interior: 0/10.

Nível de satisfação exterior: 11/10 

Nível nutritivo: 6/10

Dificuldade de locomoção:  um copo - é inexistente. Tal como se costuma dizer: "Um copito não faz mal nenhum ao menino" 

Perda de memória:  Tendência a ficar bem gravada na nossa memória. O problema será esquecer.

Nível de Status: 14/10

 

Conclusão: Beba quando lhe pedirem para beber, mas cuidado com as expressões faciais. Treine primeiro ao espelho.  Assista bastante a anúncios da TV Shop.

 

 

Quarta fase - A Faculdade

 

A fase da faculdade por norma tem a tendência de proporcionar os mesmos efeitos secundários aos adolescentes que o leite maternal. Na realidade pode existir num ou outro caso uma bebida específica, mas creio que neste período a bebida mais praticada tem um nome: Mistura. Esta mistura de bebidas de forma aleatória, principalmente em eventos académicos festivos, resulta em perda de locomoção temporária, excesso de diálogo, principalmente na presença de raparigas e em alguns casos uma certa tendência a redecorar a calçada, numa pintura alusiva ao que acabámos de jantar. A dormida é secundária e muitas vezes debaixo de uma qualquer mesa ou cadeira.

 

Resumo - Misturas

Nível de satisfação interior: 10/10.

Nível de satisfação exterior momentânea: 200/10 

Nível de satisfação exterior cerca de 30 minutos de misturas depois: -99999999999/10 

Nível nutritivo: Indefinido/10

Dificuldade de locomoção:  Tendência a seguir os mesmos sintomas do leite maternal.

Perda de memória:  Tendência a seguir os mesmos sintomas do leite maternal.

Nível de Status momentâneo: 140/10

Nível de Status cerca de 30 minutos de misturas depois: 0/10

 

Conclusão: O segredo da mistura será conseguir nivelar bem o seu período de felicidade, devendo parar mesmo antes de atingir os tais "30 minutos de misturas depois". Caso ultrapasse a meta dos 30 minutos, todo o seu investimento em status será perdido, assim como todo o seu dinheiro investido. Por precaução, consulte regularmente o seu gastroenterologista.

 

Bom, pensava que chegar até ás bebidas da faculdade seria suficiente, mas estou a ver que vou ter de fazer uma segunda parte.

 

É que ainda estou com sede.

 

 (imagem)

 

P.A


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