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A minha namorada apanhou o bouquet

A história de um rapaz e a namorada que apanhou o bouquet...

A minha namorada apanhou o bouquet

A história de um rapaz e a namorada que apanhou o bouquet...

United Airlines

A companhia aérea onde quem entra como médico sai como paciente.

Eu, sendo informático, tenho de ter cuidado. Não dava nada jeito formatarem-me agora. E depois as fotos?

Bom, preocupações minhas à parte, vamos lá perceber o enredo deste thriller:

 

Tudo começou há duas semanas quando não permitiram a entrada de duas raparigas por envergarem umas finas e justas leggings.

Agora imaginem se fizessem isto também nos ginásios?

Já não andava lá macho nenhum por esta altura. E andou esta gente 4 anos a estudar Gestão.

 

Bom, agora o mesmo gestor tem um problema entre mãos, qual é a melhor forma de tapar uma semi-caricata situação de uma empresa?

Mudar de comportamento? Reconhecer o caso mas tratá-lo como algo isolado?

Não. Não chega.

Vamos lá criar algo ainda mais caricato e nunca antes visto, assim ninguém se vai lembrar das leggings da semana passada. Concordo consigo gestor. Tem lógica. Eu próprio, depois desta notícia tive bastante dificuldade em me lembrar da anterior, mais uma semana e já não me lembro, pela certa.

 

O cenário escolhido foi um voo de Chicago para Louisville na passada segunda-feira. E quando já estavam todos os passageiros no avião, com bilhete pago, check-in feito, surge a indicação que o voo estava sobrelotado e 4 pessoas teriam de abandonar. Se fosse um gestor português, punha ali logo uma cadeira em cada esquina e estava feito. Mas como mais uma vez não havia nenhum português para resolver a situação e ninguém se voluntariou para sair mesmo com 400 dólares de indemnização e noite paga no hotel, subiram para 800. Duas pessoas aceitaram e o gestor tremeu, tremeu por pensar que iria acabar ali e ele sem história. Mas não, ficaram a faltar 2 lugares. Foi necessário efectuar um sorteio e um dos felizes premiados foi um senhor de traços asiáticos.

 

E foi exactamente este senhor de traços asiáticos que salvou o gestor. Quando depois de sorteado, recusou sair, indicando ser médico e com consultas marcadas com pacientes, sendo imperativa a sua viagem. Acabou imperativamente arrastado pelo corredor do avião, como se de uma criança a fazer birra no hipermercado se tratasse. Ainda conseguiram no meio de tantos puxões enviar a cara do senhor contra o banco do lado, ficando o mesmo um forte candidato a vencedor do Halloween 2017.

 

Leggings? Quando? Não me lembro.

 

E assim se gere.

 

(imagem)

 

 

Podem ver o vídeo aqui.

 

P.A


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Aquelas pessoas que embirram com o telemóvel

 

Hoje em dia toda a gente tem o seu próprio telefone no bolso, mas antigamente não era assim.

Antigamente existia "o telefone". Era uma "coisa" que existia numa divisão da casa e que até tinha direito a uma mesa própria.

Um luxo de tal forma que não se deixava ao alcance das crianças.

 

E como era marcar o número num telefone de casa?

Era preciso girar uma espécie de roda de números de acordo com o que queríamos para se registar o correcto, um a um, sempre uma voltinha. E se houvesse engano não havia como apagar e escrever o dígito de novo. A solução era colocar o telefone no descanso e voltar tudo do início.

Por aqui fica fácil perceber como eram odiadas aquelas pessoas que tinham 0's e 9's no seu número. É que quando tinha de ligar para alguém assim,  acabava sempre por me perguntar se valeria o trabalho dos 10 minutos de marcação, só para avisar o Zé Luís que a Joana Meireles afinal é mesmo bruta. 

"Deixa lá, ele amanhã na escola vê a minha nova cara". E já não havia chamada.

 

Isto era assim há não muitos anos atrás!

Agora deve ser uma maravilha! Tudo altamente moderno e sofisticado, com GPS, MP3, internet, agenda, jogos, tudo, as pessoas devem adorar:

"Eu odeio este telemóvel!"

"Que lentidão!"

 "Carrego aqui e não acontece nada, olha para isto!"

 

A sério?

Por favor pare. Pare de ser o rapaz gordo do 8ºano sempre zangado e a fazer birra. Tire lá essa cara!

Até o smartphone mais horrível do planeta é um milagre para quem há uns anos usava "o telefone"!

E dar-lhe uns segundos não? É que ele parecendo que não ainda vai à Lua e volta!

Deixe lá o milagre funcionar, aquela coisa mágica que pega no que você acabou de dizer ou escrever e projecta-a a quilómetros de distância se calhar ainda demora qualquer coisa na viagem. Desculpe lá uns segundinhos antes de voltar chamar o miúdo gordo outra vez.

E digo-lhe mais, não tem de partilhar sempre os seus lamentos tecnológicos com as pessoas à sua volta, principalmente quando reclama que no seu smartphone o Youtube nunca mais carrega. 

 

É que na realidade ninguém quer saber se a música que quer ouvir da Maria Leal está a demorar a carregar ou não. 

 

 (imagem)

 

P.A


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O Finalista Português

É sem dúvida alguma o nome mais temido por terras espanholas por estes dias que passam.

 

Sinceramente eu acho que é só por causa do finalista português que os espanhóis ainda não nos invadiram.

Repare bem, todos os anos é a mesma coisa, o espanhol começa a olhar para Portugal como uma pequena quinta aqui ao lado que até tem umas coisas engraçadas. Invade o mercado com os seus produtos, compra-nos activos, controla alguns cargos importantes e o plano corre bem durante alguns meses. E nós nada. Até que chega a Páscoa.

Aquela altura do ano onde restos de copos, garrafas, lençóis, colchões,  toalhas, azulejos, tv's, enfim, tudo o que conseguirem agarrar, toma conta das zonas costeiras e resorts espanhóis. Um furacão que os coloca em sentido.

Alguns turistas que não conheçam o fenómeno ainda poderão acreditar que se trata de alguma tradição pascal espanhola. Mas não.

Não é tradição caro turista, é rendição. 

 

Obrigado finalista.

Obrigado por este oxigénio extra que nos dás todos os anos para aguentarmos aqui bem imponentes e temidos por mais um aninho. Para verem que não brincam assim aqui com o portuga.

Sabes, o problema até é nosso que não pomos os olhos em ti. Acaba a Páscoa e és sempre esquecido.

Em Maio volta outra vez o português que não faz mal a uma mosca e lá ficamos nós a depender da vossa fornalha de 2018 outra vez.

 

Bom mas vamos analisar o que tem conquistado o finalista.

Recorda-se de Lloret del Mar? Eu recordo perfeitamente. Afinal fui também eu destacado para essa missão há umas Páscoas atrás.

Hoje em dia espante-se:

Já não existe. Nenhuma agência de viagens oferece este destino para o finalista português. Qual Aljubarrota, o finalista português chegou e conquistou.

Com Lloret del Mar já fora do mapa, Marina d'Or, Benalmadena, CalpeSalut são os locais mais procurados por finalistas do secundário.

Então não é que Benalmádena (Torremolinos) já é nossa? Caiu este ano.

Cerca de mil finalistas altamente especializados conseguiram envergonhar os grandes favoritos de Marina d'or, esses que ainda são embaraçosamente aceites por lá. Os de Benalmádena não, fizeram o que lhes competia e em apenas 2 dias dominaram o território por completo e estão em Portugal bem mais cedo que o previsto a celebrar mais esta grande conquista.

Eu próprio, mais logo, ainda lá vou dar um bacalhau à malta. 

 

Mas quem é verdadeiramente este conquistador português dos tempos modernos? 

Aquele que embora só saiba em Julho se realmente é finalista ou não, coloca corajosamente a pátria em primeiro lugar antecipando a sua recruta logo em Abril?

Uma coisa é garantida, mesmo reprovando, para o ano é novamente finalista e vai voltar a tirar o calção ou biquini da gaveta e envergar honrosamente, mais uma vez, o uniforme do finalista português.

 

Ah que saudades! Quem me dera ter feito mais pela pátria. 

 

Coragem finalista! Para o ano há mais!

 

 (imagem)

 

P.A


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As pessoas de Sexta-feira à tarde

Não é novidade é certo.

Todos nós sabemos que as pessoas de sexta-feira à tarde têm algumas peculiaridades.

O que é certo é que ninguém está livre deste fenómeno. A maior parte é contagiada e vira mesmo o boneco.

Desde o neto ao avô, a sexta-feira é sempre uma sexta-feira.

 

Normalmente a profundidade da besta emocional que nos domina é directamente proporcional à necessidade do querer sair a todo o custo de onde estamos. 

Qualquer destino de fuga é válido, excepto o local de trabalho. Nunca assisti a uma possessão destas por alguém querer ir trabalhar.

 

O verdadeiro problema é que, por azar, todas as pessoas em redor de uma pessoa de sexta-feira à tarde, são também elas pessoas de sexta-feira à tarde. Naturalmente, com toda esta tensão no ar, poderão surgir picos de maior ternura verbal ou, em alguns casos, física, com direito a episódios extra de Querido Mudei-lhe a Cara.

Hoje joguem pelo seguro. Falem por email.

 

Principalmente se ao pé de vocês habitarem aqueles colegas contadores de histórias que todos conhecemos um. Aquele que de uma caneta consegue contar como a prima nasceu. Ou quando ainda não o conhecíamos bem e cometemos o erro de lhe perguntar que horas são, porque estávamos com pressa, e levamos com o episódio 267 do Canal História.

 

Que vos fique bem claro:

A pessoa de sexta feira à tarde não ajuda idosos a atravessar a estrada.

Não recicla.

Nem quer saber se você estava primeiro para entrar no elevador.

No entanto, no que trata ao uso do palavrão, apresenta-se eloquentemente culta.

Já em viagem, a pé, o seu passo é acelerado.

De carro, a buzina é a banda sonora escolhida para a viagem.

 

Que nos corra tudo bem hoje.

 

Qualquer coisa, estou no email.

 

 (imagem)

 

P.A.


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Mas que virose é esta?

É impressão minha ou anda aí uma nova virose?

 

Uns podem dizer que é a Primavera, outros falta de roupa. Mas o que é certo é que está por todo o lado.

 

A coisa começou aqui e ali mais ou menos há duas semanas. Um caso ali, outro caso acolá, ninguém estranhava, afinal de contas não é daquelas mais contagiosas e todos os anos acontece.

A pessoa sabe que existe, mas sente-se segura na mesma. 

 

Mas agora onde trabalho são já 3 casos. Aqui, em blogs, já lhes perdi a conta nos últimos dias.

 

Sinceramente eu até nem sou destas coisas, mas se calhar vou jogar pelo seguro e começar a tomar as devidas precauções.

 

Pelo sim pelo não vou começar já hoje a trabalhar até mais tarde e a ter dores de cabeça quando chegar a casa.

 

É que esta coisa da Paternidade é séria!

 

 

 

 

P.A.

 

 


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O que é uma biblioteca?

Ouvi eu um adolescente a perguntar a um colega.

 

Na minha altura, na escola, um calduço seria a opção correcta e imediata. Mas neste caso o colega respondeu:

"Não sei, acho que tem livros."

 

Fez-me pensar.

Hoje em dia a rapaziada já não passa serões a fazer os chamados trabalhos de grupo na biblioteca. Agora chama-se whatsapp, telegram ou messenger. O que até é mau.

 

Quantas vezes não disse eu à minha avó que ia para a biblioteca adiantar o trabalho de ciências, quando afinal estava era a estudar línguas com a minha colega estrangeira Mafalda? Estou a brincar avó.

Era a Inês.

 

Por algum motivo sempre tive melhor nota a inglês. É tudo uma questão de estudo. 

 

Mas caro adolescente, já imaginaste como será entrares numa biblioteca e teres de procurar um livro, por corredor, fila e posição? 

E ao fim de uns minutos de procura, descobrires que aquele intervalo ali, aquele mesmo, entre dois livros que não te servem para o trabalho, é exactamente o intervalo do livro que tu precisas?

E que quando tu te viras, triste com a situação, percebes que quem tinha acabado de o requisitar é um colega teu que está naquele preciso momento a olhar para ti e a rir?

 

Agora imagina isto tudo num clima pesado e controlado onde não podes rir, não vá o bibliotecário aparecer.

 

"Bibliotecário?" - perguntas tu.

 

Sim, entrar na biblioteca é ser confrontado com aquela figura autoritária que lá habita, de expressão sempre fechada e que ao mínimo som exerce violentamente o seu gesto de indicador bem firme, colado aos lábios. Sempre acompanhado de um "shhh" assertivo e olhar ameaçador.

É ter todo aquele peso de responsabilidade quando este mesmo senhor bibliotecário chega com obras mais antigas nas mãos e na entrega, solta apenas uma palavra com voz robusta: "Cuidado."

Que arrepio.

 

É uma experiência que te aconselho, caro adolescente.

A ti e aos teus amigos.

 

Ou isso ou treinar línguas.

 

 (imagem)

 

P.A.


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Cuidado, Fui burlado na esquadra

Quem o diz é o senhor Alfredo.

Amigo de longa data do meu avô, polícia reformado com mais de 40 anos de trabalho, sempre na mesma esquadra.

 

Hoje trago-lhe uma história, não minha, mas deste grande senhor Alfredo.

Mas já lá chegarei.

  

Desde queixas apresentadas porque a esposa ressona, ou até mesmo carros de patrulha requisitados para emergências que afinal eram apenas para apanhar o marido com a amante em flagrante noutra residência. O senhor Alfredo estava presente.

Mas há mais.

Casos de pessoas que se apresentavam voluntariamente na esquadra para serem presas, apenas porque gostavam de saber como seria, ou ainda as que chegavam e apenas diziam "Não aguento ver homens com farda...".

Estas, o senhor Alfredo só sorriu e deu um ligeiro toque na boina. Não adiantou mais...

 

Mas de todo este concentrado de situações, apresento-lhe esta, com mais de 30 anos de história:

 

Era uma terça-feira, por volta do meio-dia.

Apresenta-se um senhor de seu nome Manuel, bem vestido e bem falante. Quer apresentar queixa.

O senhor é atendido.

Afirma convictamente que lhe roubaram a carteira. A queixa é feita.

Só que logo a seguir surge um problema. Informa que tem de viajar para o Porto nesse mesmo dia e que na carteira continha além do bilhete, todo o seu dinheiro. Pergunta então se a esquadra não poderia emprestar o dinheiro que, obviamente, ele daria todos os seus contactos. O senhor Alfredo regista os dados e indica que no máximo poderão comprar eles próprios(esquadra) o bilhete.

 

"Não tínhamos computadores. Só máquinas de escrever e apontávamos tudo num dossier". - conta.

 

Entretanto com o aproximar da hora de almoço, o senhor bem falante Manuel pergunta se não poderia incluir também o almoço nesse mesmo "empréstimo". O pedido foi concedido e como o senhor não tinha carro, foram dois polícias e o senhor Manuel numa espécie de escolta policial até ao restaurante. Almoçaram todos.

O senhor não se fez rogado e como disse que seria ele a pagar e estavam a ser tão simpáticos para com ele, pediu tudo do bom e do melhor, claro.

 

"Eu sei porque estava lá! Era um dos polícias!" - reforça o senhor Alfredo.

 

Por fim chega a conta. O senhor Manuel ainda comenta que até contava com maior despesa, mas quem regista e paga, são os dois polícias.

Terminada abastada refeição, saem do restaurante e como a hora de partida do comboio já é próxima, assistiu-se, mais uma vez, a uma segunda escolta policial, desta feita até à estação de comboios.

 

O senhor entra no comboio e despede-se dos polícias, agradecendo bastante toda a hospitalidade.

 

"Os dados eram falsos e até hoje não recebemos nada!"

 

"E foi assim que fui burlado! Nem na esquadra!"

 

 (imagem)

 

P.A


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Em Banho Maria #9 - Uma oferta irrecusável...

Caros fãs do Em Banho Maria,

 

O PA queimou de vez e eu, a Maria, bem…eu  tostei ligeiramente.

Estas semanas em que temos estado de molho no Em Banho Maria, despoletaram problemas que desconfiávamos que tínhamos, mas ainda não se tinham revelado.

A par desta situação, e porque somos bloggers de sucesso (nas nossas casas de banho, e para as nossas mães) uma conhecida instituição ofereceu-nos uma estadia por tempo ilimitado, para que pudéssemos repousar e repor ideias.

Esta oferta foi totalmente gratuita e, perante tamanha generosidade, o PA e a Maria falarão sobre a experiência dentro de algum tempo.

Podemos desde já adiantar que teremos direito a quartos individuais minimalistas, banhos e até roupa nova!

E o edifício?... é LINDO, um autêntico palácio, com jardins fantásticos.

Qual Casal Mistério, lá iremos ansiosos por este pedacinho de paz e sossego.

Podemos receber visitas, o que muito nos agradaria, e para tal aqui ficam as indicações para quem se queira deslocar em transportes públicos:

 

Metropolitano de Lisboa

Linha Caravela (Verde) – Estação de Alvalade – saída Av. de Roma


Carris

Autocarros 717, 731, 735, 750, 755, 767, 783 (Av. do Brasil) ou 735, 755, 767 (Av. de Roma)

 

 

 

 

Se quiserem saber um pouco mais, aqui fica o link do “SPA”

http://www.chpl.pt/artigos/contactos/sede_pt_96

 

O P.A queria ter-se despedido de vós, mas a oferta que lhe fizeram foi bem melhor do que a minha. Nem teve tempo para pensar!

 

E digo-vos, não ficava nada mal com aquele colete de forças e amordaçado. Gostei!

 

Voltaremos dentro em breve para a 2ª temporada!

 

 (imagem)

 

Beijinhos e Abraços,

P.A e Maria


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Não é só Quase Normal, é anormalmente Bom

Gosto de musicais. Já o P.A… Estava a mostrar-se reticente.

O facto de ser o Henrique Feist um dos actores, encenador e responsável pela tradução, facilitou-me a tarefa. Um dos ídolos de pequeno do P.A. é o Songoku (a quem Feist ainda hoje empresta a voz). Obrigada Henrique Feist. 

E foi assim que o consegui levar ao Casino Estoril.

Quase Normal, um musical da Broadway, escrito por Brian Yorkey e com música de Tom Kitt, ganhou vida em Portugal através da produtora Artfeist.

 

qnormal.png

(Imagem)

 

E posso-vos dizer que este musical de rock, cantado em português, nos deixou agarrados à cadeira o tempo todo. Um misto de drama e humor, bem vivos, durante duas horas de peça que mais nos pareceram 5 minutos. Uma história em redor de um filho (Gabe – Valter Mira) e da mãe que sofre de bipolaridade (Diana – Lúcia Moniz), o que afectou a sua relação com o marido (Dan – Henrique Feist), que vive na ilusão de normalidade.

Os efeitos da doença mental e as tentativas da sua cura marcam o desenrolar da história.

Natalie (Mariana Pacheco) é a filha que vive e sofre com esta realidade, e Henry (André Lourenço), um colega seu que tenta resgatá-la destes sentimentos.

Por fim, o Dr. Madden (Diogo Leite) representa uma sátira perfeita ao acompanhamento médico neste tipo de casos. 

 

Next to Normal estreou-se na Off Broadway em 2008, venceu o prémio dos Outer Critics Circle Award para melhor partitura, e teve duas nomeações para Melhor Atriz e Melhor Partitura para os Drama Desk Awards. Em 2009 chega finalmente à Broadway!

Foi nomeado para 11 Tonys e venceu três (Melhor Partitura, Melhor Orquestração e Melhor Atriz), assim como venceu também o prémio Pulitzer, para Drama, em 2010. É o oitavo musical de sempre digno de tal honra.


  

quase.png

  (Imagem)

 

O palco com dois andares, o som, a música tocada ao vivo, o jogo de luzes, os cenários dinâmicos e aquelas vozes emocionalmente mágicas fizeram com que o nosso serão passasse a voar, e com que os musicais ganhassem um novo admirador (o P.A.).

Todo o elenco foi muito bem escolhido. Confesso que não conhecíamos tão bem o Valter Mira, o André Lourenço e o Diogo Leite. A Mariana Pacheco apenas dos trabalhos de televisão. Foi uma agradável surpresa! Já a Lúcia Moniz e o Henrique Feist, sabíamos que iriam brilhar (não seria de esperar outra coisa deles). Mesmo assim, superaram as expectativas!

 

A Lúcia Moniz é de facto, como Feist carinhosamente lhe chamou, “um monstro dos palcos”!

 

 (Facebook da Lúcia Moniz)

 

Alguém por aí já assistiu a este musical? Contem-nos tudo!

Se ainda não assistiram, mas ficaram com muita vontade de o fazer…  Apressem-se! Continua em cena no Auditório do Casino Estoril só até este domingo, dia 2 de abril.

Vamos apoiar a cultura portuguesa!

 

 

Parece que está a tornar-se “quase normal” eu dar um pulinho aqui…

A namorada que apanhou o bouquet


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Eu gosto do busto do Ronaldo

Não, não sou familiar do escultor Emanuel Santos.

Não, também não estou severamente medicado.

E sim, tenho as consultas de oftalmologia em dia, esteja descansado.

 

Simplesmente gosto. 

 

E vou explicar-lhe porquê.

 

Este busto não se reduz a uma tentativa de reprodução da imagem do Ronaldo. É como um livro que cada um lê como quer e tem a liberdade de poder imaginar como entender. É esta a sua verdadeira essência.

Um busto do Ronaldo que para mim pode ser uma personagem do Dragon Ball Z e ao mesmo tempo um alerta para os primeiros sintomas faciais de um AVC, é algo que prezo. É educativo e apela a imaginação.

Além disso, deixa-me bem disposto.

Mas a verdadeira magia é que mesmo cultivando a nossa criatividade, não foge ao tema. Toda a gente sabe que é um busto do Ronaldo.

 

Se fosse uma cópia perfeita, estariam agora todos a exclamar: "Ah, olha é o Ronaldo. Sim senhor, bom trabalho. Adeus."

Se fosse algo totalmente ao lado, estariam agora todos a exclamar: "Mas quem é este? Deixa cá ler as letras para ver se é aquele o Álvares Cabral, o das Descobertas"

 

Mas não. Foi feito o mais difícil.

Uma cópia que não engana, mas que também não revela logo tudo. Uma obra que desafia quem a vê.

 

Então na escola, ensinam-nos a decifrar poesia e essa cifra que nos ensinam é a chave para depois podermos finalmente perceber o que aquelas palavras realmente significam e agora aparece um busto com uns versos ao lado, só porque não é óbvio, já não se gosta?

 

Desculpe lá mas como é possível gostar de Pessoa, e não de Emanuel Santos?

 

Para mim é esta a verdadeira definição de arte. Uma obra que não se limita ao óbvio e que, além disso, nos passa uma forte mensagem.

E melhor, uma mensagem personalizável. A verdadeira arte transversal, acessível a todas as idades.

Desde a avó ao neto. Todos vão ver ali o Ronaldo...E algo mais.

 

Caro senhor Emanuel Santos se estiver a ler isto, eu sei que pode pensar porque tenho um blog sou mais inatingível que um simples jogador de futebol, mas desengane-se, teria todo o gosto que me fizesse um busto também.

 

Seria um privilégio.

 

 (imagem)

P.A


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