Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

A minha namorada apanhou o bouquet

Um local de paz e reflexão, mesmo tendo ela apanhado o bouquet.

A minha namorada apanhou o bouquet

Um local de paz e reflexão, mesmo tendo ela apanhado o bouquet.

Não deixem os Jogos Tradicionais morrer

Acabo de ler que a Toys 'R' US apresentou um pedido de insolvência. Todo aquele fascínio de uma criança em corredores gigantes de brinquedos, aquela felicidade no olhar na perdição de tanto boneco e brinquedo, toda essa fantasia, parece ter, por estes tempos, os dias contados.

A Toys 'R' Us não se adaptou atempadamente ao mercado online e faliu.

 

Bolas e eu que gostava tanto de ver aqueles miúdos que embora não chorem quando levam uma valente chapada dos progenitores, ouvida desde a caixa 1 à 23, se rebolavam no chão em lágrimas a gritar por aquele Action Man que tanto queriam.

Bolas, parece que também vai acabar.

 

Neste regresso às aulas percebi outro efeito destes tempos. As crianças tinham praticamente todas um smartphone e jogavam em rede no intervalo. Coitada da Toys 'R' Us. Nunca teve hipótese.

 

Desde criança que sempre gostei de jogos. Divertem-me. "Além disso estimulam bastante a nossa inteligência!!" Esta última frase já não a digo muito. Afinal de contas já não vivo com os meus pais.

Gosto em particular de jogos em grupo. Dos ditos jogos tradicionais que ainda por cima são fáceis de jogar em qualquer lugar, até na escola. Nem precisam de ter um smartphone para jogar em rede. A sério. Acreditem. Basta estarem rodeados de amigos ao vivo e por incrível que pareça, isso basta para conseguirem jogar todos em conjunto. Estranhamente, alguns, mesmo assim, ainda vão culpar a falta de rede ou sorte quando perderem. É normal. A falta de rede é um problema muito comum em quem perde.

 

Mas quem nunca jogou o jogo da apanhada?

Daquela memória de correr ao vivo desalmadamente atrás de alguém até que, na ânsia de o apanharmos, lhe rasgamos a camisa com as nossas unhas mal cortadas de criança rebelde. Quem nunca lhe aconteceu, só espero que tenha seguido a sua vocação e seja hoje muito feliz na sua clínica de Manicura "Rose Gourmet".

Por algum motivo, o meu X-Men preferido sempre foi o Wolwerine.

 

E o jogar às escondidas?

Em que aproveitava a deixa para me esconder ao vivo ao pé da Carolina, só porque ela cheirava bem. Além disso ela era magra como eu, cabíamos perfeitamente os dois naquele móvel. Mas ela coitada era um bocadinho burrinha e insistia em dizer que não me queria lá, que não cabia, que não gostava de mim. Sempre foi muito má a calcular volumes. Coitada.

O que é certo é que embora a pequena Carolina não soubesse avaliar bem áreas e volumes, a partir de um certo momento, expulsar-me implicava fazer barulho e ser descoberta, pelo que acabava sempre por lá ficar.

Graças a mim, ela aprendeu. Coubemos. E é, hoje em dia, professora de Matemática.

 

Diz o LinkedIn.

 

E o bate o pé? Alguma memória deste?

O bate o pé era uma espécie de chat em grupo, ao vivo, em que rapazes e raparigas se alinhavam frente a frente, separados à distancia de 2 passos. Havia respeito.

Depois, com muito respeito também, era definido um esquema de números, no qual o número 1  era um simples aperto de mão e o número 10 era um valente french kiss! Este já dado com relativo respeito.

Se o rapaz ou a rapariga não quiser, tem de bater o pé. No entanto só podia bater o pé 3 vezes. Depois ou ficava e aceitava tudo, ou abandonava o jogo.

 

Antes era o "Bate o pé". Agora é o "Desliza o dedo", no Tinder. Temo que partes do corpo iremos nós utilizar no futuro para sacar beijinhos.

 

Se calhar as unhas de Wolverine ainda podem vir a dar jeito.

 

De qualquer forma, não deixem os jogos tradicionais morrer. Desliguem-se, para se ligarem.

 

Pensem na pequena Carolina, se não fossem as "aulas às escondidas", provavelmente hoje não seria professora de Matemática.

 

(imagem)

 

P.A


E fazer like na página do facebook, não?

O verdadeiro primeiro dia de aulas

Com esta temática toda do regresso às aulas pus-me a pensar em todos os meus primeiros dias de aulas.

Cheguei então a uma conclusão:

 

O verdadeiro primeiro dia de aulas é o do primeiro ano da primária. É o primeiro choque. Não temos referência. O colégio da na minha altura, não se comparava, ou pelo menos não me preparou em condições. O primeiro dia na primária, é aquele verdadeiro filtro do miúdo mimado, do que não gosta dos pais e por isso nunca chora, ou daquele que ainda não tem personalidade para tomar qualquer tipo de decisões e limita-se a imitar os restantes.

Eu fui os 3.

Sim, ainda hoje me lembro daquele momento em que os encarregados de educação deixam os seus filhos na sala de aula, naquelas mesas todas ligadas em forma de U, rodeado de outros miúdos que, tal como eu, não sabiam como foram ali aterrar. Uma espécie de reunião de crianças anónimas com problemas de adição, em que se chora igualmente pela ausência da sua "heroína". A mãe.

 

Mas voltando a mim. Sentei-me e vi a minha avó a acenar. Vejo outros pais a fazerem o mesmo. Estava bem com aquilo, pensei que era um jogo, acenei também. Mais tarde soube que dei uma falsa sensação de segurança à minha avó, que foi toda orgulhosa para casa, a pensar que eu já era um homenzinho. Comecei cedo a simular a minha postura de macho alpha. Tretas.

A minha avó sai. Os outros pais saíram.

De repente, aquelas crianças aparentemente normais, tornam-se em pequenos monstros piegas, mimados e irritantes! Iniciam um choro em sintonia gritante sem qualquer pré-aviso. Não percebo o que se passa! Não me passaram o guião? Também sou criança.

Olho para o lado e vejo uma cara de criança de boca aberta, desfigurada de tanto choro, olho para o outro lado, outra ainda mais feia e ranhosa. Imperava a confusão e berro!

Se foi por não ter personalidade, ou por susto com tanta cara feia não sei, a verdade é que desatei a chorar ainda com mais afinco e cara feia do que os restantes. De tal forma que ligaram para a minha avó.

 

Ganhei. Entrei no grupo. Fui aceite. Respeitam-me.

 

Não interessa o motivo, só sei que já vão todos querer brincar comigo. Ganhei o óscar do chorão da primária que até a avó tiveram de chamar. Sou famoso.

 

Quando tiver um filho vai receber a dica do pai. Aproveita bem o primeiro dia da primária. É o único dia da tua vida em que chorar em público te pode tornar no líder da turma. 

Não te preocupes filho, a dignidade é algo que só se adquire depois. No segundo módulo do segundo ano.

 

Se soubesse tinha chorado ainda mais. Até as meninas sabiam quem eu era.

 

Hoje em dia, já choro menos. Perdão, não se diz chorar. Macho Alpha não chora. Diz-se "Entrou-me uma coisa para o olho" que é algo bem mais machão de se dizer. 

Mas por acaso a última vez que chorei, foi quase ao nível da primária. Fiquei igualmente desfigurado, contaram-me. E tudo por causa de uma maldita alergia.

 

Sou alérgico a bouquets.

 

 (imagem)

 

P.A.

 

P.S- Um abraço especial para a malta estudante. Animem-se! Já só faltam 9 meses para as férias grandes.


E fazer like na página do facebook, não?

O Café dos nossos dias

O café, ou de forma mais correcta, a baga do café, foi descoberta não por humanos curiosos mas sim por pequenas cabritas que, não satisfeitas com o seu cardápio habitual, resolveram esticar um pouco mais a sua língua para recolher aquela baga extra que habitava em seu pasto verde. São cabras, que esperavam? Estão sempre à procura de bagas comprometidas e que não lhes dizem respeito.

A partir desse momento, em que devoravam aquelas pequenas bagas, qual Popeye com o seu espinafre, desataram numa correria e gritaria desenfreada, deixando os seus pastores bastante intrigados e, ao mesmo tempo, frustrados com tal situação. Principalmente por ainda não existir YouTube e não poderem partilhar com os amigos.

 

Sem essa hipótese de partilha global, restou apenas recolher o produto e trabalhá-lo para consumo próprio. Tomando eles próprios o dito café.

Nascia assim o primeiro caso de dança Maria Leal, em humanos.

 

Desde esse tempo até agora, o café foi mudando. Embora exista ainda muita cabra que o tome. 

 

A verdade é que tomar um café é, hoje em dia, muito mais do que uma procura de doping pessoal para exibições de dança fabulosas. É um acto social.

De tal forma complexo e importante na nossa comunidade, onde assume, actualmente, vários papéis sociais de relevo .

 

Por exemplo, queremos convidar aquela pessoa para sair:

"Queres sair comigo para te conhecer melhor e fingir que te oiço, mas depois vou estar apenas a olhar para os teus lábios fantásticos e incrivelmente sedutores?" Não me parece que resulte.

Todos sabemos que sinceridade numa relação amorosa, só depois do casamento.

Felizmente, temos o álibi perfeito. Podemos simplesmente dizer: "Queres ir tomar um café?".

 

E o nosso chefe, quando queremos sair da nossa mesa em pleno horário laboral?

"Não me apetece fazer isto que me mandou fazer agora, vou lá abaixo e já venho!" Não me parece que resulte também.

Todos nós sabemos que sinceridade numa relação laboral, só 5 segundos antes de nos despedirmos.

Felizmente, temos o saco de boxe do costume - o café.

 

E o que pode permitir a um homem pobre, encher o peito, e pagar aos amigos? 

Isso mesmo, o café.

(E apenas isso. Pastel de nata, a tua prima!)

 

Por fim, o que pode a mulher ou homem mais ciumento permitir ao seu par sair de casa sozinho, para ir tomar algo? 

Exacto. Nada.

O café é bom, mas não resolve relações disfuncionais.

 

Além destes factores sociais em que somos salvos pelo café, beber um café assume sempre o próprio "acto de pedir o café":

 

P.A: "Era um café se faz favor"

Empregada gira: "Era? já não é?"

Cria-se logo um momento de humor/tensão entre o receptor e o emissor.

Dependendo se o cliente acha o empregado giro ou não, abre-se logo uma janela, ou para pedir o número de telefone, ou o livro de reclamações.

 

De qualquer forma, em ambos os casos, contamos assinar no fim.

 

E tudo graças ao café.

 

Obrigado cabritas.

 

(imagem)

 

P.A


E fazer like na página do facebook, não?

Oh não... Não entrei na primeira opção!

A publicação dos resultados do acesso ao Ensino Superior, que ocorreu este fim de semana, é sem dúvida alguma um momento marcante na vida de quem concorre.

Ainda hoje me lembro perfeitamente da angústia que foi quando me telefonam para casa a dizer: "Já saíram! Vai ver!"

Nesse momento, na minha mente, só via a folha com que concorri:

 

1 - Ciências Farmacêuticas

2 - Engenharia Informática

3 - Economia

4 - Gestão

5 - Psicologia

(Não, não foi aleatório. Sou é a favor da poligamia académica)

 

Desliguei o telefone, corri para o computador, entrei no site e passados 20 minutos de constantes refresh's e suores frios, consegui finalmente entrar. Escrevi o meu nome e o resultado foi:

  

Entrei na segunda opção.

 

Acabou a angústia. Entrou o choque. Desapareceu o sonho da primeira opção e começou o pânico do desconhecido.

Por duas décimas, quis a minha burrice que não fosse farmacêutico. A mão divina do "não saber estudar o suficiente" apontou-me noutra direcção: fui para Informática.

 

É oficial: Vou ser o geek nos jantares do secundário.

 

Toda aquela imagem de mim de bata branca, todas aquelas falas com o senhor António:

"Você veja lá se desta vez não toma logo a embalagem toda. É só um comprimido de Viagra de cada vez, está bem? Não acredite sempre na sua esposa marota!"

Ou com a senhora idosa querida:

"Dona Maria então como vai? Está com melhor cara! O que a traz cá hoje? A sua filha tem passado bem?"

Ou até aquele tímido rapaz que pede preservativos.

"Preservativos? Não tenhas vergonha meu rapaz! Estás a proteger-te a ti e ao teu par! Claro que tenho! Queres quais? Estes? Ou estes?" - Entre outras perguntas, apenas para prolongar o sofrimento do adolescente. Sempre em alta voz. (Sim iria ser aquele farmacêutico...) 

 

Tudo isto se tinha evaporado do meu destino. Sobrava-me o desconhecido e o até agora inimaginado "gajo dos computadores".

 

Até o reconhecido harém de estudantes femininas de Ciências Farmacêuticas me fora retirado! Não só me arrancaram a hipótese de ingressar em tal clube privilegiado, como, só para fazer pirraça, aterrei mesmo em cheio na sua maior antítese: Engenharia Informática.

 

E por duas décimas apenas...

 

Ah que serão bem passado! Em torno de uma enorme "felicidade" convertida em lágrimas de pura "alegria"!  

Estou a exagerar, afinal de contas um Engenheiro Informático não chora. Se chora, foi porque "programou" mal a coisa. É mau engenheiro portanto.

Ou pelo menos antes de chorar ainda tenta desligar e voltar a ligar primeiro. De modo geral, não chora logo, pronto.

 

Como já perceberam, a verdade é que eu era um piegas.

E o curso fez de mim um homem. Também não tive outra hipótese. Só tinha homens.

 

E hoje em dia gosto do que faço. 

 

Rapaz, rapariga, se me estão a ler e falharam a vossa primeira hipótese, podem chorar agora, seja de alegria ou "alegria". Mas

não mandem logo a toalha ao chão! Não sejam piegas que não vale a pena! Se puderem, vão lá ver como é. Até podem vir a gostar, como eu.

Afinal de contas foram vocês que escolheram as vossas hipóteses, algum interesse ou sinal divino foi, por mais escondido que esteja.

 

E digo isto sem qualquer tipo de mágoa por não ter sido o Gladiador no harém de Farmácia! Já nem penso nisso todos os dias!

Muito melhor fazer directas só com rapazes a programar! Estou totalmente resolvido!

 

Apresentação2.png

 

P.A


E fazer like na página do facebook, não?

Passatempo - Lilly CostumDesign | Aminhanamoradaapanhouobouquet

Hoje o P.A. emprestou-me o cantinho para algo diferente... Um passatempo!

 

Quem não sente já a nostalgia de fim de verão? Pois é, mas nós não queremos que ele termine sem vos presentear com um miminho, como forma de agradecimento por acompanharem este espaço super sério (ahaha), ao mesmo tempo que vos damos a conhecer o projeto de uma amiga (handmade).

Ainda há muitos dias de calor para aproveitar, e mesmo que já não consigam usufruir dela este ano, podem sempre guardá-la já a pensar no próximo verão!

 

Do que é que estou a falar?

 

 

De uma almofada de praia Lilly. Juntamente com a Lilly CustomDesign, temos uma almofada de praia, para sortear! Podem ver várias opções disponíveis aqui, asseguro-vos que vão gostar! Além de giras, são super práticas e confortáveis.

Eu já tenho a minha e adoro!

 

almofada.jpg

 

 

Então o que é necessário para participarem? Simples!

 

    • Seguir no Facebook o perfil do Blog
    • Seguir no Instagram o perfil @aminhanamoradaapanhouobouquet
    • Seguir no Instagram o perfil @lillycostumdesign
    • Partilhar o passatempo no Facebook e identificar dois amigos
    • Por fim, clicar apenas no botão facebook, ou na opção email, introduzindo o vosso nome e contacto, neste formulário:

a Rafflecopter giveaway

 

 

O vencedor terá direito a uma almofada com padrão à escolha, de acordo com o stock disponível. Podem ver as almofadas existentes na página e ir pensando naquele padrão que é a vossa cara, não é o máximo?

 

 

O passatempo tem início hoje e termina a 16 de setembro de 2017 às 23h59. Os participantes têm que seguir todos os passos enumerados. Só é válida uma participação por pessoa e o vencedor será sorteado por random, anunciado neste post e contactado por e-mail.

 

Toca a participar e boa sorte a todos!

 

 

A namorada que apanhou o bouquet

 

Nota - Os dados solicitados servirão apenas para podermos comunicar junto do vencedor. Obrigado.


E fazer like na página do facebook, não?

Em Banho Maria - A Rentrée

Tenho uma péssima notícia para vos dar.
 
Péssima também não. Pronto, mazinha. Pelo menos para mim.
 
Lembram-se de uma rubrica que eu tinha com uma tal de Maria que era uma bruta, mas bruta, bruta, brutinha mesmo??
Bruta boa pessoa?
 
Essa mesmo, a Maria aqui do SapoBlogs.
 
Pois é, já que estamos num período de rentrée (termo chiquérrimo), achámos bastante apropriado aproveitar a boleia. 
Até porque com este final de Agosto e início de Setembro chuvosos, mais vale ficar em casa a escrever do que a tomar banho na praia. Sem ir à água.
 
Maria, já saiste da casa de banho? Estou aqui a engonhar... Diz olá aos senhores! 
 

Maria: Sim estou pront...erm..Olá a todos!! que saudades que tinha desta espécie de rubrica! Andei durante meses a implorar ao PAzinho para “voltarmos” mas ele diz que eu lhe dei cabo dos neurónios… Não percebo.. 

Mas olha que no entretanto deves ter andado a beber caipirinhas com lima estragada! Desde quando é que fazemos rentrées ou lá o que é isso? Para mim o Verão ainda não acabou oh P.A!

 
P.A: Por acaso não estarás naquela rentrée do mês?
Maria: O_O
 
- tentativa nada descarada de injecção de publicidade no meio do texto, como nas novelas -
 
P.A: Bom, deixa-me pôr as coisas de outra forma então. O que é esta febre das pessoas com as "rentrées"? Não consigo perceber. Eu, por exemplo, odeio as reentres na Primark! Tenho suores frios só de pensar.
  
Maria: Dessas então quero distância. Não gosto de locais com muito povo junto…
 
P.A: Mas no entanto vais na mesma não é?
 
Maria: Sim, tirando o povo todo, aquilo até tem coisa giras e baratas!
 
P.A: Ai sim Maria? Estarás a falar daquele magnífico Top castanho claro, de duas alças finas, que fica a condizer perfeitamente com essas tuas calças de ganga também elas Primark e que possuem, ao contrário do que se possa pensar, uma extraordinária e elevada qualidade? -tudo dito com um sorriso na cara e de forma extremamente descontraída como se não estivesse a fazer descaradamente publicidade a uma marca.
 
MariaComo é que adivinhaste P.A? É isso mesmo!  São artigos fantásticos!! Diz a pequena Maria enquanto dá uns saltitos para ver se aparece no plano da TV, ao meu lado.
 
- fim de tentativa nada descarada de injecção de publicidade no meio do texto como nas novelas -
 
 
Posto isto, sim é verdade. Somos uns vendidos.Todos nós temos o nosso preço. A mim bastou uma sandes mista. A Maria, ganhou um vale de "Apanha tudo o que puderes em 10 minutos" (em loja).
 
Fui mais esperto. Não suei nada e fiquei de barriguinha cheia a vê-la correr!
 
 
P.A: Bom voltando ao texto. Maria, ainda antes da rentrée na vida activa, vamos falar do que se passou antes: as férias. Foram boas?
Maria: Foram muito boas, rumei a sul  e fiz campismo (quase) de luxo!
P.A: Quase luxo? Como assim? Havia caviar mas do Bom Petisco? Ou o Sushi era de Cavala? 
MariaQuase de luxo ao nível da tenda que até sub-cave e sótão tinha. Bons petiscos não faltaram, mas principalmente muita super bock…
P.A: Uma tenda T4 portanto. Por falar em bons petiscos para ti, por acaso viste alguns daqueles tanques de lavar roupa, six-pack, como as meninas chamam, que depois também têm uma cara, às vezes, também têm um cérebro e depois unidas todas as partes, formam, no seu conjunto, um homem?

Maria: Se por acaso estás a falar de six packs besuntados em óleo, com bronzes dignos de um deus grego e de me deixar a arfar… Vi uns quantos sim.

Estranhamente, sempre que os via, aparecia um carro da GNR a mandar-me parar de correr atrás deles… Acho que eles tinham qualquer coisa contagiosa e a GNR estava lá para me proteger…

P.A: O_O

P.A: Agora que penso nisso, acho que vi qualquer coisa na CMTV era mais ou menos isto: "Louca por homens em tronco nu é salva, por GNR's, de doença contagiosa." Claramente CMTV.

Maria: O_O

 

P.A: Estou a ver que foram umas férias muito animadas, sim senhor. E no areal?  Além de estares a ser constantemente salva por GNR's, és rapariga para te pintar toda de protector solar ou gostas mais de arriscar e revelar o teu lado de papoila saltitante, frita?

Maria: Hoje em dia, (não há muito tempo) sou rapariga para me besuntar com protetor. Jeitosa e habilidosa como sou, falta sempre passar nalgum sitio e apanho escaldões em manchas… É lindo de se ver.

P.A: Eu sabia que faltava qualquer coisa! Agora sim tenho a certeza: "Parcialmente queimada e louca por homens em tronco nu é salva, por GNR's, de doença contagiosa." Isto sim é 100% CMTV!

Maria: O_O
 
 
P.A: Bom e de resto? A rotina é ficar colada à toalha e nem sequer chegas a ir à água?
Maria: Sou muito friorenta. Sou capaz de passar um Verão inteiro só na toalha. No Algarve, apanhei a água fantástica e voltei à minha adolescência. (quase) Sempre dentro de água.
 
 
P.A: Devo dizer que se nota. Nas últimas rubricas do "Em banho Maria" , banho, só mesmo no título...
Maria: O_O
Maria: ?!?!? Olha nem precisas de tirar a T-shirt P.A! Mostro-te já a louca parcialmente queimada!!
 
 
P.A: Estou a brincar Maria! Não me lembrei que estavas naquela rentrée do mês!
 
 
 

 (imagem)




P.A e Maria (a parcialmente queimada e louca por homens em tronco nu, que foi salva, por GNR's, de doença contagiosa)

E fazer like na página do facebook, não?

Eu queria engordar, mas não consigo

Neste mundo em que muitos lutam pelo peso certo olhando para baixo, eu ponho-me constantemente em bicos dos pés para o alcançar.

 

Vou ao hipermercado, produtos para emagrecer. Ligo a televisão, produtos para emagrecer. Sai uma nova receita, preocupação de quem a faz - para emagrecer.

Vou à caixa de email, emails de spam, adivinhem?

Isso mesmo, se quero ter um bom desempenho sexual.

 

É esta a vida de um magro com cérebro de gordo.

 

Só conheço produtos light e eu não quero coisas light! Acho as heavy bem mais sexys e saborosas! Mas também não quero as que me fazem mal.

Aquela teoria do que o que não mata, engorda, é um jogo que não me arrisco a jogar. Mais depressa me imagino passivamente deitado no meu funeral, magro como sempre, do que a ganhar finalmente aqueles ambiciosos 5 quilos.

 

Vocês querem emagrecer?

Eu posso doar-vos sangue se quiserem experimentar. Se calhar é essa a minha missão neste planeta - destruir grande parte do negócio dos nutricionistas.

Isto porque, consigo ter o peso mínimo para poder doar, senão até isso me tiravam.

 

O mundo não está mesmo feito para magros que querem engordar um bocadinho.

 

Uns dizem que é sorte. Outros metabolismo. Eu chamo-lhe lombriga.

E provavelmente terei razão. E o sangue não vos iria ajudar muito. Podem descansar nutricionistas.

 

Mas a verdade é que por mais dietas que não siga, o resultado é sempre o mesmo. Tenho hoje, em 2017, o mesmo peso que tinha em 2000. A última vez que ganhei um quilo, foi em escudos.

Vá lá que neste processo da mudança para o euro fiquei mais bonito. Quer dizer, menos feio. O acne, ao menos esse desapareceu, coma eu muito ou pouco chocolate. Se não ainda me continuavam a achar, hoje, o mesmo marrão trinca-espinhas e com vulcões na cara, do 9ºC.

 

Só me resta portanto acreditar na hipótese de lombriga e que, no mundo dos parasitas, deva ser conhecido como uma referência nos sites e aplicações de habitação e destinos a visitar.

Consigo imaginar uma espécie de "tripa-advisor" para parasitas. Em que ténias e lombrigas podem dar o seu voto e opinião e em que surjo certamente em primeiro lugar, destacadíssimo na homepage, na categoria de habitação familiar.

Isto a contar com os, pelo menos, 17 largos anos de abrigo e comida que já devo ter garantido aqui, a estes meus pacíficos inquilinos:

 

Inquilino parasita do P.A - Recomendo, instalações 5 estrelas. Alimento não falta. Ele come como se tivesse 200 quilos e nunca engordou. Nem estranha, o burro. Senão já tínhamos sido corridos.

No verão costuma ter mais correntes de ar, mas suporta-se.

 

Filho do meio do inquilino parasita do P.A - 5 estrelas - adoro o espaço e a comida é fabulosa! Adoro quando ele come pizza! Detesto o Natal. Aquele bacalhau...

 

Afinal de contas qual é o espanto? Sou português, é inato. Herdei, como vocês, a arte de bem receber.

 

Mas seja lombriga, ou metabolismo, ou outra qualquer justificação clínica que desconheço, mais adequada, a verdade é que aguardo ansiosamente pela crise da meia idade para ver se isto muda finalmente. É a minha última esperança.

 

Sonho com o dia em que vou acordar e ver-me finalmente com aquela barriguinha de cerveja sexy.

 

Ando farto destes abdominais definidos, six-pack, de magro.

 

(imagem)

P.A

 

*P.S - Sim, são os meus pés.

 


E fazer like na página do facebook, não?

O Mês de Setembro

Chegou Setembro. Aquele mês que sempre significou algo na nossa vida.

 

Principalmente para os virgens. Os de signo.

Os outros virgens? Para esses, acaba por ser mais do mesmo - outro Verão perdido.

 

Mas seja pelo regresso às aulas, de conhecer novos assuntos, novos professores, novos colegas, ou por aqueles primeiros dias de Setembro, que são sempre mais baratos para alugar uma casa na praia da Vieira de Leira, com os meus avós, ou até mesmo aquele primeiro alerta de que está prestes a terminar o namorico de verão, a verdade é que Setembro é, e sempre será, um ponto de mudança anual nas nossas vidas.

 

Pelo menos até aos meus bisnetos. Acredito que aí o Agosto seja já um novo Janeiro e o Setembro passe a sofrer de crises de ansiedade derivadas da "mês-truação" climática. Sempre atrasada.

 

Nesse momento, já será tarde. Já terão nascido novos meses e não teremos ninguém que os saiba educar.

 

Mas no caso do Setembro, nem precisamos de esperar muito para notar diferenças. As redes sociais, por exemplo, alteraram irremediavelmente aquele velho Setembro de quando eu estava na escola.

Com estes novos "cantinhos de mete nojo pessoais" passou a existir uma nova espécie de humanoide, a que eu chamo muito resumidamente de "Indivíduo que tem prazer em estragar o dia de quem está a trabalhar".

Antigamente o Setembro era o mês da inveja. As pessoas voltavam de férias e contavam como tinha sido. Havia aquela inveja imediata e pronto, ficava resolvido ali. Já era assumido e corria tudo bem.

Agora não, agora a qualquer momento vibra o smartphone e lá está o filho da mãe com os pés voltados para a piscina, rodeado de uma paisagem digna de um filme nomeado para 9 óscares e nós ali, na secretária, a olhar para uma imagem de fundo no computador, estática, sem vida, e com azar, apenas com o logótipo da empresa para admirar.

Obrigado "Indivíduo que tem prazer em estragar o dia de quem está a trabalhar". Obrigado.

 

No meu tempo de escola, as pessoas voltavam das suas férias e, algures em Setembro, juntavam-se à mesa com o seu álbum de fotos impressas para contar como tinha sido o seu verão. Era uma espécie de jogo de poker, a ver quem tinha melhor mão.

"Eu este verão estive no Dubai com os meus pais!" - era uma forte cartada.

"Eu este ano fui a Ibiza!" - também valia bastante na altura. Hoje é apenas um mero parzito de quadras.

 

Mas também, naquela altura, sem redes sociais, era mais fácil fazer bluff. O GPS e a localização nas fotos, foram invenções terríveis para este tipo de jogadores da Fonte da Telha.

 

No entanto, corríamos o risco de se arriscássemos muito no bluff, acertar exactamente no destino de outro "jogador" que efectivamente lá tinha estado. Depois, ao sermos confrontados, claro que não sabíamos responder qual era o nome do café da praia onde hipoteticamente passamos o mês inteiro. Era um azar, mas acontecia.

 

Mas entre ser apanhado a fazer bluff ou dizer que tinha estado o Agosto todo na Trafaria, sinceramente, também não sei o que (tra)faria.

 

De qualquer forma, sendo o Setembro o mês da inveja, era uma inveja passada, não se sentia aquela dor imediata e constante. Agora não, vibra o smartphone novamente e lá está o filho da mãe outra vez a ser ele. Agora a beber um gin na varanda do Resort 5 estrelas mais perfeito do mundo. 

 

E nós a gastar dados de internet. Haja paciência.

 

Bem, mas nem tudo é mau. Pelo menos neste novo Setembro já não há tanto a invejar, já se publicou tudo em Agosto.

 

Mas pelo sim pelo não, vou continuar a desligar os dados enquanto estiver a trabalhar.

 

Bom Setembro.

 

 (imagem)

 

P.A.


E fazer like na página do facebook, não?

31 de Agosto - O Dia Internacional do Blog

Se por ventura se aperceberam de algumas notícias a alertar para um possível atentado na capital portuguesa na passada quinta-feira, não sonharam. Foi mesmo verdade.

Eu posso confirmar.

E tudo por culpa de uma equipa altamente especializada em organizar eventos.

 

Falo do blog Ela e ele, ele e Ela, esses indivíduos perigosamente boas pessoas que conheci.

 

Eu explico.

Nesta quinta-feira participei num jantar comemorativo do dia do Blog em Lisboa, organizado por este casal. E foi um verdadeiro atentado.

 

Um atendado à antipatia, à tristeza e à desigualdade [estando os rapazes em larga minoria, fui tratado como se fosse uma delas - por favor, tentar ler esta frase de forma masculina] e no fim ainda recebi prendas. Parecia o Natal que sempre quis, só que só recebia barbies e cremes.

Mentira. Até nisso o tal casal perigoso pensou.

Todas as prendas que recebi eram adequadas ao género descrito no meu cartão de cidadão. Pena, porque vi lá um verniz que é a cara do meu dedo grande do pé.

 

Mas além das prendas - o aspecto mais importante da noite - também estavam por lá pessoas.

 

E se há um traço comum que posso tirar do perfil de bloggers que vão a um jantar comemorativo do dia do Blog, é a simpatia. Sejam blogs/youtubes de moda, alimentação, ou Lifestyle em geral, a simpatia domina por tais reinos.

 

É claro que foram estas pessoas as verdadeiras prendas. Se não seguem já, podem espreitar aqui:

ChocopinkA PrincesaVitor360Living in B's ShoesEssenciais por Marta V.Flowers and LipsticksLa Vie en Rose - LifeStyle BlogGirls & BangsSaltos de CristalBy.alexandramarquesCidade do Pecado - Daniela M.A Guida É que SabeOs Contos da menina-MulherRosa ChicletA culpa é das bolachasSara Torres - Blog Miss ChiaA minha namorada apanhou o bouquet)

(excepto uma em particular que irá perceber quem é quando ler esta frase)

 

Por isso façam como eu. 

Para o dia do blog de 2018, criem já um blog. Nem precisa de ter piada, qualidade, nem nada - basta verem pelo meu - depois só precisam de treinar a cara de coitadinho nº 3 para poderem ir. 

 

O ponto fraco deste casal organizador é a bondade.

 

Vamos usar isso contra eles.

 

Depois de lá estarem, aí sim preparem-se para conhecer blogues de sucesso e aprenderem com quem sabe!

(imagem)

 

P.A

 

 

Evento apoiado pelas seguintes marcas:

Pims Cake DesignCarmex - PortugalKoincidGinja d'Óbidos Vila das RainhasSealgaeWonderlandboxFlying Tiger PortugalLDJstore JóiasPmenor- Presentes ComestíveisGloodFiliMarcEmbelezeLicor 35 - Creme de Pastel de Nata


E fazer like na página do facebook, não?

Finalmente acabou GOT!

Citando o programa apresentado por Guilherme Fonseca do grande Canal Q, só me aflige dizer: "Graças a Deus".

 

Graças a Deus!  Acabou a temporada da série Game of Thrones (GOT)!

 

Posso finalmente voltar a socializar com o meu grupo de amigos!

 

Sim, eu faço parte daqueles 0.1% de seres humanos que não acompanham a série. E não, não foi uma aposta mal perdida e nem se trata de um distúrbio mental, ou pelo menos neste caso não o é. É mesmo um acto consciente da minha parte.

 

Podem "bullyzar" à vontade.

Mas deixem-me lá esclarecer primeiro umas coisas se faz favor:

 

Primeiro: Não sou Portista, nada contra, mas dragões não é a minha praia.

 

Segundo: Sou demasiadamente pudico. Aliás, já devem ter percebido isso pelos meus textos sempre tão sérios e correctos e nunca brincalhões ou semi-ordinários. Como devem imaginar e é "internetmente" sabido, GOT apresenta (ou apresentava?) níveis de nudez que me iriam afligir profundamente. Nem iria conseguir comer pipocas da mesma forma depois.

 

Terceiro: As estações do ano não fazem sentido em GOT. Em Lisboa chove em Agosto e ali? Sete temporadas para chegar o Inverno? Não me tomam por tolo a ver isso.

GOT é o "Levanta-te e Ri" dos senhores do IPMA.

 

Quarto: Na realidade, não tenho o canal Syfy. Senão até tinha visto.

 

Mas voltando ao dia-a-dia sem GOT.

 

As terças feiras vão voltar a ser divertidas. Já vou conseguir finalmente participar na conversa de almoço do pessoal do trabalho. Já não vou receber aqueles olhares como se estivesse num almoço de Jet-7 das séries e pertencesse a uma classe social mais baixa, que vê apenas o The Walking Dead que ainda por cima está em pausa agora.

Saudades do tempo de Westworld, em que tinha outro estatuto no grupo e partilhávamos esse conhecimento, essa experiência. Mas claro, com a chegada de mais uma temporada desta GOT, perdi tudo. Todo aquele acesso VIP desapareceu. Tudo perdido e de uma semana para a outra.

 

Que conforto é agora a ausência de nomes como Jon Snow (ou João das Neves para os amigos), Hodor, Tyrion, Cercei ou até mesmo do tão comentado Red Wedding.

E todos aqueles memes e gifs que existem de GOT? Que é suposto sorrir quando me mostram e na realidade não percebo o que significam?

 

Tudo isso acabou finalmente.

 

Que sossego estes próximos dois anos até ao regresso de nova temporada. Maravilha.

Sinto-me novamente eu, integrado e aceite.

 

Graças a Deus!

 

Agora só me falta gostar de sushi.

 

(imagem)

 

P.A.


E fazer like na página do facebook, não?

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Mensagens

Mais sobre mim

imagem de perfil

Queres mais conteúdo do bom? Segue-me no Bloglovin que eu depois digo-te onde.

Arquivo