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A minha namorada apanhou o bouquet

A história de um rapaz e a namorada que apanhou o bouquet...

A minha namorada apanhou o bouquet

A história de um rapaz e a namorada que apanhou o bouquet...

Arrenda-se T2 para 3D

Caríssimos,

 

Como hoje é sexta-feira trago algo mais light para chegarem bem dispostos ao fim de semana: Um anúncio a um produto revolucionário.

Espero que vos convença tanto a vós quanto a mim.

 

Amigo,

 

És filho único? Desde criança que brincas ao espelho para não te sentires só?

Não tens muitos amigos? No Natal a única mensagem que recebes é do teu outro número?

Não tens namorada e ainda choras a ver o Bambi?

Vives sozinho? O ponto alto da tua rotina caseira é ouvir os vizinhos a fazerem as pazes?

Foste barrado no Urban? A sério?? ahahah

Perdão... Já apanhaste porteiros mal dispostos?

Gostavas de ter aquela companhia lá em casa, mas não gostas de ter de apanhar o cocó do gato ou do cão? Mandas a bola e acabas por ser sempre tu a ir buscar?

 

Esquece todos estes problemas! Até mesmo aquele do Urban! ahahah

Perdão..

 

Agora já podes ter as "pessoas" que quiseres lá em casa o tempo que quiseres.

 

Só precisas de comprar uma fantástica impressora 3D e a seguir vir aqui ao catálogo! Tudo em tamanho real!

Que maravilha!

 

Já agora, sendo este o meu centésimo post, acham que devo mandar imprimir um avôzinho para pôr aqui no sofá?

 

Se calhar não, depois só vê bola...

 

P.A.


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Podes tratar-me por tu...

Caríssimos,

 

Hoje vou contar-vos uma história.

Desde criança que sempre tratei as pessoas mais velhas por você. Foi um tique que ficou mesmo colado na alma. Quando dou por mim, já tratei a outra pessoa por você. Culpa de quem? Da minha avó, claro.

Graças a ela desenvolvi esta forma de racismo etário.

O meu inconsciente aplicava automaticamente o filtro certo e quando dava início às cordas vocais, já a conjugação do verbo vinha de acordo com a análise etária prévia.

Nem precisava de pensar.

Em criança tudo bem, era tudo mais velho do que eu. Passava bem.

Era um pirralho irritante mas ao menos conjugava os verbos de forma educada.

Uma espécie de "Ide passear, oh filho de uma meretriz" - Pode irritar na mesma, mas como tem alguma educação, as pessoas aceitam melhor.

 

Há uns anitos atrás, fui a um jantar.

Desse jantar de 20 pessoas, conhecia apenas 3 e como falhei redondamente a pontualidade nesse dia, fiquei a jantar num anexo de uma mesa de pessoas desconhecidas. Bem feita, diga-se.

Conclusão? Há que quebrar o gelo.

São nestes momentos em que jogamos no desconhecido que ligamos o nosso piloto automático.

Agora vejam bem onde isso me levou.

Das 5 pessoas que habitavam na mesa da qual eu era anexo, 3 eram raparigas. Uma delas estava grávida.

Começo a falar com uma, ela facilita, trata-me por tu. Resolvido.

Junta-se a segunda à conversa - tu. Resolvido

Brinde, rapazes, malta - tu e tu. Resolvido

Faltava a rapariga grávida...

 

Bom vamos lá!

 

Começo a falar e não é que a porcaria do filtro me fez dizer um você!

"Podes-me tratar por tu" - responde ela.

Obrigado avó - penso.

5 segundos depois volto a tratar por você. Estava indignado comigo mesmo!

Então a rapariga por estar grávida, por estar na iminência de vir a ser mãe, activa-me assim o filtro? Que magia é esta que penso as coisas de uma forma, mas quando as digo sai doutra? Ai avó avó que punhas tu na Cerelac...

Resolvo então lutar contra mim mesmo e expor o problema abertamente.

A rapariga grávida ri-se e percebe o meu dilema!

Ufa até correu bem isto! Penso eu.

Só que a seguir faz-me a seguinte pergunta:

"Nasceste mesmo em que ano P.A?"

Respondo prontamente com ar jovial!

Ao que recebo de volta:

 

"Sou um ano mais nova que tu..."

 

Curei-me avó.(<-- cliquem!)

 

P.A.


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Ala que se faz tarde!

Amigo,

 

Eu não o conheço, mas tenho de lhe agradecer hoje. Graças a si, senti-me um rebelde, um verdadeiro fora da lei.

Senti-me uma bicicleta na auto-estrada.

Eu já ando rápido, mas a sua pressa e ânsia eram tais que quando me ultrapassou no passeio, pensei que tinha o meu pé furado ou algum problema com o pulmão direito. Se não tivesse acabado de tomar o pequeno-almoço, diria que precisaria de atestar.

Mas não.

A máquina estava boa, o depósito meio cheio e a velocidade era a normal.

Estava tudo bem.

 

Então que raio de aditivos anda aquele senhor a tomar? Sem chumbo é de certeza e gasóleo não bate assim.

Ainda por mais estamos a falar de um senhor Ford Transit contra um jovem descapotável P.A...

 

Aproveito os poucos segundos que me restam para tentar perceber que magia seria aquela.

Parece-me tudo normal.

Até que olho para a mão direita do senhor.

Ele está a segurar qualquer coisa...

 

Não é um foguete.

Não é um avião.

Também não é o super homem se é isso que estavam à espera.

 

Mas é algo muito, mas muito mais potente,  algo que deixa qualquer homem em pânico se for visto na rua com tal coisa:

 

Um ramo de rosas.

 

 (imagem)

 

P.A.


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Em Banho Maria #6 - As 40 sombras de Maria

Maria: Que se passa? Não temos introdução esta semana? 

P.A: Calma...
Maria: Porque é que estamos aqui à luz das velas e continuas a acender algumas?
P.A: Calma Maria...
Maria: Isto é um chicote P.A??!?
P.A: É Maria. Tem calma.
Maria: Aquilo de raptar na semana passada foi a brincar!!
P.A: Só estou a criar o ambiente perfeito para o tema desta semana. Tudo para te sentires melhor, afinal de contas não é todos os dias que chegamos aos 40! Calma Maria.

Maria: Oh obrigada P.A. É que já estou tão habituada a que me trates mal nas introduções que já estava a ficar com medo.
P.A: Bem, na realidade só estou a poupar electricidade. Do teu bolo de ontem só aproveitei as 40 velas. Decidi pôr isto a render, sempre me fica mais barata a entrevista .
Maria: O_O 

Maria: e o chicote?

P.A: Isso é mesmo por me teres raptado!!! Wapeshh!

Mas calma Maria.. tem Calma... Wapeshh!

Maria: SOCORRO!!!


Caríssimos,

Poderia ser mais um episódio de violência doméstica? Sim podia.

Mas é apenas a introdução à altura, menos bruta vá, do tema de hoje: as 40 Sombras de Maria.
Como tal, já não vou preso. Sou apenas um garanhão rico com problemas mentais fofos.

Mas vamos lá bater mais na Maria:

P.A: Bom agora que já aprendeste a tua lição e te deixei mais confortável, podemos então prosseguir.
Maria: O_O
Maria: Mas deixa-me voltar atrás... quem foi a aldrabona que te fez acreditar que és um garanhão?...
P.A: "oh por favor" Maria... olha tenho aqui uma coisa que te vai avivar a memória... Wapeshh!
E agora? 
Maria: Macho, muito macho querido PA, e fofo também... uma doçura!!!

 

P.A: Óptimo! Continuando...já que estamos a celebrar as tuas 40 sombras...Tenho um dilema para ti...imagina que tinhas um rapaz fisicamente perfeito à tua frente mas que tinhas de escolher uma de duas personalidades possíveis para tal embalagem:

- um rapaz mentalmente decente-doente como o Grey
- um rapaz em que a sua sombra mais negra se resume à frase "Olhe, você tinha razão Maria, até estou a apreciar este acto físico aqui consigo agora, sabia?"

Maria: Qualquer que fosse a 2ª opção, escolhia o Grey!
P.A: Gostas assim tanto de comida de hospital?
Maria: O_O

P.A: Então já que escolheste essa hipótese imagina que, para ficarem juntos tinhas de assinar um contrato que continha palavras como cordas, algemas, salas da dor ou o Somos Portugal da TVI. Basicamente elementos de tortura.

Assinavas? Por amor?

Maria: Por amor pedia para eliminar a cláusula do Somos Portugal... e depois assinava sim!!
P.A: Não te julgava tão certinha Maria...

Maria: Sempre achei aquilo do 760 demasiado para mim...

P.A: 760? Sempre pensei que eras rapariga de um só!

Maria: O_O

 

P.A: Bom e se o senhor Grey ao invés de ser langão (já que nunca foi visto a trabalhar...), fosse informático? Perdia o encanto?
Maria: Claro que sim! Cada vez que tivéssemos um problema ele começava por pedir para desligar e voltar a ligar...
P.A: O_O

 

P.A: Maria, qual foi a coisa mais Grey que já alguma vez fizeste na vida? Pôr plástico no papelão? 
Maria: eh eh eh eh... sim, sem dúvida que foi algo do género. cof cof
P.A: E a tua mãe soube?
Maria: Não, claro que não. A minha mãe educou-me por forma a separar bem o lixo...  Ia ficar desgostosa!!

P.A: Pobre senhora, a viver uma mentira...

Maria: Ela não lê isto P.A! Fica o nosso segredo mais negro!

P.A: Essa referência à sequela até me arrepiou Maria!

Maria: 

 

P.A: Bem, estava aqui a pensar...nestas tuas 40 sombras de vida... o P.A é como um raio de sol não é?

Maria: Nestas 40 sombras o PA é, como dizê-lo?... uma verdadeira borrasca!
P.A: Ai é Borrasca?? Lembra-te lá da introdução deste post e explica-me lá isso melhor se faz favor! O P.A é o quê?

Maria: Perfeito, o PA é PERFEITO!!!

 

P.A: Melhor entrevista de sempre.

 

P.A: Que dizem as tuas meias de liga?
Maria: Que estão mortinhas por entrar na Calzedonia para trazermos umas priminhas para elas!

 

(desligam o som)

 

Maria: P.A, sabes que na realidade eu não te acho um garanhão não sabes?

Wapessh!!

Maria: P.A, sabes que na realidade não és raio de sol não sabes?

Wapessh!! Wapessh!!

Maria: P.A, sabes que na realidade também não és perfeito como eu disse, não sabes?

Wapessh!! Wapessh!! Wapessh!! Wapessh!!

Maria: P.A, sabes que eu até gosto disso não sabes?

Wap...

 

 

 

 

P.A.


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O problema do peso delas...

Caríssimos,

 

É mito.

O peso delas não importa para nada, ora vejam:

 

Quer ela pese 45 ou 100, à noite, ocupa sempre a cama toda na mesma.

Quer ela pese 200 ou 250, a cama parte na mesma.

Quer ela pese 30 ou 35, é pedofilia na mesma.

Quer ela pese 45 ou 450, ela vai achar que está gorda na mesma.

 

E o homem? O que acha o homem?

Para o homem não interessa quanto pesam meninas. A sério.

Na realidade quer elas tenham 45 ou 450, a rapariga só é considerada gorda se estiver a dar a Champions e ela ficar à frente da TV...

 

E com razão...

 

P.A.


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Carta aberta para algumas pessoas que andam de elevador

Caro senhor ou senhora,

 

Hoje falo para si. Falo-lhe hoje porque voltou a acontecer.

Por favor tenha mais cuidado numa próxima vez que estiver no elevador.

Vou-lhe tentar explicar uma coisa.

Eu sei que normalmente só o faz quando está de facto sozinho e isso lhe permite naturalmente alguma liberdade, eu sei, mas por favor tenha consciência que estamos a falar de um elevador público, está bem?

Isto porquê afinal?

Imagine que 1 segundo antes da porta abrir e de dar de caras comigo, lhe deu aquele aperto e, como está sozinho, lá teve necessidade de se soltar um pouco. "Pronto, passou. Está feito! Ninguém viu. Afinal de contas saio já no próximo andar!" pensa você?

Errado caro senhor.

O efeito secundário desse soltar, e recordo-lhe que como se trata de ar quente, surge normalmente só 5 segundos depois, pois é o tempo que demora a subir até onde é melhor apreciado - o nosso nariz. Por isso meu senhor, quando sai do elevador e depois fico lá eu, na realidade acabou de me fornecer um daqueles fantásticos vales aventura olfácticas que eu não pedi! E pior, não tenho forma de o declinar porque a porcaria da porta acabou de fechar!

 

Você saiu, mas eu não fiquei sozinho.

 

Se já está arrependido por este momento, embora seja fã de "buffets", já o considero boa pessoa. Mas ainda não acabou.

Veja por favor a parte seguinte.

 

Prossigo a minha viagem no elevador, presenteado - intoxicado. A porta abre, olho, na esperança que seja o fim da viagem, mas ainda não é o meu andar.

Entra uma senhora. E que senhora.

Meu Deus, imagine aquela nota 10, toda ela um monumento à definição do que é ser mulher. Entra, olha para mim e pisca-me o olho. 

Consegue imaginar??

Meu Deus que sorte é esta? Não é?

A porta fecha.

Só que o seu vale oferta ainda não expirou.

Eu volto a senti-lo e infelizmente ela sente-o também, pela primeira vez.

Pergunto-lhe agora caro senhor, sabendo ela que está inocente, quem será o mais que provável culpado de tal clima tropical?

Imagine e digam-me, por favor.

O senhor não será, com certeza.

 

Recebo aquele olhar lateral de reprovação, um nariz franzido e um ligeiro abanar de cabeça.

Não adianta tentar explicar. É tarde demais.

 

E tudo por causa daquele seu segundo, caro senhor.

 

O meu obrigado.

 

P.A.


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Sou um tigre lá em casa

Caríssimos,

 

Estou eu muito sossegado atrás do computador, na tentativa de parecer invisível para ela, numa espécie de "pode ser que ela já não se lembre que era eu a lavar a loiça hoje" quando ela pára subitamente o que está a fazer na cozinha.

Eu noto, mas nem arrisco desviar o olhar. Mantenho-me ali imóvel como se de um tigre em pleno acto de caça se tratasse.

Nem um som meu ela vai ouvir!

Aguardo que seja algo passageiro.

Sinto que me olha, imóvel também.

Mas não posso ceder. Já sei que se olhar, estou condenado.

Mantenho a minha. Sou um tigre, penso.

O impasse mantém-se mais alguns segundos até que ela desiste e se vira novamente para a cozinha.

Que adrenalina!! Sinto alívio instantâneo! O meu corpo volta finalmente ao estado normal.

 

O tigre foi mais uma vez superior.

 

Até que oiço:

"A cozinha já está livre para ti!"

 

O tigre perdeu.

 

 (imagem)

 

 

P.A.


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Em Banho Maria #5 - Seja o que alguém quiser

Caríssimos,

 

Estava muito bem a falar com a Maria, sobre como seria o Em Banho Maria desta semana, quando uma necessidade fisiológica, daquelas mais demoradas, me obrigou a ter de me deslocar (com alguma rapidez) ao wc mais próximo.

Até aqui tudo bem. Que atire a primeira pedra quem nunca se deslocou a um wc já a vapores de feijoada digerida!

Volto à mesa...a Maria estava estranha....

Teria levado com algum vapor precoce meu?

 

Para disfarçar, pego na bebida e toca de beber de penalty. Sabor estranho aquele...

Começo a ficar eu estranho...cansado...

 

Acordo...

 

Maria: Olá P.A!

P.A: O que é isto?! Onde é que eu estou? Estou meio drogado...Que se passou?! Foram as senhoras do Zimbabué?!

Maria: Nada disso! Karma is a Bitch ou traduzindo à letra ... Virou-se o feitiço contra o feiticeiro.

P.A: ?!?

Maria: Desta feita recebo-te na minha casa para mais um “Em Banho Maria”, em que quem estará de molho és tu!

P.A: O_O 

Maria: Deixa-me só dizer-te que ficaremos na varanda prevenindo assim maus cheiros ou outras badalhoquices que pudesses atrair. Estando a salvo de constrangimentos, ficarás mais confortável.

P.A: O_O 

Maria: Então agora que estamos mais confortáveis como costumas dizer, conta-me tudo... a tua namorada apanhou o bouquet! Sabemos que desmaiaste em seguida... É comum desfaleceres em situações mais emotivas? 

 

(P.A: Bom, para meu bem, vou ter de alinhar mesmo nisto...)

 

P.A: Sim é verdade eu desmaiei de facto... Mas como as árvores! De pé! Olhos muito abertos, ramos inferiores a tremer, suores frios, mas de pé! Não confundir com o desmaio sempre associado a alguma ausência de masculinidade...

Maria: Exacto... árvores masculinas, claro.

P.A: Sim! Também dizes a tartaruga e há grandes machos tartaruga, ou não? Olha as Ninja e tudo.

Maria: Há sim, e é vê-las a desmaiar ao verem florzinhas no ar! Mas, adiante…Estando tu tramadinho e não podendo fugir com o rabo ao bouquet, já trataste do anel?

P.A: Em primeiro lugar o bouquet apanha-se com as mãos Maria! Se fosse a rabos eu não desmaiaria na certa! Não sei que ideia tens, mas na minha terra é assim! Não se anda ali de cóccix para o ar, à espera. No entanto, avisa-me quando fores a um próximo evento desses...
Maria: Não fujas ao tema.. E o anel P.A?
P.A: Não sei, acho que ela só apanhou mesmo o bouquet... Tenho de lhe perguntar...

Maria: ...

 

 

Maria: E já foste de joelho ao chão?

P.A: Ui tantas vezes, então em miúdo a jogar a bola, a minha avó já não arriscava, ia sempre de calções para a escola. Hoje em dia, até sou modelo de joelhos. Quem diria. Até já fiz algumas apresentações.

Maria: Ai sim? Tiras fotos ajoelhado, é isso?

P.A: Principalmente em escolas. Tudo começou com a minha capacidade de esgotar o stock de pensos na escola. Mais tarde chamaram-me para desfilar. Nunca percebi bem a parte do fim quando as professoras dizem sempre para não fazerem como eu se querem ter umas pernas bonitas. Mas adoro o meu hobbie!

Maria: Hobbie de joelhos, OK. Já estava a supor que eras pago para o efeito.
P.A: Hobbie de joelhos é outra coisa Maria! Embora também exista a modalidade paga!

Maria: O_O 

 

Maria: Sabendo de antemão que a tua namorada é das melhores pessoas à face da terra (não há caridade que resista a ter um PA) já viste imagens do casamento que possam garantir que ela não tentou destruir o bouquet? ou passar a outro e não ao mesmo? 
P.A: Mesmo que eu venha a sofrer de algum tipo de amnésia, aquele dia, aquele bouquet, aquele instante serão certamente as últimas coisas que esquecerei! Não preciso de imagens! Aliás nem quero!! Até te digo mais! Existia uma senhora atrás dela (por sinal com punhos bem mais robustos que os dela) que ainda apanhou parte do bouquet. E ainda puxou! Mas claro, tinha de ganhar a improvável e responsável pelo nascimento do P.A...

Maria: E preparativos para o casamento já fizeste?

P.A: Sinceramente já!

Maria: Ui, conta P.A! Deixa-me dizer desde já que ofereço os meus préstimos para repórter do acontecimento!

P.A: Então claro que aproveitei logo os saldos este Janeiro! Temos dois casamentos este ano! Vou um mimo!! Sobre a reportagem, acho que já têm...mas posso perguntar se quiseres.

Maria: Sim, faz-me esse favor, isto de entrevistar gente demente tem os dias contados...

 

Maria: Diz-me PA, por mera obrigação, o que diz o teu rim esquerdo?

P.A: Que a porcaria da droga que me deste não lhe caiu nada bem! 

 

(Voz de fundo: "Corta")

 

Maria: Ufa, estava a ver que nunca mais saiamos do ar! Recebi agora a notificação de novas vidas no Candy Crush e estava praqui a ouvir-te em vez de estar a tentar passar este nível.
P.A: Se eu não estivesse praticamente em hipotermia aqui ao relento na varanda, levavas agora um mimo! E aí ficavas era sem as vidas todas!

Maria: O_O 

 

 

 

E eu a pensar que eram as senhoras do Zimbabué...

 

Bolas...

 

P.A


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Apanhar boleia...no Zimbabué.

Amigo,

 

Hoje falo para ti.

Estás triste com a tua vida? A rapariga nem sequer olha para ti?

Tu fazes tudo certo, mas a coisa não se dá?

Falas ao telefone, leva-la a jantar mas depois dão logo os patinhos e xixi cama?

Nem um cafunézinho?

Ai amigo amigo...

 

E que tal uma viagem?

 

Amigo: "Oh P.A. já me estão fartos de dizer isso, não arranjas nada menos original para me dizer??"

P.A: Calma Amigo! Não é uma viagem qualquer...

Amigo: "A Bangkok não vou! Já disse!"

P.A: Não falei em destinos de deboche, calma!

Amigo: "Então P.A?'"

P.A: Zimbabué! Deixa-me só dizer-te que além da viagem, tens um misto de aventura, floresta, uma carrinha Toyota Quantum, uma bebida branca e cerca de 3 a 7 mulheres muito fogosas e loucas por te mimar. Interessado?

Amigo: "CLARO QUE SIM P.A!"

P.A: Mesmo que depois possas estar tão desgastado que nem te irás lembrar muito bem do que aconteceu?

Amigo: "Melhor ainda! Melhor fico com a minha consciência!"

 

Óptimo.

 

Só tens de saber pedir boleia e fazer como este professor.

 

P.A.


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Porque morrem os homens mais cedo?

Caríssimos,

 

Recentemente foi actualizada a esperança média de vida para os próximos 13 anos. Tal é apresentada, em média, da seguinte forma:

 

Senhoras: 87,5 

Senhores: 82,5

 

Se estivesse na faculdade e a vírgula colocada um lugar mais à esquerda (8.75 e 8.25), no caso das senhoras iria à revisão de prova na esperança de ainda me safar. Mas no caso dos senhores já não valeria a pena...

Teria de assumir o chumbo.

 

E é desta altamente dedutiva conclusão que sai a pergunta mais importante de hoje: Porque raio somos nós os mariquinhas? Que nem para passar dá?

 

E até temos tudo para dar certo... ora vejam:

 

  1. Usamos barba rija (senhora da Eurovisão incluída);
  2. "Normalmente" somos mais fortes e musculados do que elas;
  3. Temos voz robusta e imponente;
  4. Não temos aquele problema mensal;
  5. Não falamos metade do que elas falam, ou seja, até respiramos melhor;
  6. O parto também não nos assiste, só nos faz desmaiar (de forma masculina);
  7. Já falei do problema mensal delas?
  8. De tão rijos que somos só aceitamos ajoelhar em 3 situações na nossa vida. Fotografia de futebol, igreja ou para pedir a rapariga em casamento, sendo que apenas a última é realizada com algum sofrimento.

 

E elas têm melhor nota??

 

Juro que não percebo...

 

 

 

 

 

 

P.A.


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